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quinta-feira, 30 de junho de 2016

NOVA BIOGRAFIA

Hoje foi postada a biografia do mês de Julho de 2016 na coluna "Grandes Nomes do Espiritismo" em homenagem a QUINTÍN LÓPEZ GÓMEZ.

quarta-feira, 29 de junho de 2016

VIDA E POSSE

"Não é a vida mais que o alimento?" – Jesus – (Mateus, 6:25.)

Aconselha-te com a prudência para que teu passo não ceda à loucura.

Há milhares de pessoas que efetuam a romagem carnal, amontoando posses exteriores, à gana de ilusória evidência.

Senhoreiam terras que não cultivam.

Acumulam ouro sem proveito.

Guardam larga cópia de vestimenta sem qualquer utilidade.

Retém grandes arcas de pão que os vermes devoram.

Disputam remunerações e vantagens de que não necessitam.

E imobilizam-se no medo ou no tédio, no capricho maligno ou nas doenças imaginárias, até que a morte lhes reclame a devolução do próprio corpo.

Não olvides, assim, a tua condição de usufrutuário do mundo, e aprende a conservar no próprio íntimo os valores da grande vida.

Vale-te dos bens passageiros para estender o bem eterno.

Aproveita os obstáculos para incorporar a riqueza da experiência

Não retenhas recursos externos de que não careças.

Não desprezes lição alguma.

Começa a luta de cada dia, com o deslumbramento de quem observa a beleza pela primeira vez e agradece a paz da noite como quem se despede do mundo para transferir-se de residência.

Ama pela glória de amar.

Serve sem prender-te.

Lembra-te de que amanhã restituirás à vida o que a vida te emprestou, em nome de DEUS, e que os tesouros de teu espírito serão apenas aqueles que houveres amealhado em ti próprio, no campo da educação e das boas obras.

Livro: Palavras de Vida Eterna, lição 8 – Médium: Chico Xavier – Espírito: Emmanuel.

Fonte da imagem: Internet Google.

segunda-feira, 27 de junho de 2016

BENIGNIDADE

“Sede uns para com os outros benignos, compassivos, perdoando-vos uns aos outros, como também DEUS em Cristo vos perdoou” - PAULO (Efésios, 4:32).

Meditemos na Tolerância Divina, para que não venhamos a cair nos precipícios da violência.

Basta refletir na desculpa incessante do Céu às nossas fraquezas e crueldades, à frente do Cristo, para que abracemos a justa necessidade da compaixão infatigável uns para com os outros.

Desce Jesus da Espiritualidade Solar, dissipando-nos a sombra. Negamos-lhe guarida. O Supremo Senhor, porém, não nos priva de Sua Augusta Presença.

O Divino Benfeitor exemplifica o Amor incondicional, sanando-nos as mazelas do corpo e da alma, a ensinar-nos a bondade e a renúncia como normas de justa felicidade; contudo, recompensamo-lo com a saliva do escárnio e com a cruz da morte. A Infinita Sabedoria, no entanto, não nos recusa a herança do Seu Evangelho renovador.

Em nome do Mestre Sublime, protótipo do Amor e da Paz fizemos guerras de ódio, acendendo fogueiras de perseguição e extermínio; todavia, o Altíssimo Pai não nos cassa a oportunidade de prosseguir caminhando no tempo e no espaço, em busca da evolução.

Reflete na magnanimidade de Deus e não coleciones desapontamentos e mágoas, para que o bem te encontre à feição de canal seguro e limpo.

Guardar ressentimento e vingança, melindre e rancor, é o mesmo que transformar o coração num vaso de fel.

Segundo a advertência do Apóstolo Paulo, usemos constante benignidade uns para com os outros, porque somente assim viveremos no clima de Jesus, que nos trouxe à vida a ilimitada compaixão, e o auxílio incessante da Providência Celestial.

Livro: Palavras de Vida Eterna, lição 14 – Médium: Chico Xavier – Espírito: Emmanuel.

Fonte da imagem: Internet Google.

sexta-feira, 24 de junho de 2016

CRER EM VÃO

“Pelo qual também sois salvos se o retiverdes tal como vo-lo tenho anunciado, se não é que crestes em vão.”– Paulo. (I Coríntios, 15:2).

Qual acontece a muitas flores que não atingirão a frutescência na estação adequada, existem inúmeras almas, nos serviços da crença, que não alcançam em longos períodos de luta terrestre a iluminação de si mesmas, por haverem crido em vão nos trilhos da vida.

Paulo de Tarso foi muito explícito quando asseverou aos coríntios que eles seriam salvos se retivessem o Evangelho.

A revelação de Jesus é campo extenso onde há lugar para todos os homens, em nos referindo aos serviços diversos.

Muitos chegam à obra, todavia, não passam além da letra, cooperando nas organizações puramente intelectuais; uns improvisam sistemas teológicos, outros contribuem na estatística e outros ainda se preocupam com a localização histórica do Senhor.

É imperioso reconhecer que toda tarefa digna se reveste de utilidade a seu tempo, de conformidade com os sentimentos do colaborador; contudo, no que condiz com a vida eterna que o Cristianismo nos desdobra ao olhar, é imprescindível retermos em nós o ensinamento do Mestre, com vistas à necessária aplicação.

Cada aprendiz há de ser uma página viva do livro que Jesus está escrevendo com o material evolutivo da Terra. O discípulo gravará o Evangelho na própria existência ou então se preparará ao recomeço do aprendizado, porquanto, sem fixar em si mesmo a luz da lição, debalde terá crido.

Livro: Pão Nosso, lição 149 – Médium: Chico Xavier – Espírito: Emmanuel.

Fonte da imagem: Internet Google

quarta-feira, 22 de junho de 2016

SOCORRO E CONCURSO

“Quantos pães tendes?” – Jesus. (Marcos, 8:5.)

Observemos que o Senhor, diante da multidão faminta, não pergunta aos companheiros: - "de quantos pães necessitamos?", mas, sim, "quantos pães tendes?".

A passagem denota a precaução de Jesus no sentido de alertar os discípulos para a necessidade de algo apresentar a Providência Divina como base para o socorro que suplicamos.

Em verdade, o Mestre conseguiu alimentar milhares de pessoas, mas não prescindiu das migalhas que os apóstolos lhe ofereciam.

O ensinamento é precioso para a nossa experiência de oração

Não vale rogar as concessões do Céu, alongando mãos vazias, com palavras brilhantes e comoventes, mas sim pedir a proteção de que carecemos, apresentando, em nosso favor, as possibilidades ainda que diminutas de nosso esforço próprio.

Não adianta solicitar as bênçãos do pão imobilizando os braços no gelo da preguiça, como é de todo impróprio rogar aos talentos do amor, calcinando o coração no fogo do ódio.

Decerto, o Senhor operara maravilhas, no amparo a todos aqueles que te partilham a marcha...

Dispensará socorro aos que amas; transformará o quadro social em que te situas e exaltará o templo doméstico em que respiras...

Contudo, para isso, e necessário lhe ofereças os recursos que já conseguiste amontoar em ti mesmo para a extensão do progresso e para a vitória do bem.

Não te esqueças, pois, de que no auxilio aos outros não prescindirá o Senhor do auxilio, pequenino embora, que deve encontrar em ti.

Livro: Palavras de Vida Eterna, lição 9 – Médium: Chico Xavier – Espírito: Emmanuel.

Fonte da imagem: Internet Google.

segunda-feira, 20 de junho de 2016

NA SENDA DO CRISTO

“Amai os vossos inimigos e orai pelos que vos perseguem”. – Jesus. (Mateus. 5:44.)

O caminho de Jesus é de vitória da luz sobre as trevas e, por isso mesmo, repleto de obstáculos a vencer.

Senda de espinhos gerando flores, calvário e cruz indicando ressurreição...

O próprio Mestre, desde o início do apostolado, desvenda às criaturas o retiro da elevação pelo sacrifício.

Sofre, renunciando ao divino esplendor do Céu, para acomodar-se à sombra terrestre na estrebaria.

Experimenta a incompreensão de sua época.

Auxilia sem paga.

Serve sem recompensa.

Padece a desconfiança dos mais amados.

Depois de oferecer sublime espetáculo de abnegação e grandeza, é içado ao madeiro por malfeitor comum.

Ainda assim, perdoa aos verdugos, olvida as ofensas e volta do túmulo para ajudar.

Todos os seus companheiros de ministério, restaurados na confiança, testemunharam a Boa Nova, atravessando dificuldade e luta, martírio e flagelação.

Inúteis, desse modo, nos círculos de nossa fé, os petitórios de protecionismo e vantagens inferiores.

Ressurgindo no Espiritismo, o Evangelho faz-nos sentir que tornamos à carne para regenerar e reaprender.

Com o corpo físico, retomamos nossos débitos, nossas deficiências, nossas fraquezas e nossas aversões...

E não superaremos os entraves da própria liberação, providenciando ajuste inadequado com os nossos desejos inconsequentes.

Acusar, reclamar, queixar-se, não são verbos conjugáveis no campo de nossos princípios.

Disse-nos o Senhor -"Amai os vossos inimigos e orai pelos que vos perseguem”.

Isso não quer dizer que devamos ajoelhar em pranto de penitência ao pé de nossos adversários, mas sim que nos compete viver de tal modo que eles se sintam auxiliados por nossa atitude e por nosso exemplo, renovando-se para a o bem, de vez que, enquanto houver crime e sofrimento, ignorância e miséria no mundo, não podemos encontrar sobre a Terra a luz do Reino do Céu.

Livro: Palavras de Vida Eterna, lição 16 – Médium: Chico Xavier – Espírito: Emmanuel.

Fonte da imagem: Internet Google.

sábado, 18 de junho de 2016

Benção do Céu

Conta uma lenda antiga que o Senhor
Veio à Terra formada, certo dia...
Com tamanhos recursos a dispor,
O Planeta sentia
Necessidade de instrução e amor.

Espíritos humanos, aos milhares,
Vagueavam sonâmbulos no solo;
E embora sob a luz dos gênios tutelares,
Do campo imenso ao íntimo dos mares
Viviam em distúrbio, pólo a pólo.

Falta a ordem para os elementos,
Mas o Senhor agindo com presteza,
Fez a organização da Natureza,
A envolver toda a Terra na grandeza
Dos seus altos e sábios pensamentos.

Coube ao Sol a missão de sustentar a vida,
Atravessando alturas sem vencê-las;
E, para refazer cada existência em lida,
A noite recebeu a paz indefinida,
Asserenando o mundo ao clarão das estrelas.

Foi entregue o limite às linhas do horizonte,
As árvores florindo em campo aberto
Deram-se à produção de valores em monte;
Depois, encarregou-se a bondade da fonte
De fecundar o chão e amparar o deserto.

A ovelha improvisou os fios do agasalho,
Reclamou-se da abelha o favo suculento,
Inventou-se a bigorna para o malho,
Tudo era disciplina, harmonia e trabalho
Que o Senhor dirigia calmo e atento.

Mas os seres dotados de razão
Espalharam-se em grupos sobre a Terra...
Inteligências sob o orgulho vão,
Separaram-se em muros de ambição
E criaram a dor, a violência e a guerra.

Vendo o ódio crescer, de segundo a segundo,
O Senhor os guiou à experiência nova;
Deu-lhes doce prisão em corpos sobre o mundo,
Para terem, por si, a paz do amor profundo
Pelas tribulações e lágrimas da prova.

Notando-lhes, porém, as blasfêmias e os brados
De sofrimento e desesperação,
Viu que na condição de seres encarnados,
Quase todos espíritos culpados,
Exigiam carinho e proteção.

Quem seria capaz de tamanha bravura?
Doar-se sem pedir? Amparar sem prender?
Quem seria, afinal? Onde a criatura,
Cuja afeição se erguesse, até mesmo à loucura,
Achando a luz no caos, a sorrir e a sofrer?

O Senhor meditou, meditou... Em seguida,
Separou certa jovem dentre os réus,
Revestiu-a do amor sem sombra e sem medida...
A primeira mulher se fez mãe para a vida
E o homem se acalmou ante a bênção do Céu.


Autora: Maria Dolores

sexta-feira, 17 de junho de 2016

CEIFEIROS

“Então disse aos seus discípulos: a seara é realmente grande, mas poucos os ceifeiros.” – Mateus, 9:37.

O ensinamento aqui não se refere à colheita espiritual dos grandes períodos de renovação no tempo, mas sim à seara de consolações que o Evangelho envolve a si mesmo.

Naquela hora permanecia em torno do Mestre a turba de corações desalentados e errantes que, segundo a narrativa de Mateus, se assemelhava a rebanho sem pastor. Eram fisionomias acabrunhadas e olhos súplices em penoso abatimento.

Foi então que Jesus ergueu o símbolo da seara realmente grande, ladeada, porém de raros ceifeiros.

É que o Evangelho permanece no mundo por bendita messe celestial destinada a enriquecer o espírito humano, entretanto, a percentagem de criaturas dispostas ao trabalho da ceifa é muito reduzida.

A maioria aguarda o trigo beneficiado ou o pão completo para a alimentação própria.

Raríssimos são aqueles que enfrentam os temporais, o rigor do trabalho e as perigosas surpresas que o esforço de colher reclama do trabalhador devotado e fiel.

Em razão disto, a multidão dos desesperados e desiludidos continua passando no mundo, em fila crescente, através dos séculos.

Os abnegados operários do Cristo prosseguem onerados em virtude de tantos famintos que cercam a seara, sem a precisa coragem de buscarem por si o alimento da vida eterna. E esse quadro persistirá na Terra, até que os bons consumidores aprendam a serem também bons ceifeiros.

Livro: Pão Nosso, lição 148 – Médium: Chico Xavier – Espírito: Emmanuel.

Fonte da imagem: Internet Google.

quarta-feira, 15 de junho de 2016

22 Missão do Homem Inteligente na Terra

O EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO

Cap. 7 - Bem Aventurados os Pobres de Espírito

13 – Não vos orgulheis por aquilo que sabeis, porque esse saber tem limites bem estreitos, no mundo que habitais. Mesmo supondo que sejais uma das sumidades desse globo, não tendes nenhuma razão para vos envaidecer.

Se Deus, nos seus desígnios, vos fez nascer num meio onde pudestes desenvolver a vossa inteligência, foi por querer que a usásseis em benefício de todos. Porque é uma missão que Ele vos dá, pondo em vossas mãos o instrumento com o qual podeis desenvolver, ao vosso redor, as inteligências retardatárias e conduzi-las a Deus.

A natureza do instrumento não indica o uso que dele se deve fazer? A enxada que o jardineiro põe nas mãos do seu ajudante não indica que ele deve cavar? E o que diríeis se o trabalhador, em vez de trabalhar, erguesse a enxada para ferir o seu senhor? Diríeis que isso é horroroso, e que ele deve ser expulso.

Pois bem, não se passa o mesmo com aquele que se serve da sua inteligência para destruir, entre os seus irmãos, a idéia da Providência? Não ergue contra o seu Senhor a enxada que lhe foi dada para preparar o terreno? Terá ele direito ao salário prometido, ou merece, pelo contrário, ser expulso do jardim? Pois o será, não o duvideis, e arrastará existências miseráveis e cheias de humilhação, até que se curve diante daquele a quem tudo deve.

A inteligência é rica em méritos para o futuro, mas com a condição de ser bem empregada. Se todos os homens bem dotados se servissem dela segundo os desígnios de Deus, a tarefa dos Espíritos seria fácil, ao fazerem progredir a humanidade.

Muitos, infelizmente a transformaram em instrumento de orgulho e de perdição para si mesmos. O homem abusa de sua inteligência, como de todas as suas faculdades, mas não lhe faltam lições, advertindo-o de que uma poderosa mão pode retirar-lhe o que ela mesma lhe deu.

Fonte da imagem: Internet Google.

segunda-feira, 13 de junho de 2016

A CAIXA DE LÁPIS

Eu estava concentrado em meus pensamentos em meu escritório, preparando uma palestra para aquela noite em uma faculdade da cidade, quando o telefone tocou. Uma mulher que eu não conhecia se apresentou e disse-me ser mãe de um garoto de sete anos e que ela estava morrendo. Disse que seu terapeuta a tinha recomendado não discutir sua morte com seu filho, pois seria demasiado traumático para ele, mas de algum modo ela sentia que não estava correto.

Sabendo que eu trabalhava com crianças, pediu meu conselho. Eu disse- lhe que nosso coração é, normalmente, mais esperto do que nosso cérebro e que eu acreditava que ela sabia o que seria melhor para seu filho. Eu a convidei para assistir a palestra daquela noite, já que eu falaria exatamente sobre como as crianças lidam com a morte. Ela respondeu que estaria lá.

Mais tarde eu pensava em como a reconheceria, mas minha dúvida foi esclarecida quando vi uma frágil mulher entrar carregada por dois adultos. Eu falei sobre o fato de que as crianças geralmente detectam a verdade muito tempo antes que lhe sejam ditas e que frequentemente aguardam até que os adultos estejam prontos para falar. Eu disse que as crianças geralmente podem suportar melhor a verdade do que a omissão, mesmo que a omissão pretenda protege-las da dor. Eu disse que respeito às crianças significa incluí-las nas tristezas e melancolias da família, não deixando-as de fora.

Ela tinha ouvido o suficiente. No intervalo, subiu ao palco e entre lágrimas disse:

- Em meu coração eu sempre soube. Eu sabia que deveria lhe contar. Terei uma conversa essa noite com meu filho.

Na manhã seguinte eu recebi outro telefonema dela. Mal podia falar, mas me esforcei para ouvir a história naquela voz sufocada. Ela disse que o acordou quando chegaram em casa à noite e, calmamente disse a ele,

- Derek, tenho algo muito sério para lhe contar.

Ele a interrompeu dizendo,

- Mãe, você vai me contar que está morrendo?

Ela o abraçou apertado, e ambos choraram quando ela disse,

- Sim.

Depois de alguns minutos, o menino desceu. Disse que tinha guardado algo para ela. Atrás de uma de suas gavetas estava uma suja caixa de lápis. Dentro da caixa uma carta escrita no simples rabisco de uma criança. Dizia: "Adeus, mamãe. Eu sempre lhe amarei".

Quanto tempo tinha esperado para ouvir a verdade, eu não sei. Eu sei que dois dias depois a jovem mãe morreu. E em seu caixão foi colocado uma suja caixa de lápis e uma carta.

Fonte: Reflexão – Tradução: Sergio Barros Autor: Doris Sanford

Texto e imagem: Internet Google.

sexta-feira, 10 de junho de 2016

NÃO É SÓ

“Mas agora despojai-vos também de todas estas coisas: da ira, da cólera, da malícia, da maledicência, das palavras torpes de vossa boca.” – Paulo. (Colossenses, 3:8).

Na atividade religiosa, muita gente crê na reforma da personalidade, desde que o discípulo da fé se desligue de certos bens materiais.

Um homem que distribua grande quantidade de rouparia e alimento entre os necessitados é tido à conta de renovado no Senhor; contudo, isto constitui modalidade da verdadeira transformação, sem representar o conjunto das características que lhe dizem respeito.

Há criaturas que se despojam de dinheiro em favor da beneficência, mas não cedem no terreno da opinião pessoal, no esforço sublime da renunciação.

Enormes fileiras de aprendizes proclamam-se dispostas à prática do bem; no entanto, exigem que os serviços de benemerência se executem, conforme os seus caprichos e não conforme Jesus.

Em toda parte, ouvem-se fervorosas promessas de fidelidade ao Cristo; todavia, ninguém conseguirá semelhante realização sem observar o conjunto das obrigações necessárias.

Pequeno erro de cálculo pode trair o equilíbrio de um edifício inteiro.

Eis porque em se despojando alguém de algum patrimônio material, a benefício dos outros, não se esqueça também de desintegrar, em derredor dos próprios passos, os velhos envoltórios do rancor, do capricho doentio, do julgamento apressado ou da leviandade criminosa, dentro dos quais afivelamos pesada máscara ao rosto, de modo a parecer o que não somos.

Livro: Pão Nosso, lição 147 – Médium: Chico Xavier – Espírito: Emmanuel.

Fonte da imagem: Internet Google.

quarta-feira, 8 de junho de 2016

ATITUDES ESSENCIAIS

“Qualquer que não tomar a sua cruz e vier após mim, não pode ser meu discípulo.” – Jesus. (LUCAS, 15:27.)

Neste passo do Novo Testamento, encontramos a verdadeira fórmula para o ingresso ao Sublime Discipulado.

“Qualquer que não tomar a sua cruz e vier após mim, não pode ser meu discípulo” – afirma-nos o Mestre.

Duas atitudes fundamentais recomenda-nos o Eterno Benfeitor se nos propomos desfrutar-lhes a intimidade – tomar a cruz redentora de nossos deveres e seguir-lhe os passos.

Muitos acreditam receber nos ombros o madeiro das próprias obrigações, mas fogem ao caminho do Cristo; e muitos pretendem perlustrar o caminho do Cristo, mas recusam o madeiro das obrigações que lhes cabem.

Os primeiros dizem aceitar o sofrimento, todavia, andam agressivos e desditosos, espalhando desânimo azedume por onde passam.

Os segundos creem respirar na senda do Cristo, mas abominam a responsabilidade e o serviço aos semelhantes, detendo-se no escárnio e na leviandade, embora saibam interpretar as lições do Evangelho, apregoando-as com arrazoado enternecedor.

Uns se agarram à lamentação e ao aviltamento das horas.

Outros se cristalizam na ironia e na ociosidade, menosprezando os dons da vida.

Não nos esqueçamos, assim, de que é preciso abraçar a cruz das provas indispensáveis à nossa redenção e burilando, com amor e alegria, marchando no espaço e no tempo, com o verdadeiro espírito cristão de trabalho infatigável no bem, se aspiramos a alcançar a comunhão com o Divino Mestre.

Não vale apenas sofrer. É preciso aproveitar o sofrimento.

Nem basta somente crer e mostrar o roteiro da fé. É imprescindível viver cada dia, segundo a fé salvadora que nos orienta o caminho.

Livro: Palavras de Vida Eterna, lição 18 – Médium: Chico Xavier – Espírito: Emmanuel.

Fonte da imagem: Internet Google.

segunda-feira, 6 de junho de 2016

VENCER O MAL

“Não te deixes vencer pelo mal, mas vence o mal com o bem.” – Paulo. (Romanos, 12:21.)

Comumente empregamos a expressão “guerrear o mal”, como se bastassem nossas atitudes mais fortes para exterminá-lo e vencê-lo.

Sem dúvida, semelhante conceituação não é de todo imprópria, porque, em muitas circunstâncias, para limitá-lo não podemos dispensar vigilância e firmeza.

Ainda assim, muitas vezes, zurzindo lhe as manifestações com violência, criamos outros males a se expressarem através de feridas que apenas o bálsamo do tempo consegue cicatrizar.

O apóstolo, contudo, é claro na fórmula precisa ao verdadeiro triunfo.

“Não te deixes vencer pelo mal, mas vence o mal com o bem”.

Perseguir, quase sempre, é fomentar.

O melhor processo de extinguir a calúnia e a maledicência é confiar nosso próprio verbo à desculpa e à bondade. O recurso mais eficiente contra a preguiça é o nosso exemplo firme no trabalho constante. O meio mais seguro de reajustar aqueles que desajudam ao próximo é ajudar incessantemente. O remédio contra a maldição é a bênção. Os antídotos para o veneno da injúria são a paz do silêncio e o socorro da prece.

Por isso mesmo, Jesus ensinou:

Amai os vossos inimigos.

Bendizei os que vos maldizem.

Orai por aqueles que vos maltratam e caluniam.

Perdoai setenta vezes sete.

Ofertai amor aos que vos odeiam.

Podemos, pois, muitas vezes, combater o mal para circunscrever-lhe a órbita de ação, mas a única maneira de alcançar a perfeita vitória sobre ele será sempre a nossa perfeita consagração ao bem irrestrito.

Livro: Palavras de Vida Eterna, lição 10 – Médium: Chico Xavier - Espírito Emmanuel.

Fonte da imagem: Internet Google.

sábado, 4 de junho de 2016

Ausência e Fé

Alma fraterna, um dia meditando
Na imensidão do amor, assim qual é,
Interroguei, no mundo, as vidas simples
De que modo aliar distância e fé.

Por que meios guarda a confiança
Quando o amargo da ausência nos invade?
Quando a falta dos entes mais queridos
É suplício com o nome de saudade?

Ouvi uma andorinha
Que se encontrava anônima e sozinha,
Sob antigo telhado:
"Veja, irmã, o meu ninho desprezado!..."

Disse-me sem revolta e sem tristeza.
“Tive filhos que amei com desvelo e ternura,
Entretanto, segundo a Natureza,
Quando se viram emplumados,

Procuraram altura,
Desenvoltos, felizes, fascinados
Ante o Infinito Azul que os atraía...
A princípio, sofri terrível agonia...

Depois, vim a saber
Que Deus, de quem vieram para mim,
O Pai de Imenso Amor e Compaixão sem fim,
Que pode avaliar a minha longa espera,

É quem me fará vê-los,
Para cercá-los com meus zelos
No brilho de futura primavera!...”

Entrevistei robusta laranjeira;
Ela clamou serena e conformada:
"Irmã, tenho lutado a vida inteira
E estou sempre ferida e despojada...

Sabe o Céu com que amor gero os meus frutos,
No entanto, a todos vejo arrebatados,
Sob torções cruéis e, a gestos brutos,
Para serem vendidos nos mercados.

Mas sei que Deus, nosso Pai, que nos ama e nos fez,
Quem conserva o pomar por troféu da lavoura,
Devolverá meus frutos, outra vez,
Na colheita vindoura..."

Busquei ouvir formoso jasmineiro.
Ele falou-me apenas: "Minhas flores
São taladas sem meu consentimento
Por criaturas de instintos inferiores

Que nada sabem de meu sofrimento...
Uma certeza única, no entanto,
Resguarda as forças de que me levanto:
Deus, o Criador das Matas e Jardins
Dar-me-á novamente jasmins..."

Fui ver um manancial, a fim de ouvi-lo...
Ele aclarou tranquilo:
"As fontes que me trocaram pelo chão
São filhas de meu próprio coração!...

Dói-me notar que correm sobre a lama,
Auxiliando ao solo que as reclama...
A fé, porém, me anima e me acalenta...

Em abordando o Mar,
O belo e imenso Mar que Deus sustenta,
Tornarão a voltar,
Primeiramente em forma de vapor,

Subindo ao firmamento...
No Alto, serão nuvens contemplando
As minhas grandes mágoas
E voltarão a mim, entre chuvas em bando,
De novo enriquecendo as minhas próprias águas.."

Reconheci, então, alma querida,
Que a saudade é esperança em nova vida,
Para o reencontro daqueles que nos são
Tesouros de alegria e de afeição,

A esperarem por nós no Mais Além...
Porque Deus que de amor nos fez o coração
Nunca nos deixa em solidão
Nem separa ninguém.


Autora Maria Dolores

sexta-feira, 3 de junho de 2016

SEGUIR A VERDADE

"Antes, seguindo a verdade em caridade, cresçamos em tudo naquele que é a cabeça: Cristo". Paulo. (Efésios, 4:15).

Porque a verdade participa igualmente da condição relativa, inúmeros pensadores enveredam pelo negativismo absoluto, convertendo o materialismo em zona de extrema perturbação intelectual.

Como interpretar a verdade, se ela parece tão esquiva aos métodos de apreciação comum? Alardeando superioridade, o cientista oficioso assevera que o real não vai além das formas organizadas, à maneira do fanático que só admite revelação divina no círculo dos dogmas que abraça.

Paulo, no entanto, oferece indicação proveitosa, aos que desejam penetrar o domínio do mais alto conhecimento.

É necessário seguir a verdade em caridade, sem o propósito de encarcerá-la na gaiola da definição limitada.

Convertamos em amor os ensinamentos nobres recebidos. Verdade somada com caridade apresenta o progresso espiritual por resultante do esforço. Sem que atendamos a semelhante imperativo, seremos surpreendidos por vigorosos obstáculos no caminho da sublimação.

Necessitamos crescer em tudo o que a experiência nos ofereça de útil e belo para a eternidade, com o Cristo, mas não conseguiremos a realização, sem transformarmos, diariamente, a pequena parcela de verdade possuída por nós, em amor aos semelhantes.

A compreensão pede realidade, tanto quanto a realidade pede compreensão.

Sejamos, pois, verdadeiros, mas sejamos bons.

Livro: Pão Nosso, lição 146 – Médium: Chico Xavier – Espírito: Emmanuel.

Fonte da imagem: Internet Google.

quarta-feira, 1 de junho de 2016

21 O Orgulho e a Humildade

O EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO

Cap. 7 – Bem Aventurados Os Pobres De Espírito

LACORDAIRE - Constantina, 1863

11 – Que a paz do senhor esteja convosco, meus queridos amigos! Venho até vós para encorajar-vos a seguir o bom caminho.

Aos pobres de Espíritos que outrora viveram na Terra, Deus concede a missão de vir esclarecer-vos. Bendito seja pela graça que nos dá, de podermos ajudar o vosso adiantamento. Que o Espírito Santo me ilumine, me ajude a tornar compreensível a minha palavra, e me conceda a graça de pô-la ao alcance de todos. Todos vós, encarnados, que estais sob a pena e procurais a luz, que a vontade de Deus venha em minha ajuda, para fazê-la brilhar aos vossos olhos!

A humildade é uma virtude bem esquecida, entre vós. Os grandes exemplos que vos foram dados são tão poucos seguidos. E, no entanto, sem humildade, podeis ser caridosos para o vosso próximo?

Oh!, não, porque esse sentimento nivela os homens, mostra-lhes que são irmãos, que devem ajudar-se mutuamente, e os encaminha ao bem. Sem a humildade, enfeitai-vos de virtudes que não possuis, como se vestísseis um hábito para ocultar as deformidades do corpo.

Lembrai-vos daquele que nos salva; lembrai-vos da sua humildade, que o fez tão grande e o elevou acima de todos os profetas.

O orgulho é o terrível adversário da humildade. Se o Cristo prometeu o Reino dos Céus aos mais pobres, foi porque os grandes da Terra imaginavam que os títulos e as riquezas eram a recompensa de seus méritos, e que a sua essência era mais pura que a do pobre.

Acreditavam que essas coisas lhes eram devidas, e por isso, quando Deus as retira, acusam-no de injustiça. Oh, irrisão e cegueira! Deus, acaso, estabeleceu entre vós alguma distinção pelos corpos? O invólucro do pobre não é o mesmo do rico? O Criador fez duas espécies de homens? Tudo quanto Deus fez é grande e sábio. Não lhe atribuais as idéias concebidas por vossos cérebros orgulhosos.

Oh!, rico! Enquanto dormes em teus aposentos suntuosos, ao abrigo do frio, não sabes quantos milhares de irmãos, iguais a ti, jazem na miséria? O desgraçado faminto não é teu igual? Bem sei que o teu orgulho se revolta com estas palavras. Concordarás em lhe dar uma esmola; nunca, porém, em lhe apertar fraternalmente a mão. Que! exclamarás: Eu, nascido de sangue nobre, um dos grandes da Terra, ser igual a esse miserável estropiado? Vã utopia de pretensos filósofos! Se fôssemos iguais, porque Deus o teria colocado tão baixo e a mim tão alto? É verdade que vossas roupas não são nada iguais, mas, se vos despirdes a ambos, qual a diferença que então haverá entre vós? A nobreza do sangue, dirás. Mas a química não encontrou diferenças entre o sangue do nobre e do plebeu, entre o do senhor e o do escravo. Quem te diz que também não foste miserável como ele? Que não pediste esmolas? Que não a pedirás um dia a esse mesmo que hoje desprezas? As riquezas são por acaso eternas? Não acabam com o corpo, invólucro perecível do Espírito? Oh, debruça-te humildemente sobre ti mesmo! Lança enfim os olhos sobre a realidade das coisas desse mundo, sobre o que constitui a grandeza e a humilhação no outro; pensa que a morte não te poupará mais do que aos outros; que os teus títulos não te preservarão dela; que te pode ferir amanhã, hoje, dentro de uma hora; e se ainda te sepultas no teu orgulho, oh! Então, eu te lamento, porque serás digno de piedade!

Orgulhosos! Que fostes, antes de serdes nobres e poderosos? Talvez mais humildes que o último de vossos servos. Curvai, portanto, vossas frontes altivas, que Deus as pode rebaixar, no momento mesmo em que as elevais mais alto. Todos os homens são iguais na balança divina; somente as virtudes os distinguem aos olhos de Deus. Todos os Espíritos são da mesma essência, e todos os corpos foram feitos da mesma massa.

Vossos títulos e vossos nomes em nada a modificam; ficam no túmulo; não são eles que dão a felicidade prometida aos eleitos; a caridade e a humildade são os seus títulos de nobreza.

Pobre criatura! És mãe, e teus filhos sofrem. Estão com frio. Têm fome. Vais, curvada ao peso da tua cruz, humilhar-te para conseguir um pedaço de pão. Oh, eu me inclino diante de ti! Como és nobre, santa e grande aos meus olhos! Espera e ora: a felicidade ainda não é deste mundo. Aos pobres oprimidos, que nele confiam, Deus concede o Reino dos Céus.

E tu, que és moça, pobre filha devotada ao trabalho, entregue às privações, por que esses tristes pensamentos? Por que chorar? Que teus olhos se voltem, piedosos e serenos, para Deus: às aves do céu ele dá o alimento. Confia nele, que não te abandonará. O ruído das festas, dos prazeres mundanos, te faz bater o coração. Querias também enfeitar de flores a fronte e misturar-te aos felizes da Terra, dizes que poderias, como as mulheres que vês passar, estouvadas e alegres, ser rica também. Oh, cala-te, filha! Se soubesses quantas lágrimas e dores sem conta se ocultam sob esses vestidos bordados, quantos suspiros se asfixiam sob o ruído dessa orquestra feliz, preferirias teu humilde retiro e tua pobreza. Conserva-te pura aos olhos de Deus, se não queres que o teu anjo da guarda volte para Ele, escondendo o rosto sob as asas brancas, e te deixe com os teus remorsos, sem guia, sem apoio, neste mundo em que estarias perdida, esperando a punição no outro. E todos vós que sofreis as injustiças dos homens, sede indulgentes para as faltas dos vossos irmãos, lembrando que vós mesmos não estais sem manchas: isso é caridade, mas é também humildade. Se suportais calúnias, curvai a fronte diante da prova. Que vos importam as calúnias do mundo? Se vossa conduta é pura, Deus não pode vos recompensar? Suportar corajosamente as humilhações dos homens, é ser humilde e reconhecer que só Deus é grande e todo-poderoso.

Oh!, meu Deus, será preciso que o Cristo volte novamente a Terra, para ensinar aos homens as tuas leis, que eles esquecem? Deverá ele ainda expulsar os vendilhões do templo, que maculam tua casa, esse recinto de orações? E, quem sabe?, oh, homens, se Deus vos concedesse essa graça, se não o renegaríeis de novo, como outrora? Se não o acusaríeis de blasfemo, por vir abater o orgulho dos fariseus modernos? Talvez, mesmo, se não o faríeis seguir de novo o caminho do Gólgota?

Quando Moisés subiu ao Monte Sinai, para receber os mandamentos da Lei de Deus, o povo de Israel, entregue a si mesmo, abandonou o verdadeiro Deus. Homens e mulheres entregaram seu ouro, para a fabricação de um ídolo que abandonaram. Homens civilizados fazeis, entretanto, como eles. O Cristo vos deixou a sua doutrina, vos deu o exemplo de todas as virtudes, mas abandonastes exemplos e preceitos. Cada um de vós, carregando as suas paixões, fabricou um deus de acordo com a sua vontade: para uns terrível e sanguinário; para outros, indiferente aos interesses do mundo. O deus que fizestes é ainda o bezerro de ouro, que cada qual apropria aos seus gostos e às suas idéias.

Despertai, meus irmãos, meus amigos! Que a voz dos Espíritos vos toque o coração.

Sede generosos e caridosos, sem ostentação. Quer dizer: fazei o bem com humildade.

Que cada um vá demolindo aos poucos os altares elevados ao orgulho. Numa palavra: sede verdadeiros cristãos, e atingireis o reino da verdade. Não duvideis mais da bondade de Deus, agora que Ele vos envia tantas provas. Viemos preparar o caminho para o cumprimento das profecias. Quando o Senhor vos der uma manifestação mais esplendente da sua clemência, que o enviado celeste vos encontre reunidos numa grande família; que os vossos corações, brandos e humildes, sejam dignos de receber a palavra divina que Ele vos trará; que o eleito não encontre em seu caminho senão as palmas dispostas pelo vosso retorno ao bem, à caridade, à fraternidade; e então o vosso mundo se tornará um paraíso terreno.

Mas se permanecerdes insensíveis à voz dos Espíritos, enviados para purificar e renovar as vossas sociedades civilizadas, ricas em conhecimentos e não obstante tão pobre de bons sentimentos, ah! nada mais nos restarás do que chorar e gemer pela vossa sorte. Mas, não, assim não acontecerá. Voltai-vos para Deus, vosso pai, e então nós todos, que trabalhamos para o cumprimento da sua vontade, entoaremos o cântico de agradecimento ao Senhor, por sua inesgotável bondade, e para o glorificar por todos os séculos.

Assim seja.

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