Todo conteúdo deste blog é publico.

Todo conteúdo deste blog é publico. Copie, imprima ou poste textos e imagens daqui em outros meios de comunicação. Vamos divulgar a Doutrina Espírita.

sábado, 5 de outubro de 2013

PRECE E POESIA DA SEMANA

Prece de Submissão e de Resignação

Meu Deus, és soberanamente justo; todo sofrimento, neste mundo, há, pois, de ter a sua causa e a sua utilidade.

Aceito a aflição que acabo de experimentar, como expiação de minhas faltas passadas e como prova para o futuro.

Bons Espíritos que me protegeis, dai-me forças para suportá-la sem lamentos.

Fazei que ela me seja um aviso salutar; que me acresça a experiência; que abata em mim o orgulho, a ambição, a tola vaidade e o egoísmo, e que contribua assim para o meu adiantamento.

Assim seja.

Autor Desconhecido. Fonte do texto: Internet Google.

 


Ante o Além

A vida não termina

Onde a morte aparece.

 

Não transformes saudade

Em fel nos que se foram.

 

Eles seguem contigo,

Conquanto de outra forma.

 

Dá-lhes amor e paz,

Por muito que padeças.

 

Eles também te esperam

Procurando amparar-te.

 

Todos estamos juntos.

Na Presença de Deus.

Autor: Emmanuel – Médium: Chico Xavier.

quinta-feira, 3 de outubro de 2013

NEGÓCIOS HUMANOS

No capítulo das preocupações da vida humana, urge considerar que todas elas são importantes e, a rigor, não existe pergunta que não necessite de resposta, esclarecimento, informe, orientação.

De que modo menosprezar as inquietações alheias, quaisquer que sejam, sem tisnar as fontes da caridade?

Entretanto, ao lado dos assuntos puramente espirituais, temos outros propriamente vinculados ao plano físico, tão respeitáveis, aliás, quanto às questões que afetam o imo da alma, tais quais sejam:

Obtenção de trabalho;

Melhoria de vencimentos;

Transações em perspectiva;

Mudanças prováveis;

Redução de prejuízos;

Instalação de empresas;

Dificuldades econômicas;

Apoio em questões com a justiça;

Pacificação doméstica;

Rearmonização em serviço;

Condução de filhos;

Amparo ao casamento;

Necessidade de companhia;

Solução de lutas afetivas.

Todos os temas do caminho terrestre são respeitáveis, repetimos; no entanto, sempre que te surjam no dia-a-dia, recorda que são eles os testes da escola humana em que te encontras, a fim de que aprendas a decidir e a escolher, nas trilhas da existência, e para que realizes o melhor nas tarefas de que te deves desincumbir.

Por semelhante motivo, sempre que problemas de natureza material te asfixiem no clima das tribulações terrenas, não exijas a opinião dos outros, nas responsabilidades que te dizem respeito, e sim recorre à prece, rogando o socorro da Inspiração Divina para as medidas que te caiba promover ou patrocinar, de vez que, em qualquer caso de consciência, a decisão pertence a cada um de nós, com as repercussões naturais e justas, diante das Leis de Deus.

Livro: Rumo Certo, lição 44 – Médium: Chico Xavier – Espírito: Emmanuel.
Fonte da imagem: Internet Google.

segunda-feira, 30 de setembro de 2013

Hoje foi postada a biografia do mês de Outubro de 2013 na coluna "Grandes Nomes do Espiritismo" em homenagem a HAHNEMANN.


PROBLEMAS DOS OUTROS

No que se refere à inquietação, às vezes os problemas que nos atingem não são propriamente nossos, mas dos outros.

Estaremos em paz de consciência, todavia, entes amados terão assumido compromissos graves, suscitando-nos desajuste e insegurança.

Possuímos, por enquanto, o nome inatacado; no entanto, criaturas profundamente ligadas a nós surgem sofrendo o assédio da injúria, com ou sem razão, impelindo-nos ao desejo de preservá-las contra as pedras que lhes dilapidam a imagem.

Com o amparo de certas escoras morais, conseguimos sustentar-nos relativamente livres, quanto aos arrastamentos do coração; entretanto, afligimo-nos, como é justo, por almas abençoadas de nosso convívio que aparecem na arena das lutas afetivas, suportando conflitos difíceis de carregar.

Sob a proteção de facilidades transitórias que nos resguardam a segurança, acalentamos a própria resistência, diante das tentações que nos enxameiam a estrada, mas entes queridos haverão tombado em delinquência, impulsionando-nos ao anseio de ajudá-los na recuperação da própria paz.

Como, porém, auxiliá-los de nossa parte?

Saberíamos, porventura, orientar-lhes o tratamento restaurador se ignoramos toda a extensão e conteúdo da influência que os precipitou na sombra mental em que se debatem? E como poderíamos julgá-los se lhes desconhecemos o drama comovedor, desde o princípio?

Seria desumano golpear a ferida, sob o pretexto de socorrer o doente, e não seria lógico traçar diretrizes em territórios acerca dos quais não possuímos ainda qualquer experiência.

Ante os problemas daqueles que nos rodeiam, contudo, podemos ouvi-los com paciência e caridade, doando-lhes esperança e consolo.

E, acima de tudo, cabe-nos recordar que a luz da Divina Providência está em nós, tanto quanto neles, e que, por isso mesmo, o máximo auxílio que nos será lícito prestar-lhes será sempre respeitar-lhes as escolhas e decisões, orando por eles e rogando à mesma Providência Divina os guie e esclareça, ampare e ilumine, reconhecendo que, no íntimo das próprias vidas, são todos eles tão livres e responsáveis, diante de Deus, quanto nós.

Livro: Rumo Certo, lição 43 – Médium: Chico Xavier – Espírito: Emmanuel.
Fonte da imagem: Internet Google.

sexta-feira, 27 de setembro de 2013

CARIDADE DO PENSAMENTO

Sabemos todos que o pensamento é onda de vida criadora, emitindo forças e atraindo-as, segundo a natureza que lhe é própria.

Fácil entender, à vista disso, que nos movemos todos num oceano de energia mental.

Cada um de nós é um centro de princípios atuantes ou de irradiações que liberamos, consciente ou inconscientemente.

Sem dúvida, a palavra é o veículo natural que nos exprime as ideias e as intenções que nos caracterizem, mas o pensamento, em si, conquanto a força mental seja neutra qual ocorre à eletricidade, é o instrumento genuíno das vibrações benéficas ou negativas que lançamos de nós, sem a apreciação imediata dos outros.

Meditemos nisso, afastemos do campo íntimo qualquer expressão de ressentimento, mágoa, queixa ou ciúme, modalidades do ódio, sempre suscetível de carrear a destruição.

Se tens fé em Deus, já sabes que o amor é a presença da luz que dissolve as trevas.

Cultivemos a caridade do pensamento.

Dá o que possas, em auxílio aos outros, no entanto, envolve de simpatia e compreensão tudo aquilo que dês.

No exercício da compaixão, que é a beneficência da alma, revisa o que sentes, o que desejas, o que acreditas e o que falas, efetuando a triagem dos propósitos mais ocultos que te inspirem, a fim de que se traduzam em bondade e entendimento, porque mais dia menos dia, as nossas manifestações mais íntimas se evidenciam ou se revelam, inelutavelmente, de vez que tudo aquilo que colocarmos, no oceano da vida, para nós voltará

Livro: Paciência. Médium: Chico Xavier – Espírito: Emmanuel.
Fonte da imagem: Internet Google.

quarta-feira, 25 de setembro de 2013

Condições da Prece

O EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO

Cap. 27 - PEDI E OBTEREIS

1. Quando orardes, não vos assemelheis aos hipócritas, que, afetadamente, oram de pé nas sinagogas e nos cantos das ruas para serem vistos pelos homens. - Digo-vos, em verdade, que eles já receberam sua recompensa. - Quando quiserdes orar, entrai para o vosso quarto e, fechada a porta, orai a vosso Pai em secreto; e vosso Pai, que vê o que se passa em secreto, vos dará a recompensa.

Não cuideis de pedir muito nas vossas preces, como fazem os pagãos, os quais imaginam que pela multiplicidade das palavras é que serão atendidos. Não vos torneis semelhantes a eles, porque vosso Pai sabe do que é que tendes necessidade, antes que lho peçais. (S. MATEUS, cap. VI, vv., 5 a 8.).

2. Quando vos aprestardes para orar, se tiverdes qualquer coisa contra alguém, perdoai-lhe, a fim de que vosso Pai, que está nos céus, também vos perdoe os vossos pecados. - Se não perdoardes, vosso Pai, que está nos céus, também não vos perdoará os pecados. (S. MARCOS, cap. XI, vv. 25 e 26.).

3. Também disse esta parábola a alguns que punham a sua confiança em si mesmos, como sendo justos, e desprezavam os outros:

“Dois homens subiram ao templo para orar; um era fariseu, publicano o outro. - O fariseu, conservando-se de pé, orava assim, consigo mesmo: Meu Deus, rendo-vos graças por não ser como os outros homens, que são ladrões, injustos e adúlteros, nem mesmo como esse publicano. Jejuo duas vezes na semana; dou o dízimo de tudo o que possuo. O publicano, ao contrário, conservando-se afastado, não ousava, sequer, erguer os olhos ao céu; mas, batia no peito, dizendo: Meu Deus, tem piedade de mim, que sou um pecador”.

Declaro-vos que este voltou para a sua casa, justificado, e o outro não; porquanto, aquele que se eleva será rebaixado e aquele que se humilha será elevado. (S. LUCAS, cap. XVIII, vv. 9 a 14.).

4. Jesus definiu claramente as qualidades da prece.

Quando orardes, diz ele, não vos ponhais em evidência; antes, orai em secreto. Não afeteis orar muito, pois não é pela multiplicidade das palavras que sereis escutados, mas pela sinceridade delas.

Antes de orardes, se tiverdes qualquer coisa contra alguém, perdoai-lhe, visto que a prece não pode ser agradável a Deus, se não parte de um coração purificado de todo sentimento contrário à caridade.

Orai, enfim, com humildade, como o publicano, e não com orgulho, como o fariseu. Examinai os vossos defeitos, não as vossas qualidades e, se vos comparardes aos outros, procurai o que há em vós de mau. (Cap. X, nº 7 e nº 8.).

Fonte da imagem: Internet Google.

segunda-feira, 23 de setembro de 2013

A QUE REINO VOCÊ PERTENCE?

Guilherme II, imperador alemão, viajando certa ocasião em visita a uma das mais afastadas províncias dos seus domínios, achou por bem interromper a viagem por algumas horas e visitar os alunos de uma pequena escola instalada à beira da estrada, na zona rural.

Os alunos o receberam com emoção, respeito e acatamento. No meio de tanto entusiasmo e espontaneidade, até um discurso surgiu de improviso para saudar tão ilustre visitante.

O imperador estava surpreso e feliz.

Observando que toda a classe era viva, inteligente e desinibida, sentiu-se muito à vontade no meio dos alunos.

Depois de ouvi-los cantar, declamar, discursar, desejou divertir-se também um pouco com as crianças. Assim, incumbiu o seu secretário de apanhar uma laranja no meio da bagagem.

Segurando-a numa das mãos, ele perguntou ao grupo:

-- Qual de vocês seria capaz de me responder a que reino pertence esta fruta que tenho na mão?

-- Ao reino vegetal -- acudiu imediatamente uma garota risonha, de olhos brilhantes e muito comunicativa.

-- Surpreendente! -- exclamou o visitante -- Bem, já que você respondeu com tanta precisão à pergunta que fiz, vou fazer-lhe uma vantajosa proposta: tenho ainda mais duas perguntas, que desejo também respostas corretas e ¡mediatas.

Se me responder com exatidão, sem hesitar, dou-lhe uma medalha como prêmio. Aceita o desafio?

-- Aceito, sim senhor -- respondeu a garota, prontamente.

Então, metendo a mão no bolso da sua farda, tirou uma moeda e mostrando-a, indagou:

-- E esta moeda, pertence a que reino? É capaz de responder?

-- Ao reino mineral -- disse a menina.

-- E eu, a que reino pertenço? -- continuou Guilherme II.

Houve um rápido momento de silêncio. Os colegas se entreolharam e a garota perdeu o sorriso alegre.

Ficou séria e constrangida. É que a pequena teve medo de ofender o imperador, dizendo-lhe pertencer ao reino animal...

Puxa! -- pensou ela. Mas perder a medalha é que não me agrada nem um pouco. Então, de repente, uma resposta lhe veio à mente e o bonito sorriso iluminou seu rostinho.

E ela, vitoriosa, respondeu:

-- O senhor pertence ao reino de Deus!

Professora, colegas e toda a comitiva que acompanhava o imperador não sabiam que admirar mais: se a engenhosa e verdadeira resposta cristã que a menina deu, ou se a nobre atitude do Kaiser que, entregando o prêmio com voz embargada, acrescentou profundamente emocionado:

-- Que seja eu digno desse reino, minha filha!

Autor Desconhecido. Fonte do texto e imagem: Internet Google.

sexta-feira, 20 de setembro de 2013

Pétalas da Primavera

E as pétalas

Desprendem-se das flores,

Enviam o perfume que destilam

Para o Alto, sempre mais Alto,

Em reverência a Deus...

 


E depois se espalham pela Terra

Em sinal de agradecimento

Pela cor e beleza, aroma e vida,

Com que o mundo as fez,

Belas e brilhantes.

Autor: Emmanuel – Médium: Chico Xavier.

quarta-feira, 18 de setembro de 2013

EM REGIME DE FÉ

O Universo vive em regime de fé.

Em semelhante sistema, a Terra gira sobre si mesma e avança a pleno Espaço Cósmico, através de ciclos perfeitos de movimento e vida.

Automaticamente, os átomos efetuam as transformações que lhes são peculiares, sustentando a economia da natureza.

De maneira mecânica, a planta se desenvolve na direção do sol.

O animal promove a formação do próprio ninho, valendo-se de princípios da inteligência.

Claramente possível classificar a gravitação como sendo Confiança sabiamente orientada; a atração definindo a Confiança magneticamente dirigida; o heliotropismo expressando a Confiança no impulso, e a inteligência rudimentar exprimindo-se em grau determinado da Confiança instintiva.

Paradoxalmente, apenas o homem por vezes se declara sem fé; no entanto, mesmo sem fé, ele pensa, Confiando nos implementos do cérebro; fala, Confiando nas cordas vocais; pratica o artesanato, Confiando nas mãos; alimenta-se, Confiando no engenho gastrintestinal; caminha, Confiando nos pés; viaja, Confiando naqueles que lhe orientam as máquinas; estuda, Confiando nos professores; traça programas de ação, Confiando em horários.

Tudo na vida se harmoniza em recursos de confiança.

Atualmente, porém, a Doutrina Espírita vem acordar as criaturas para a fé raciocinada, que não dispensa a lógica e o discernimento precisos, a fim de que a consciência humana se eduque suficientemente, sem a ingenuidade que a tudo se submete e sem a violência que a tudo aspira dominar.

Livro: Rumo Certo, lição 39 – Médium: Chico Xavier – Espírito: Emmanuel.
Fonte da imagem: Internet Google.

sábado, 14 de setembro de 2013

TUDO É AMOR

Vida - É o Amor existencial.

Razão - É o Amor que pondera.

Estudo - É o Amor que analisa.

Ciência - É o Amor que investiga.

Filosofia - É o Amor que pensa.

Religião - É o Amor que busca Deus.

Verdade - É o Amor que se eterniza.

Ideal - É o Amor que se eleva.

Fé - É o Amor que se transcende.

Esperança - É o Amor que sonha.

Caridade - É o Amor que auxilia.

Fraternidade - É o Amor que se expande.

Sacrifício - É o Amor que se esforça.

Renúncia - É o Amor que se depura.

Simpatia - É o Amor que sorri.

Altruísmo - É o Amor que se engrandece.

Trabalho - É o Amor que constrói.

Indiferença - É o Amor que se esconde.

Desespero - É o Amor que se desgoverna.

Paixão - É o Amor que se desequilibra.

Ciúme - É o Amor que se desvaira.

Egoísmo - É o Amor que se animaliza.

Orgulho - É o Amor que enlouquece.

Sensualismo - É o Amor que se envenena.

Vaidade - É o Amor que se embriaga.

Finalmente, o ódio, que julgas ser a antítese do Amor, não é senão o próprio Amor que adoeceu gravemente.

André Luiz

quinta-feira, 12 de setembro de 2013

Não Vos Canseis Pelo Ouro

O EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO

Cap. 25 - BUSCAI E ACHAREIS

9. Não vos afadigueis por possuir ouro, ou prata, ou qualquer outra moeda em vossos bolsos. - Não prepareis saco para a viagem, nem duas túnicas, nem calçados, nem cajados, porquanto aquele que trabalha merece sustento.

10. Ao entrardes em qualquer cidade ou aldeia, procurai saber quem é digno de vos hospedar e ficai na sua casa até que partais de novo.

-Entrando na casa, saudai-a assim: Que a paz seja nesta casa. Se a casa for digna disso, a vossa paz virá sobre ela; se não o for, a vossa paz voltará para vós.

Quando alguém não vos queira receber, nem escutar, sacudi, ao sairdes dessa casa ou cidade, a poeira dos vossos pés. - Digo-vos, em verdade: no dia do juízo, Sodoma e Gomorra serão tratadas menos rigorosamente do que essa cidade. (S. MATEUS, cap. X, vv. 9 a 15.)

11. Naquela época, nada tinham de estranhável essas palavras que Jesus dirigiu a seus apóstolos, quando os mandou, pela primeira vez, anunciar a boa-nova. Estavam de acordo com os costumes patriarcais do Oriente, onde o viajor encontrava sempre acolhida na tenda. Mas, então, os viajantes eram raros.

Entre os povos modernos, o desenvolvimento da circulação houve de criar costumes novos. Os dos tempos antigos somente se conservam em países longínquos, onde ainda não penetrou o grande movimento. Se Jesus voltasse hoje, já não poderia dizer a seus apóstolos: “Ponde-vos a caminho sem provisões”.

A par do sentido próprio, essas palavras guardam um sentido moral muito profundo. Proferindo-as, ensinava Jesus a seus discípulos que confiassem na Providência. Ao demais, eles, nada tendo, não despertariam a cobiça nos que os recebessem.

Era um meio de distinguirem dos egoístas os caridosos. Por isso foi que lhes disse: "Procurai saber quem é digno de vos hospedar" ou: quem é bastante humano para agasalhar o viajante que não tem com que pagar, porquanto esses são dignos de escutar as vossas palavras; pela caridade deles é que os reconhecereis.

Quanto aos que não os quisessem receber, nem ouvir, recomendou ele porventura aos apóstolos que os amaldiçoassem, que se lhes impusessem, que usassem de violência e de constrangimento para os converterem?

Não; mandou, pura e simplesmente, que se fossem embora, à procura de pessoas de boa vontade.

O mesmo diz hoje o Espiritismo a seus adeptos: não violenteis nenhuma consciência; a ninguém forceis para que deixe a sua crença, a fim de adotar a vossa; não anatematizeis os que não pensem como vós; acolhei os que venham ter convosco e deixai tranquilos os que vos repelem.

Lembrai-vos das palavras do Cristo: Outrora, o céu era tomado com violência; hoje o é pela brandura. (Cap. IV, nº 10 e 11.)

Fonte da imagem: Internet Google.

segunda-feira, 9 de setembro de 2013

A Fé Vencida Pelo Medo

Um certo alpinista, que já tinha escalado várias montanhas no mundo, resolveu pela coragem e ousadia que tinha que escalar o Monte Everest. Pegou todo equipamento que possuía e foi de encontro ao grande desafio.

Chegando ao local iniciou a caminhada em sentido ao topo. Durante três horas e meia de escalada, resolveu parar para repousar. Antes que ele armasse a barraca, a noite caiu repentinamente, com uma breve chuva.

Tudo ficou extremamente tão escuro que não podia ver a palma da sua mão, tal experiência pensava... Nunca tinha vivido.

Em seguida uma forte tempestade começou a cercar todo aquele imenso monte ocasionando uma grande avalanche. Sem mais nenhuma segurança que o livrasse, pois juntamente com a neve e a chuva, despencava num quase infinito abismo.

Desde então, enquanto caía, ele começou a ver os flashes de sua vida, desde sua infância até a presente data, percebeu que estava preste a morrer, seu pensamento direcionou a uma breve conversa com DEUS, pois era o único e último recurso que lhe restava. Ele pedia na oração que DEUS o livrasse da morte. Em resposta a súplica sentiu a corda que estava ainda em sua cintura presa em alguma parte da montanha.

Percebendo a eficácia do livramento de DEUS acreditava que ainda poderia escapar com vida quando de repente, naquela terrível escuridão, uma brisa passava e juntamente soava uma voz que dizia: você crê que EU posso livrar-te da morte?

Ele respondeu: Sim eu creio que posso sair com vida. Novamente a voz perguntava: Você crê que eu posso livra-te da morte? E ele dizia, sim eu creio.

Dizia a voz: então solte a corda! Assustado e sem fé tamanha, não aceitou o desafio. Então aquela suave voz foi embora.

Dias depois, uma equipe de resgate, foi à procura do desaparecido alpinista e encontraram um homem que morrera congelado e estava pendurado a um metro do chão.

Você soltaria a corda?

Autor Desconhecido. Fonte do texto e imagem: Internet Google.

sexta-feira, 6 de setembro de 2013

IMPACIÊNCIA

Assunto importante nas áreas da paciência: a cura da impaciência que frequentemente alimentamos a detrimento de nós próprios.

Se somarmos os dias e os minutos que sacamos nos créditos do tempo, a fim de acalentar irritação contra nós mesmos, verificaremos que o desespero manifesto ou imanifesto se nos erige na existência em fator de dilapidação, desencadeando enfermidade ou desequilíbrio, desastre ou morte prematura.

E não só no setor de prejuízo pessoal que o tema nos merece reflexão.

A intemperança mental, a frente de nossas fraquezas ou desacertos, gera-nos outros como azedume ou desânimo, tristeza ou prevenção, estragando lhes a vida.

Nas horas que nos conscientizamos, acerca dos erros que nos sejam próprios, acalmemo-nos para pensar, ao invés de lastimar-nos sem proveito.

Registrar as nossas falhas, diligenciando saná-las ou suprimi-las, de vez que, menosprezando responsabilidades e compromissos, menosprezamos a nós mesmos.

Devemos examinar-nos com paciência e coragem que nos induzam a melhoria.

Teremos errado, fracassado, destruído recursos ou sofrido ilusões e desilusões.

Queixa inútil ou auto piedade, porém, não edificam.

Reconheçamos com sinceridade os obstáculos, mutilações morais, conflitos e deficiências que ainda nos caracterizam o modo de ser, e o que comumente nos fazem cair no chão do arrependimento.

Entretanto, não nos permitamos permanecer estirados em angústia vazia e, sim, compreendendo os tesouros do tempo de que a Divina Providência nos enriqueceu, procuremos reerguer-nos, trabalhar, corrigir-nos e burilar-nos, tantas vezes quantas se nos façam necessárias, porque a impaciência, de qualquer modo, de nada nos serve e nem ajuda a ninguém.

Livro: Rumo Certo, lição 45 – Médium: Chico Xavier – Espírito: Emmanuel.
Fonte da imagem: Internet Google.