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sábado, 13 de julho de 2013

CORPO

Do calabouço onde vivo

Vejo as estrelas brilhar

Na esperança de um dia

Poder voltar a voar;


Tenho saudade dos tempos

Quando eu podia bailar

Naquele plano da vida

Pra onde eu ei de voltar;


Do calabouço onde vivo

Sonho em um dia voar

Prisão bendita da vida!

Que ainda preciso habitar;


Por este corpo querido

Aos céus eu ei de louvar

Prisão bendita da vida!

Que o tempo irá libertar.


Autor: Samir Pereira Salim

5 comentários:

  1. Lindo poema, amigo Carlos!
    Um abraço. Tenhas um ótimo fim de semana.

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    1. Lindo mesmo caro Dilmar.
      Felicidades,
      Carlos

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  2. Olá Carlos, fiquei feliz em saber que você apreciou o poema.
    Tentei relatar um pouco da frustração que sentimos nós, espíritos eternos em fase de evolução, neste planeta Terra, que tão carinhosamente nos acolhe. Frustração por querermos a liberdade, fora do corpo bendito, que aprisiona, mas nos serve de instrumento de interação neste plano físico da vida.
    Obrigado pela sua leitura amiga.
    Um abraço, Samir P. Salim.
    Email: samir.salim@usiminasmecanica.com.br

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    Respostas
    1. É um lindo poema amigo Samir.
      Muita luz para sua vida.
      Abraço,
      Carlos

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    2. Envio este link com uma mensagem, espero que goste. Lá você encontrará outras.
      http://sitedepoesias.com/poesias/84918
      Recomendo ver também o POEMA DA DOR e O POEMA DA SOLIDÃO, meus preferidos.
      Um abraço.
      Samir

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