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segunda-feira, 30 de junho de 2014

MUDAR PARA MELHOR

Pedrinho era um menino preguiçoso. Tinha preguiça de estudar, de ler, de desenhar e até de brincar.

A mãe de Pedrinho, dona Lili, é doceira, faz doces para vender.

Pedrinho costumava ir junto com ela entregar os pedidos, ajudando a carregar os confeitos, mas reclamava sempre.

Um dia, dona Lili foi entregar uma torta em uma Escola e Pedrinho foi junto.

Logo que chegaram, Pedrinho ficou esperando em uma enorme sala onde estavam muitos alunos.

Ele observou um pouco e viu que eram crianças especiais: algumas não falavam, outras não enxergavam ou não ouviam; mas todas se comunicavam por sons, gestos ou mímicas. Elas estavam aprendendo animadamente uma música.

Em um canto dois alegres garotos desenhavam com pincéis. Pedrinho reparou que eles tinham apenas uma das pernas. Ficou impressionado com a alegria e a vontade de aprender deles.

Ele não viu ninguém triste, reclamando ou com preguiça. Sentiu que havia muito amor e respeito naquele local, pois as crianças ajudavam umas as outras.

Lembrou-se de seu corpo perfeito, de sua família legal e dos muitos amigos que tinha. Concluiu que devia aproveitar a vida para aprender e ajudar os outros, como aquelas crianças estavam fazendo.

Pouco tempo depois, dona Lili retornou e eles foram embora.

A experiência daquela tarde Pedrinho nunca mais esqueceu. Deixou de lado a preguiça e o mau-humor e se tornou um garoto alegre e estudioso. E dona Lili ficou contente porque Pedrinho mudou para melhor, muito melhor.


Autor Desconhecido. Fonte do texto e imagem: Internet Google.

sábado, 28 de junho de 2014

Soneto de Olavo Bilac

O homem da Terra, mísero e prescrito,
No máximo de dor de que há memória,
Vai penetrar a noite merencória
Do seu caminho desvairado e aflito.

No mundo, em toda a parte, ouve-se o grito
Da mentira em seus dias de vitória!
Ostentação, miséria, falsa glória
Afrontando as verdades do Infinito!

Mas ao coro sinistro das batalhas
Hão de cair as rígidas muralhas
Que guardam a ilusão do mundo velho!

E após a dor, a treva e a derrocada,
O homem renascerá para a alvorada
Da luz divina e eterna do Evangelho!


Olavo Bilac


(Soneto recebido pelo médium Francisco Cândido Xavier, na sede da União Espírita Mineira, em 6 de agosto de 1939)

sexta-feira, 27 de junho de 2014

SOCORRE A TI MESMO

“Pregando o Evangelho do reino e curando todas as enfermidades.”
– Mateus, 9:35.

Cura a catarata e a conjuntivite, mas corrige a visão espiritual de teus olhos.

Defende-te contra a surdez, entretanto, retifica o teu modo de registrar as vozes e solicitações variadas que te procuram.

Medica a arritmia e a dispnéia, contudo, não entregues o coração à impulsividade arrasadora.

Combate a neurastenia e o esgotamento, no entanto, cuida de reajustar as emoções e tendências.

Persegue a gastralgia, mas educa teus apetites à mesa.

Melhora as condições do sangue, todavia, não o sobrecarregues com os resíduos de prazeres inferiores.

Guerreira a hepatite, entretanto, livra o fígado dos excessos em que te comprazes.

Remove os perigos da uremia, contudo, não sufoques os rins com os venenos de taças brilhantes.

Desloca o reumatismo dos membros, reparando, porém, o que fazes com teus pés, braços e mãos.

Sana os desacertos cerebrais que te ameaçam, todavia, aprende a guardar a mente no idealismo superior e nos atos nobres.

Consagra-te à própria cura, mas não esqueças a pregação do Reino Divino aos teus órgãos. Eles são vivos e educáveis.

Sem que teu pensamento se purifique e sem que a tua vontade comande o barco do organismo para o bem, a intervenção dos remédios não passará de medida em trânsito para a inutilidade.

Livro: Pão Nosso, lição 51 – Médium: Chico Xavier – Espírito: Emmanuel.

Fonte da imagem: Internet Google.

quarta-feira, 25 de junho de 2014

DIFERENÇAS

"Nisto todos conhecerão que sois meus discípulos, se vos amardes uns aos outros." - Jesus. (JOÃO, 13:35.)

Nas variadas escolas do Cristianismo, vemos milhares de pessoas que, de alguma sorte, se ligam ao Mestre e Senhor.

Há corações que se desfazem nos louvores ao Grande Médico, exaltando lhe a intercessão divina nos acontecimentos em que se reconheceram favorecidos, mas não passam das afirmativas espetaculares, qual se vivessem indefinidamente mergulhados em maravilhosas visões.

São os simplesmente beneficiários e sonhadores.

Há temperamentos ardorosos que impressionam da tribuna, através de preleções eruditas e comoventes, em que relacionam a posição do
Grande Renovador, na religião, na filosofia e na história, não avançando, contudo, além dos discursos preciosos.

São os simplesmente sacerdotes e pregadores.

Há inteligências primorosas que vazam páginas sublimes de crença
consoladora, arrancando lágrimas de emoção aos leitores ávidos de
conhecimento revelador, todavia, não ultrapassam o campo do
beletrismo religioso.

São os simplesmente escritores e intelectuais.

Todos guardam recursos e méritos especializados.

Existe, no entanto, nos trabalhos da Boa Nova, um tipo de cooperador diferente.

Louva o Senhor com pensamentos, palavras e atos, cada dia.

Distribui o tesouro do bem, por intermédio do verbo consolador, sempre que possível.

Escreve conceitos edificantes, em torno do Evangelho, toda vez que as circunstâncias lho permitem.

Ultrapassa, porém, toda pregação falada ou escrita, agindo incessantemente na sementeira do bem, em obras de sacrifício próprio e de amor puro, nos moldes de ação que o Cristo nos legou.

Não pede recompensa, não pergunta por resultados, não se sintoniza com o mal. Abençoa e ajuda sempre.

Semelhante companheiro é conhecido por verdadeiro discípulo do
Senhor, por muito amar.

Livro: Fonte Viva, lição 63 – Médium: Chico Xavier – Espírito: Emmanuel.

Fonte da imagem: Internet Google.

segunda-feira, 23 de junho de 2014

NA AUSÊNCIA DO AMOR

"Mas aquele que aborrece a seu irmão está em trevas e anda em trevas e não sabe para onde deva ir, porque as trevas lhe cegaram os olhos." - João. (I JOÃO, 2:11)

Se não sabes cultivar a verdadeira fraternidade, serás atacado fatalmente pelo pessimismo, tanto quanto a terra seca sofrerá o acúmulo de pó.

Tudo incomoda àquele que se recolhe à intransigência.

Os companheiros que fogem às tarefas do amor são profundamente tristes pelo fel de intolerância com que se alimentam.

Convidados ao esforço de equipe, asseveram que os homens respiram em bancarrota moral.

Trazidos ao culto da fé, supõem reconhecer, em toda parte, a maldade e a desilusão.

Chamados à caridade, consideram nos irmãos de sofrimento inimigos prováveis, afastando-se irritadiços.

Impelidos a essa ou àquela manifestação de contentamento, recuam, desencantados, crendo surpreender maldade e lama nas menores exteriorizações de beleza festiva.

Caminham no mundo entre a amargura e a desconfiança.

Não há carinho que lhes baste. Vampirizam criaturas por onde estagiam, chorando, reclamando, lamentando...

Não possuem rumo certo. Declaram-se expulsos da sociedade e da família.

É que, incapazes do amor ao próximo, jornadeiam pela Terra, sob o pesado nevoeiro do egoísmo que nos detém tão-somente no círculo estreito de nossas necessidades, sem qualquer expressão de respeito para com as necessidades alheias.

Afirmam-se incompreendidos, porque não desejam compreender.

Ausentes do amor, ressecam a máquina da vida, perdendo a visão espiritual.

Impermeáveis ao bem, fazem-se representantes do mal.

Se o pessimismo começa a abeirar-se de teu espírito, recolhe-te à oração e pede ao Senhor te multiplique as forças na resistência, ante o assalto das trevas.

Aprendamos a viver com todos, tolerando para que sejamos tolerados, ajudando para que sejamos ajudados, e o amor nos fará viver, prestimosos e otimistas, no clima luminoso em que a luta e o trabalho são bênçãos de esperança.

Livro: Fonte Viva, lição 158 – Médium: Chico Xavier – Espírito: Emmanuel.
Fonte da imagem: Internet Google.

sábado, 21 de junho de 2014

PAI NOSSO

"Pai nosso..." - Jesus. (MATEUS, 6:9).

A grandeza da prece dominical nunca será devidamente compreendida por nós que lhe recebemos as lições divinas.

Cada palavra, dentro dela, tem a fulguração de sublime luz.

De início, o Mestre Divino lança lhe os fundamentos em Deus,
ensinando que o Supremo Doador da Vida deve constituir, para nós
todos, o princípio e a finalidade de nossas tarefas.

É necessário começar e continuar em Deus, associando nossos
impulsos ao plano divino, a fim de que nosso trabalho não se perca no movimento ruinoso ou inútil.

O Espírito Universal do Pai há de presidir-nos o mais humilde esforço,
na ação de pensar e falar, ensinar e fazer.

Em seguida, com um simples pronome possessivo, o Mestre exalta a
comunidade.

Depois de Deus, a Humanidade será o tema fundamental de nossas
vidas.

Compreenderemos as necessidades e as aflições, os males e as lutas
de todos os que nos cercam ou estaremos segregados no egoísmo
primitivista.

Todos os triunfos e fracassos que iluminam e obscurecem a Terra
pertencem-nos, de algum modo.

Os soluços de um hemisfério repercutem no outro.

A dor do vizinho é uma advertência para a nossa casa.

O erro de um irmão, examinado nos fundamentos, é igualmente
nosso, porque somos componentes imperfeitos de uma sociedade
menos perfeita, gerando causas perigosas e, por isso, tragédias e
falhas dos outros afetam-nos por dentro.

Quando entendemos semelhante realidade o "império do eu" passa a
incorporar-se por célula bendita à vida santificante.

Sem amor a Deus e à Humanidade, não estamos suficientemente
seguros na oração.

Pai nosso... - disse Jesus para começar.

Pai do Universo... Nosso mundo...

Sem nos associarmos aos propósitos do Pai, na pequenina tarefa que
nos foi permitido executar, nossa prece será, muitas vezes, simples
repetição do "eu quero", invariavelmente cheio de desejos, mas
quase sempre vazio de sensatez e de amor.

Livro: Fonte Viva, lição 77 – Médium: Chico Xavier – Espírito: Emmanuel.

Fonte da imagem: Internet Google.

quinta-feira, 19 de junho de 2014

Ação de Graças Por Haver Escapado a Um Perigo

O EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO

Cap. 28 - COLETANIA DE PRECES ESPIRITAS

36. PREFÁCIO. Pelo perigo que tenhamos corrido, mostra-nos Deus que, de um momento para outro, podemos ser chamados a prestar contas do modo por que utilizamos a vida. Avisa-nos, assim, que devemos tomar tento e emendar-nos.

37. Prece: - Meu Deus, meu anjo de guarda, agradeço-vos o socorro que me proporcionastes no perigo de que estive ameaçado. Seja para mim um aviso esse perigo e me esclareça sobre as faltas que me hajam colocado sob a sua ameaça. Compreendo, Senhor, que nas tuas mãos está a minha vida e que ma podes tirar, quando te apraza. Inspira-me, por intermédio dos bons Espíritos que me assistem, o propósito de empregar utilmente o tempo que ainda me concederes de vida neste mundo.

Meu Anjo Guardião, firma-me na resolução que tomo de reparar os meus erros e de fazer todo o bem que esteja ao meu alcance, a fim de chegar menos onerado de imperfeições ao mundo dos Espíritos, quando Deus determine o meu regresso para lá.

Assim seja.


Fonte da imagem: Internet Google.

terça-feira, 17 de junho de 2014

AS AVENTURAS DE LUIZINHO

Luizinho era o caçula dos cincos irmãos de uma família fraterna.

Todos já trabalhavam menos Luizinho. Quando atingiu a idade de nove anos, também lhe fora atribuída uma tarefa, pois os pais queriam ensinar-lhe o valor do trabalho.

Quando Luizinho começou a trabalhar, passou a revelar uma certa insatisfação.

Oh! Que vida, trabalhar debaixo deste sol.

Se chovia... Como esta chuva atrapalha o meu serviço.

Quando frio, resmungava... Estou tiritando de frio.

Luizinho precisava ver com seus próprios olhos o valor das coisas.

Um dia sonhou que estava do tamanho de um polegar e dentro de um frasco. Chegou um garoto, encheu o frasco de água e sabão e começou a fazer bolhas de sabão. Numa dessas, lá foi Luizinho pelo ar, numa bolha. O vento batia..., batia..., e ele subia cada vez mais.

O vento o levou para bem alto, e ele estava admirando o céu azul, quando passa por ele uma gaivota branquinha que lhe diz:

- Olá Luizinho! Que está fazendo por aqui?

- Passeando – respondeu o menino – Mas você me conhece?

Sim, falou a gaivota. Você é aquele menino resmungão. Resmunga do sol, da chuva do vento, do frio... Passo sempre por aqui e do alto eu o ouço por causa das vibrações que circulam na atmosfera.

Bem, até logo amigo. Preciso trabalhar para levar alimento aos meus filhotes.

Já estava escurecendo, quando o vento conduziu a bolha sobre um ramo florido. Ali ele ficou.

Quando amanheceu, o sol surgia majestoso, dando vida a tudo. Ficou deslumbrado em presenciar que com a presença do sol, as flores iam se abrindo e exalando um perfume...

E ele podia ver de perto! Oh meu Deus! Que maravilha. Estava extasiado quando uma abelha veio sugar o mel, depois outra e mais outra. E pensou no trabalho dessas abelhinhas, nesse vai e vem continuo. Algo tocou o seu íntimo e começou a sentir a grandeza das coisas.

Nisso o vento bateu no ramo florido, levando a bolha sobre uma plantinha ressequida, quase sem folhas, sedenta, parecia sem vida, quase morrendo. Uma nuvem escura se aproximou, o sol desapareceu, e começa a cair os primeiros pingos d’água.

E ele pode ver como aquela plantinha saciava sua sede. A cada gota, era como um sopro de vida. Seus raminhos caídos, já se colocavam mais altivos. E observar o próprio vento que o conduzia, ora mais alto, ora mais baixo e notou que junto ao vento, muitas sementinhas bailavam, o vento pousou a bolha num capim macio, perto delas.

Ali Luizinho ficou. Veio o sol, a chuva, e eis que ele vê desabrochar do solo uma plantinha. Ela foi crescendo, dando folhas, flores, e surgem os frutos.

De repente, ouve-se um burburinho. Eram crianças que vinham apanhar os frutos e saboreavam felizes, graças ao vento, ao sol e a chuva. Nesse instante ele agradeceu a Deus a grandeza da vida e de tudo que ELE fez por nós.

Luizinho despertou, guardando no seu coraçãozinho a grandiosidade do ensinamento e passou a trabalhar feliz.

Maria Helena Fernandes Leite
Fonte do texto e imagem: Internet Google.

domingo, 15 de junho de 2014

Ser feliz

Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver.
Apesar de todos os desafios,
Incompreensões e períodos de crise.

Ser feliz é deixar de ser vítima dos problemas
E se tornar um autor da própria história.
É atravessar desertos fora de si,
Mas ser capaz de encontrar um oásis
No recôndito da sua alma.
É agradecer a Deus a cada manhã pelo milagre da vida.

Ser feliz é não ter medo dos próprios sentimentos.
É saber falar de si mesmo.
É ter coragem para ouvir um “não”.
É ter segurança para receber uma crítica,
Mesmo que injusta.

Pedras no caminho?
Guardo todas, um dia vou
Construir um castelo...


Fernando Pessoa

sexta-feira, 13 de junho de 2014

NA PRESENÇA DO AMOR

"Aquele que ama a seu irmão está na luz e nele não há escândalo."
João. (I João; 2:10.)

Quem ama o próximo sabe, acima de tudo, compreender. E quem compreende sabe livrar os olhos e ouvidos do venenoso visco do escândalo, a fim de ajudar, ao invés de acusar ou desservir.

É necessário trazer o coração sob a luz da verdadeira fraternidade, para reconhecer que somos irmãos uns dos outros, filhos de um só Pai.

Enquanto nos demoramos na escura fase do apego exclusivo a nós mesmos, encarceramo-nos no egoísmo e exigimos que os outros nos amem. Nesse passo infeliz, não sabemos querer senão a nós próprios, tomando os semelhantes por instrumentos de nossa satisfação.

Mas se realmente amamos os companheiros de caminho, a paisagem de vida se modifica, de vez que a claridade do amor nos banhará a visão.

Ama, pois, e assim como a lama jamais ofende a luz, a ofensa não mais te alcançará.

Saberás que a miséria é fruto da ignorância e auxiliarás a vítima do mal, nela encontrando o próprio irmão necessitado de apoio e entendimento.

Aprenderás a ouvir sem revolta, ainda mesmo que o crime te procure os ouvidos, e cultivarás a ajuda ao adversário, ainda mesmo quando te vejas dilacerado, porque o perdão com esquecimento absoluto dos golpes recebidos surgirá espontâneo em teu espírito, assim como a tolerância aparece natural na fonte que acolhe no próprio seio as pedras que lhe atiram.

Ama e compreenderás.

Compreende e servirás sempre mais cada dia, porque então permanecerás sob a glória da luz, inacessível a qualquer incursão das trevas.

Livro: Fonte Viva, lição 159 – Médium: Chico Xavier – Espírito: Emmanuel.

Fonte da imagem: Internet Google.

quarta-feira, 11 de junho de 2014

O HOMEM COM JESUS

“Regozijai-vos sempre no Senhor; outra vez digo, regozijai-vos.”
– Paulo. (Filipenses, 4:4).

Com Jesus, ergue-se o Homem:

Da treva à luz...

Da inércia ao serviço...

Da ignorância à sabedoria...

Do instinto à razão...

Da força ao direito...

Do egoísmo à fraternidade...

Da tirania à compaixão...

Da violência ao entendimento...

Do ódio ao amor...

Da posse mentirosa à procura dos bens imperecíveis...

Da conquista sanguinolenta à renúncia edificante...

Da extorsão à justiça...

Da dureza à piedade...

Da palavra vazia ao verbo criador...

Da monstruosidade à beleza...

Do vício à virtude...

Do desequilíbrio à harmonia...

Da aflição ao contentamento...

Do pântano ao monte...

Do lodo à glória...

Homem, meu irmão, regozijemo-nos em plena luta redentora!

Que píncaros de angelitude poderemos alcançar se nos consagrarmos ao Divino Amigo que desceu e se humilhou por nós?

Livro: Pão Nosso, lição 61 – Médium: Chico Xavier – Espírito: Emmanuel.

Fonte da imagem: Internet Google.

segunda-feira, 9 de junho de 2014

JESUS PARA O HOMEM

“E achado em forma como homem, humilhou-se a si mesmo, sendo obediente até a morte, e morte de cruz.” – Paulo. (Filipenses, 2:8).

O Mestre desceu para servir,

Do esplendor à escuridão...

Da alvorada eterna à noite plena...

Das estrelas à manjedoura...

Do infinito à limitação...

Da glória à carpintaria...

Da grandeza à abnegação...

Da divindade dos anjos à miséria dos homens...

Da companhia dos gênios sublimes à convivência dos pecadores...

De governador do mundo a servo de todos...

De credor magnânimo a escravo...

De benfeitor a perseguido...

De salvador a desamparado...

De emissário do amor à vítima do ódio...

De redentor dos séculos a prisioneiro das sombras...

De celeste pastor à ovelha oprimida...

De poderoso trono à cruz do martírio...

Do verbo santificante ao angustiado silêncio...

De advogado das criaturas a réu sem defesa...

Dos braços dos amigos ao contato de ladrões...

Do doador da vida eterna a sentenciado no vale da morte...

Humilhou-se e apagou-se para que o homem se eleve e brilhe para sempre!

Oh! Senhor, que não fizeste por nós, a fim de aprendermos o caminho da Gloriosa Ressurreição no Reino?

Livro: Pão Nosso, lição 62 – Médium: Chico Xavier – Espírito: Emmanuel.

Fonte da imagem: Internet Google.

sábado, 7 de junho de 2014

Jamais o Aborto

A liberdade que prezas
Por galardão de tua vida,
Quantas vezes a arrevesas,
Fazendo-a mais reduzida?

Se te proclamas, ufano,
Defensor dos inocentes,
Não te apresentes insano
Entre os mais indiferentes.

Aborto! Jamais o faças
Resolução de problemas,
Pois, pelo ser que rechaças,
Terás a dor como algemas.

Aborto! Nunca cogites
Dessa trama inferior.
Por mais na agrura te agites,
Confia mais no Senhor.

Quem ama jamais se estende
Justificando o que é mal.
A vida é bênção que esplende.
Aborto é o que, afinal?

Não tisnes tua consciência
Com alusões sem sentido,
Pra não sofreres a ardência
Pelo filho não nascido.

Goza, então, tua liberdade
Com inteireza no bem,
Sem remorsos, com verdade,
Desde a Terra até o além.

Médium - José Raul Teixeira.
Ditado pelo Espírito Belmiro Braga.

Mensagem psicografada na Sociedade Espírita Fraternidade, em Niterói, RJ.

quinta-feira, 5 de junho de 2014

VEM

"E quem o ouve, diga: - Vem. E quem tem sede, venha."
- (APOCALIPSE,22:17)

A Terra é a grande escola das almas em que se educam alunos de todas as idades.

Se atingiste o nível das grandes experiências, não te inquiete a incessante extensão do trabalho.

Não enxergues inimigos nos semelhantes de entendimento imperfeito. Muitos deles não saíram ainda do jardim de infância espiritual.

Dá sempre o bem pelo mal, a verdade pela mentira e o amor pela indiferença.

A inexperiência e a ignorância dos corações que se iniciam na luta fazem, frequentemente, grande algazarra em torno do espírito que procura a si mesmo.

Por isso, padecerás muitas vezes aflição e desânimo.

Não te perturbes, porém.

Se as ilusões e os brinquedos da maioria não mais te satisfazem, é que a madureza te inclina a horizontes mais vastos.

Recorda que somente Jesus é bastante sábio e bastante forte para acalmar-te.

Ouve-lhe o apelo divino, formulado nas derradeiras palavras do seu Testamento de Amor: - "Vem!"

Ninguém te pode impedir o acesso à fonte da luz infinita.

O Mestre é o Eterno Amigo que nos rompe as algemas e nos abre portas renovadoras...

Entretanto, é preciso saibas querer.

O Senhor jamais nos fará violência.

Sofres? Estás fatigado? Tropeças sob os fardos do mundo?

Vem!

Jesus reserva-te os braços abertos.

Vem e atende-o ainda hoje. É verdade que sempre alcançaste ensejos de serviço, que o Mestre sempre foi abnegado e misericordioso para contigo, mas não te esqueças de que as circunstâncias se modificam com as horas e de que nem todos os dias são iguais.

Livro: Fonte Viva, lição 152 – Médium: Chico Xavier – Espírito: Emmanuel.

Fonte da imagem: Internet Google.

terça-feira, 3 de junho de 2014

TENDO MEDO

"E, tendo medo, escondi na terra o teu talento..." - MATEUS, 25:25.

Na parábola dos talentos, o servo negligente atribui ao medo a causa
do insucesso em que se infelicita.

Recebera mais reduzidas possibilidades de ganho.

Contara apenas com um talento e temera lutar para valorizá-lo.

Quanto aconteceu ao servidor invigilante da narrativa evangélica, há
muitas pessoas que se acusam pobres de recursos para transitar no
mundo como desejariam. E recolhem-se à ociosidade, alegando o medo da ação.

Medo de trabalhar.

Medo de servir.

Medo de fazer amigos.

Medo de desapontar.

Medo de sofrer.

Medo da incompreensão.

Medo da alegria.

Medo da dor.

E alcançam o fim do corpo, como sensitivas humanas, sem o mínimo
esforço para enriquecer a existência.

Na vida, agarram-se ao medo da morte.

Na morte, confessam o medo da vida.

E, a pretexto de serem menos favorecidos pelo destino, transformam-se, gradativamente, em campeões da inutilidade e da preguiça.

Se recebeste, pois, mais rude tarefa no mundo, não te atemorizes à frente dos outros e faze dela o teu caminho de progresso e renovação.

Por mais sombria seja a estrada a que foste conduzido pelas circunstâncias, enriquece-a com a luz do teu esforço no bem, porque o medo não serviu como justificativa aceitável no acerto de contas entre o servo e o Senhor.

Livro: Fonte Viva, lição 132 – Médium: Chico Xavier – Espírito: Emmanuel.

Fonte da imagem: Internet Google.