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quarta-feira, 26 de maio de 2010


O EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO

Cap. 15 – Fora da Caridade Não Há Salvação

A Caridade Segundo São Paulo

6 – Se eu falar as línguas dos homens e dos anjos, e não tiver caridade, sou como o metal que soa, ou como o sino que tine. E se eu tiver o dom de profecia, e conhecer todos os mistérios, e quanto se pode saber; e se tiver toda a fé, até a ponto de transportar montanhas, e não tiver caridade, não sou nada. E se eu distribuir todos os meus bens em o sustento dos pobres, e se entregar o meu corpo para ser queimado, se todavia não tiver caridade, nada disto me aproveita. A caridade é paciente, é benigna; a caridade não é invejosa, não obra temerária nem precipitadamente, não se ensoberbece, não é ambiciosa, não busca os seus próprios interesses, não se irrita, não suspeita mal, não folga com a injustiça, mas folga com a verdade. Tudo tolera, tudo crê, tudo espera, tudo sofre. A caridade nunca jamais há de acabar, ou deixem de ter lugar às profecias, ou cessem as línguas, ou seja abolida a ciência.

Agora, pois, permanecem a fé, a esperança e a caridade, estas três virtudes; porém a maior delas é a caridade. (Paulo, I Coríntios, XIII: 1-7 e 13).

7 – São Paulo compreendeu tão profundamente esta verdade, que diz: “Se eu falar as línguas dos anjos; se tiver o dom de profecia, e penetrar todos os mistérios; se tiver toda a fé possível, a ponto de transportar montanhas, mas não tiver caridade, nada sou. Entre essas três virtudes: a fé, a esperança e a caridade, a mais excelente é a caridade”. Coloca, assim, sem equívoco, a caridade acima da própria fé. Porque a caridade está ao alcance de todos, do ignorante e do sábio, do rico e do pobre; e porque independe de toda a crença particular.

E faz mais: define a verdadeira caridade; mostra-a, não somente na beneficência, mas no conjunto de todas as qualidades do coração, na bondade e na benevolência para com o próximo.

2 comentários:

  1. Querido amigo...não há ninguém que não tenha algo para ofertar ao próximo...a caridade pode ser feita de muitas formas, até mesmo na simples forma de uma palavra no Bem...
    Beijos...
    Valéria

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  2. É verdade amiga Valéria. Todos nós podemos praticar a caridade. A fé é raciocinada, mas a caridade é fruto do sentimento puro, forjado nas experiencias e lutas; primeiro recebendo a ajuda caridosa de nosso próximo,e mais tarde, já amadurecidos na prática do amor fraterno, nos colocamos na condição de oferecer algo de nós fraternalmente.
    Muita luz a você querida amiga.

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