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sábado, 16 de julho de 2011

CONFISSÃO


Não escutei o velhinho
Que quis contar sua história
Me falar dos seu caminhos
Gravados em sua memória.


Não pronunciei seu nome
Pro doente moribundo
O meu irmão sentia fome
E o chamei vagabundo.


Enfeitei com ramalhetes
Os caminhos de um nobre
Porém puxei o tapete
Na hora que vinha um pobre.


Não visitei o hospício
Tive medo da loucura
Isso era sacrifício
E eu não tinha estrutura.


Também não fui generosa
Eu não soube ser assim
E tão somente dei rosas
A quem já tinha jardim.


Muitas vezes fui omissa
Isso hoje reconheço
Eu somente fiz justiça
A quem já trouxe do berço.


Eu somente dei as sobras
Pensando no meu futuro
E hoje a vida me cobra
Tudo isso e mais os juros.


Médium: Lúcia - Espírito: Um amigo Poeta.



2 comentários:

  1. meu querido carlos,que lindo poema peço licença
    a voce para levar uma cópia para daqui á alguns dias postar no mentores de luz,com muito carinho e respeito por todo seu trabalho que é muito lindo
    e especial,obrigada sempre por sua visita e seu comentário que me fortalece e me deixa muito feliz
    bom final de semana,bjs marlene

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  2. Querida amiga Marlene, as matérias que eu publico aqui não são minhas. São lições espíritas que estão à disposição de todos.
    Aproveite tudo que gostar deste blog e use no "Mentores de Luz" a vontade.
    Beijo no seu coração,
    Carlos

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