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quarta-feira, 28 de fevereiro de 2024

PENSAMENTO DO DIA 28.02.24

“Pare um pouco e lembre-se de todas as vezes que você caiu; sempre havia um dia seguinte, um outro e um outro e sempre sentiu a mão de Deus levantando-lhe”.

 

Autoria: Yla Fernandes

GUARDEMOS O CORAÇÃO

"O homem de coração dobre é inconstante em todos os seus caminhos." - (TIAGO, 1:8.)

Urge reconhecer que no sentimento reside o controle da vida.

Na romagem terrestre, múltiplos são os caminhos que conduzem ao aperfeiçoamento.

Fartura e escassez; formosura e fealdade, alegria e sofrimento, liberdade e tolhimento, podem aliciar excelentes possibilidades de realização humana para a espiritualidade superior.

O homem de coração dobre, porém, é infiel às bênçãos divinas em todos os setores da luta construtiva.

Se recebe talentos da riqueza terrestre, entrega-se, comumente, às alucinações da vaidade.

Se detém os dons da pobreza, liga-se, quase sempre, aos monstros da inconformação.

Se possui belo corpo, dá-se, em via de regra, aos excessos destruidores.

Se dispõe de vaso orgânico defeituoso, na maioria dos casos perde o tempo em desespero inútil.

No prazer, é incontido.

Na dor, é revoltado.

Quando livre, oprime os irmãos e escraviza-os.

Quando subalterno, perturba os semelhantes e insinua a indisciplina.

O sentimento é o santuário da criatura.

Sem luz aí dentro, é impossível refletir a paz luminosa que flui incessantemente de Cima.

Ofereçamos ao Senhor um coração firme e terno para que as Divinas Mãos nele gravem os Augustos Desígnios.

Atendida semelhante disposição em nossa vida íntima, encontraremos em todos os caminhos o abençoado lugar de cooperadores da Divina Vontade.

Livro: Vinha de Luz – Lição 029 – Médium: Chico Xavier – Espirito: Emmanuel.
Imagem Meramente ilustrativa – Fonte: Internet Google.
 

segunda-feira, 26 de fevereiro de 2024

PENSAMENTO DO DIA 26.02.24

“No mesmo instante em que recebemos pedras em nosso caminho, flores estão sendo plantadas mais longe, mas quem desiste não as vê”.

 

Autor: William Shakespeare

EM PEREGRINAÇÃO

"Porque não temos aqui cidade permanente, mas buscamos a futura." - Paulo. (HEBREUS, 13:14.)

Risível é o instinto de apropriação indébita que assinala a maioria dos homens.

Não será a Terra comparável a grande carro cósmico, onde se encontra o espírito em viagem educativa? Se a criatura permanece na abastança material, apenas excursiona em aposentos mais confortáveis.

Se respira na pobreza, viaja igualmente com vistas ao mesmo destino, apesar da condição de segunda classe transitória.

Se apresenta notável figuração física, somente enverga efêmera vestidura de aspecto mais agradável, através de curto tempo, na jornada empreendida.

Se exibe traços menos belos ou caracterizados de evidentes imperfeições, vale-se de indumentária tão passageira quanto a mais linda roupagem do próximo, na peregrinação em curso.

Por mais que o impulso de propriedade ateie fogueiras de perturbações e discórdias, na maquinaria do mundo, a realidade é que homem algum possui no chão do Planeta domicílio permanente.

Todos os patrimônios materiais a que se atira, ávido de possuir, se desgastam e transformam.

Nos bens que incorpora ao seu nome, até o corpo que julga exclusivamente seu, ocorrem modificações cada dia, impelindo-o a renovar-se e melhorar-se para a eternidade.

Se não estás cego, pois, para as leis da vida, se já despertaste para o entendimento superior, examina, a tempo, onde te deixará, provisoriamente, o comboio da experiência humana, nas súbitas paradas da morte.

Livro: Vinha de Luz – Lição 028 – Médium: Chico Xavier – Espirito: Emmanuel.
Imagem Meramente ilustrativa – Fonte: Internet Google.
 

sexta-feira, 23 de fevereiro de 2024

Prece: POR BOA VONTADE

Senhor Jesus, Divino Amigo, que em nós a boa vontade de servir nunca escasseie...

Que não ludibriemos a própria consciência, respondendo com evasivas a quem conta conosco.

Sempre que chamados a cooperar, que não nos furtemos ao esforço que nos seja possível na consecução das boas obras.

A nossa diminuta boa vontade é que, gradativamente, nos subtrai à insignificância...

Se não somos capazes de grandes realizações, dá Senhor, que possamos cuidar do que esteja ao nosso alcance.

Tudo que é realizado com amor é digno de ser realizado.

Uma simples vassoura nas mãos de quem trabalha opera prodígios de higiene e bem-estar.

Se se dispõe a germinar, minúscula semente se multiplica em milhares de outras.

Senhor, encoraja-nos a boa vontade!...

Livro: Preces e Orações – Médium: Carlos A. Baccelli - Espírito: Irmão José. 
Imagem meramente ilustrativa – Fonte: Internet Google.
 

PENSAMENTO DO DIA 23.02.24

“Aprenda a viver dentro de suas possibilidades e nunca buscar uma vida de aparências”.

 

Autor: Chico Xavier

quarta-feira, 21 de fevereiro de 2024

PENSAMENTO DO DIA 21.02.24

“A melhor maneira de ser feliz com alguém é aprender a ser feliz sozinho, daí a companhia será uma questão de escolha e não de necessidade”.

 

Autor: Jô Soares

16 Ressurreição e Reencarnação

O EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO

Cap. 4 – Ninguém Pode Ver o Reino de Deus, Se Não Nascer de Novo

1 – E veio Jesus para os lados de Cesaréia de Felipe, e interrogou seus discípulos, dizendo: Quem dizem os homens que é o Filho do Homem? E eles responderam: Uns dizem que é João Batista, mas outros que é Elias, e outros que Jeremias ou algum dos Profetas. Disse-lhes Jesus: E vós, quem dizeis que sou eu? Respondendo Simão Pedro, disse: Tu és o Cristo, filho do Deus vivo. E respondendo Jesus, lhe disse: Bem aventurado és, Simão, filho de Jonas, porque não foi a carne e o sangue que te revelaram isso, mas sim meu Pai, que está nos Céus”. (Mateus, XVI: 13-17)

2 – E chegou a Herodes, o Tetrarca notícia de tudo o que Jesus obrava, e ficou como suspenso, porque diziam uns: É João que ressurgiu dos mortos; e outros: É Elias que apareceu; e outros: É um dos antigos profetas que ressuscitou. Então disse Herodes: Eu mandei degolar a João; quem é, pois, este, de quem ouço semelhantes coisas? E buscava ocasião de o ver. (Marcos, VI: 14-15; Lucas, IX: 7-9)

3 – (Após a transfiguração). E os discípulos lhe perguntaram, dizendo: Pois por que dizem os escribas que importa vir Elias primeiro? Mas ele, respondendo, lhes disse: Elias certamente há de vir, e restabelecerá todas as coisas: digo-vos, porém, que Elias já veio, e eles não o conheceram, antes fizeram dele quanto quiseram. Assim também o Filho do Homem há de padecer às suas mãos. Então compreenderam os discípulos que de João Batista é que ele lhes falara. (Mateus, XVII: 10-13; Marcos, XVIII: 10-12)

RESSURREIÇÃO E REENCARNAÇÃO

4 – A reencarnação fazia parte dos dogmas judeus, sob o nome de ressurreição. Somente os saduceus, que pensavam que tudo acabava com a morte, não acreditavam nela. As ideias dos judeus sobre essa questão, como sobre muitas outras, não estavam claramente definidas. Porque só tinham noções vagas e incompletas sobre a alma e sua ligação com o corpo. Eles acreditavam que um homem podia reviver, sem terem uma ideia precisa da maneira por que isso se daria, e designavam pela palavra ressurreição o que o Espiritismo chama, mais justamente, de reencarnação. Com efeito, a ressurreição supõe o retorno à vida do próprio cadáver, o que a Ciência demonstra ser materialmente impossível, sobretudo quando os elementos desse corpo já estão há muito dispersos e consumidos. 

A reencarnação é a volta da alma ou Espírito à vida corpórea, mas num outro corpo, novamente constituído, e que nada tem a ver com o antigo. A palavra ressurreição podia, assim, aplicar-se a Lázaro, mas não a Elias, nem aos demais profetas. Se, portanto, segundo sua crença, João Batista era Elias, o corpo de João não podia ser o de Elias, pois que João tinha sido visto criança e seus pais eram conhecidos. João podia ser, pois, Elias reencarnado, mas não ressuscitado.

5 – E havia um homem dentre os fariseus, por nome Nicodemos, senador dos judeus. Este, uma noite, veio buscar a Jesus, e disse-lhe: Rabi, sabemos que és mestre, vindo da parte de Deus, porque ninguém pode fazer estes milagres, que tu fazes, se Deus não estiver com ele. Jesus respondeu e lhe disse: Na verdade, na verdade te digo que não pode ver o Reino de Deus senão aquele que renascer de novo. Nicodemos lhe disse: Como pode um homem nascer, sendo velho? Porventura pode entrar no ventre de sua mãe e nascer outra vez? Respondeu-lhe Jesus: Em verdade, em verdade te digo que quem não nascer da água e do Espírito, não pode entrar no Reino de Deus, o que é nascido de carne é carne, e o que é nascido do Espírito é Espírito. Não te maravilhes de eu te dizer que vos importa nascer de novo. O Espírito sopra onde quer, e tu ouves a sua voz, mas não sabes de onde ele vem, nem para onde vai. Assim é todo aquele que é nascido do Espírito. Perguntou Nicodemos: Como se pode fazer isto? Respondeu Jesus: Tu és mestre em Israel, e não sabes estas coisas? Em verdade, em verdade te digo: que nós dizemos o que sabemos, e damos testemunho do que vimos, e vós, com tudo isso, não recebeis o nosso testemunho. Se quando eu vos tenho falado das coisas terrenas, ainda assim não me credes, como creríeis, se eu vos falasse das celestiais? (João, III: 1-12)

6 – A ideia de que João Batista era Elias, e de que os profetas podiam reviver na Terra, encontra-se em muitas passagens dos Evangelhos, notadamente nas acima reproduzidas (nº 1 a 3). Se essa crença fosse um erro, Jesus não deixaria de combatê-la, como fez com tantas outras. Longe disso, porém, ele a sancionou com toda a sua autoridade, e a transformou num princípio, fazendo-a condição necessária, quando disse: Ninguém pode ver o Reino dos Céus, se não nascer de novo. E insistiu, acrescentando: Não te maravilhes de eu ter dito que é necessário nascer de novo.

7 – Estas palavras: “Se não renascer da água e do Espírito”, foram interpretadas no sentido da regeneração pela água do batismo. Mas o texto primitivo diz simplesmente: Não renascer da água e do Espírito, enquanto que, em algumas traduções, a expressão do Espírito foi substituída por do Espírito Santo, o que não corresponde ao mesmo pensamento. Esse ponto capital ressalta dos primeiros comentários feitos sobre o Evangelho, assim como um dia será constatado sem equívoco possível.

8 – Para compreender o verdadeiro sentido dessas palavras, é necessário reportar à significação da palavra, que não foi empregada no seu sentido específico. Os antigos tinham conhecimentos imperfeitos sobre as ciências físicas, e acreditavam que a Terra havia saído das águas. Por isso, consideravam a água como o elemento gerador absoluto. É assim que encontramos no Gênesis: “O Espírito de Deus era levado sobre as águas”, “flutuava sobre as águas”, “que o firmamento seja no meio das águas”, “que as águas que estão sob o céu se reúnam num só lugar, e que o elemento árido apareça”, “que as águas produzam animais viventes, que nadem na água, e pássaros que voem sobre a terra e debaixo do firmamento”.

Conforme essa crença, a água se transformara no símbolo da natureza material, como o Espírito o era da natureza inteligente. Estas palavras: “Se o homem renascer da água e do Espírito”, ou “na água e no Espírito”, significam, pois: “Se o homem não renascer com o corpo e a alma”. Neste sentido é que foram compreendidas no princípio.

Esta interpretação se justifica, aliás, por estas outras palavras: “O que é nascido da carne é carne, e o que é nascido do Espírito é Espírito”. Jesus faz aqui uma distinção positiva entre o Espírito e o corpo. “O que é nascido da carne é carne”, indica claramente que o corpo procede apenas do corpo, e que o Espírito é independente dele.


9 – “O Espírito sopra onde quer, e ouves a sua voz, mas não sabes de onde vem nem para onde vai”, é uma passagem que se pode entender pelo Espírito de Deus que dá a vida a quem quer, ou pela alma do homem. Nesta última acepção, a sequência: “mas não sabes de onde vem nem para onde vai”, significa que não se sabe o que foi nem o que será o Espírito. Se, pelo contrário, o Espírito, ou alma, fosse criado com o corpo, saberíamos de onde ele vem, pois conheceríamos o seu começo. Em todo caso, esta passagem é a consagração do principio da preexistência da alma, e, por conseguinte da pluralidade das existências.

10 – Desde os tempos de João Batista até agora, o Reino dos Céus é tomado pela força, e os que fazem violência são os que o arrebatam. Porque todos os profetas e a lei, até João, profetizaram. E se vós o quereis bem compreender, ele mesmo é o Elias que há de vir. “O que tem ouvidos de ouvir, ouça”. (Mateus, XI: 12-15)

11 – Se o princípio da reencarnação, expresso em São João, podia, a rigor, ser interpretado num sentido puramente místico, já não aconteceria o mesmo nesta passagem de São Mateus, onde não há equívoco possível: “Ele mesmo é o Elias que há de vir”. Aqui não existe figura, em alegoria; trata-se de uma afirmação positiva. “Desde o tempo de João Batista até agora, o Reino dos Céus é tomado pela força”, que significam estas palavras, pois João ainda vivia no momento em que foram ditas? Jesus as explica, ao dizer: “E se vós o quereis bem compreender, ele mesmo é o Elias que há de vir”. Ora, João tendo sido Elias, Jesus alude ao tempo em que João vivia com o nome de Elias. “Até agora, o Reino dos Céus é tomado pela força”, é outra alusão à violência da lei mosaica, que ordenava o extermínio dos infiéis, para a conquista a Terra Prometida, Paraíso dos hebreus que, segundo a nova lei, o céu é ganho pela caridade e pela brandura. A seguir, acrescenta: “O que tem ouvidos de ouvir, ouça”. Essas palavras, tão frequentemente repetidas por Jesus, exprimem claramente que nem todos estavam em condições de compreender certas verdades.

12 – Os teus mortos viverão. Os meus, a quem tiraram a vida, ressuscitarão. Despertai e cantai louvores, vós os que habitais no pó, porque o orvalho que cai sobre vós é orvalho de luz, e arruinareis a terra e o reino dos gigantes”. (Isaias, XXVI: 19)

13 – Esta passagem de Isaias é também bastante clara: “Os teus mortos viverão”. Se o profeta tivesse querido falar da vida espiritual, se tivesse querido dizer que os mortos não estavam mortos em Espírito, teria dito: “ainda vivem”, e não: “viverão”. Do ponto de vista espiritual, essas palavras seriam um contra senso, pois implicariam uma interrupção na vida da alma. No sentido de regeneração moral, seriam as negações das penas eternas, pois estabelecem o princípio de que todos os mortos reviverão.

14 – Quando o homem morre uma vez, e seu corpo, separado do espírito, é consumido, em que se torna ele? Tendo o homem morrido uma vez, poderia ele reviver de novo? Nesta guerra em que me encontro, todos os dias de minha vida, estou esperando que chegue a minha mutação (Job, XIV: 10-14, segundo a tradução de Sacy).

Quando o homem morre, perde toda a sua força e expira depois, onde está ele? Se o homem morre, tornará a viver? Esperarei todos os dias de meu combate, até que chegue a minha transformação? 
(Id. Tradução protestante de Osterwald).

Quando o homem está morto, vive sempre; findando-se os dias da minha existência terrestre, esperarei, porque a ela voltarei novamente. (Id. Versão da Igreja Grega).

15 – O princípio da pluralidade das existências está claramente expresso nessas três versões. Não se pode supor que Job quisesse falar da regeneração pela água do batismo, que ele certamente não conhecia. “Tendo o homem morrido uma vez, poderia ele reviver de novo?” A ideia de morrer uma vez e reviver implicam a de morrer e reviver muitas vezes. A versão da Igreja Grega é ainda mais explicita, se possível: “Findando-se os dias da minha existência terrestre, esperarei, porque a ela voltarei novamente”. Quer dizer: eu voltarei à existência terrena. Isto é tão claro como se alguém dissesse. “Saio de casa, mas a ela voltarei.”

“Nesta guerra em que me encontro, todos os dias de minha vida, estou esperando que chegue a minha mutação”. Job quer falar, evidentemente, da luta que sustenta as misérias da vida. Ele espera a sua mutação, ou seja, ele se resigna. Na versão grega, a expressão “esperarei”, parece antes se aplicar à nova existência: “Findando-se os dias da minha existência terrestre, esperarei, porque a ela voltarei novamente”, Job parece colocar-se, após a morte, num intervalo que separa uma existência de outra, e dizer que ali esperará o seu retorno.

16 – Não é, pois, duvidoso, que sob o nome de ressurreição, o princípio da reencarnação fosse uma das crenças fundamentais dos judeus, e que ela foi confirmada por Jesus e pelos profetas, de maneira formal. Donde se segue que negar a reencarnação é renegar as palavras do Cristo. Suas palavras, um dia, constituirão autoridade sobre este ponto, como sobre muitos outros, quando forem meditadas sem partidarismo.

17 – A essa autoridade, de natureza religiosa, virá juntar-se no plano filosófico, a das provas que resultam da observação dos fatos. Quando dos efeitos se quer remontar às causas, a reencarnação aparece como uma necessidade absoluta, uma condição inerente à humanidade, em uma palavra, como uma lei da natureza. Ela se revela, pelos seus resultados, de maneira por assim dizer material, como o motor oculto se revela pelo movimento que produz. Somente ela pode dizer ao homem de onde ele vem, para onde vai, por que se encontra na Terra, e justificar todas as anomalias e todas as injustiças aparentes da vida.

Sem o princípio da preexistência da alma e da pluralidade das existências, a maior parte das máximas do Evangelho são ininteligíveis, e por isso tem dado motivo a interpretações tão contraditórias. Esse princípio é a chave que deve restituir-lhes o verdadeiro sentido.

Imagem meramente ilustrativa – Fonte: Internet Google.
 

segunda-feira, 19 de fevereiro de 2024

PENSAMENTO DO DIA 19.02.24

“Solidários seremos união; separados uns dos outros seremos pontos de vista: juntos alcançaremos a realização de nossos propósitos”.

 

Autoria: Adolfo Bezerra de Menezes Cavalcanti

Estória: O Remédio

Dentre todos os garotos da vizinhança, Juquinha era o mais levado.

Cheio de energia, estava sempre inventando algo para fazer.

Quando não estava no telhado da casa, arriscando-se a cair e quebrar o pescoço, ele estava em cima do muro do vizinho mexendo com as pessoas que passavam na rua.

Gostava também de apanhar, às escondidas, frutos no pomar do senhor José. De outras vezes, ele subia nas árvores arrancando dali ninhos de pobres aves indefesas, destruindo-os depois, pelo simples prazer de destruir.

Os garotos da rua o temiam e muitos não brincavam com ele para evitar brigas e encrencas.

A mãe de Juquinha dava-lhe sempre bons conselhos, mas ele ria, e saía de perto sem lhe atender aos apelos.

Dona Joana tentava fazer com que Juquinha se interessasse em mudar de vida, e explicava-lhe que não devia agir de maneira maldosa, causando confusão e inimizades.

Quando era dia do Evangelho no Lar, dona Joana procurava atrair Juquinha para a reunião singela, ciente de que as preces e leituras das passagens evangélicas poderiam auxiliar poderosamente na mudança de atitudes do filho, mas qual nada!...

Juquinha alegava obrigações inadiáveis e fugia ao convívio carinhoso da família.

Triste, dona Joana elevava o pensamento em prece e, com o coração repleto de emoção, suplicava a ajuda de Jesus. Não desejava que seu filho persistisse no mal e temia, com justa razão, que com o passar do tempo, ele se tornasse cada vez pior.

Sabia que, se não conseguisse incutir nele ideias sadias de amor, trabalho, devotamento, respeito, piedade, etc., enquanto ainda era um garoto, depois seria mais difícil.

E atendendo às súplicas do seu coração generoso, a resposta do Alto não se fez esperar.

Certo dia, enquanto fugia do proprietário de uma chácara aonde fora roubar frutas, Juquinha caiu do muro, fraturando um osso da perna.

Como consequência, ele, que nunca parava em casa e estava sempre inventando alguma arte, foi obrigado a permanecer preso a uma cadeira de rodas sem poder caminhar por quarenta dias.

E, quando Juquinha reclamava da inatividade forçada, dona Joana respondia-lhe com um sorriso:

— Tenha paciência, meu filho. Este foi o remédio que Deus encontrou para que você pudesse dar um novo rumo à sua vida e repensar suas atitudes.

E, com um suspiro aliviado, completava satisfeita:

— Podia ser pior!...

Autoria: Célia Xavier Camargo
Imagem meramente ilustrativa – Fonte: Internet Google.
 

sexta-feira, 16 de fevereiro de 2024

PENSAMENTO DO DIA 16.02.24

“Ninguém jamais calculou com exatidão, nem mesmo os poetas, o quanto suporta um coração”.

 

Autoria: Zelda Fitzgerald

Poesia: NUNCA ESMOREÇAS

Alma fraterna, recorda:
Os momentos infelizes,
Parecem noites de crises
Em que o céu lembra um vulcão;

Ribombam trovões no espaço,
Coriscos falam da morte,
Passa irado o vento forte,
Tombando troncos no chão...

Os animais pequeninos
Gritam pedindo socorro
Descendo de morro em morro,
Cai a enxurrada a correr...

Mas finda a borrasca enorme,
No escuro da madrugada,
Em riscas de luz dourada,
Vem o novo amanhecer.

Assim também na vida,
Se atravessas grandes provas,
Na estrada em que te renovas,
Guarda a calma ativa e sã;

Sofre, mas serve e caminha,
Vence a sombra que te invade,
Se a hora é de tempestade,
Há novo dia amanhã...

Médium: Chico Xavier – Espírito: Emmanuel.
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quarta-feira, 14 de fevereiro de 2024

PENSAMENTO DO DIA 14.02.24

“A gratidão dá sentido ao nosso passado, traz paz para o hoje, e cria uma visão para o amanhã”.

 

Autoria: Melody Beattie

Prece: POR PROTEÇÃO

Protege-nos, Senhor, sobretudo de nós mesmos...

Ensina-nos a buscar no Bem a fortaleza de espírito.

Sê o nosso abrigo!

Se conspiram contra nós, advoga-nos a causa.

Se tramam contra a nossa felicidade, confiamos a nossa vida em Tuas mãos.

És nossa luz, és nosso norte...

Contigo, jamais nos perderemos e as sombras do mal não nos alcançarão.

Sob o Teu olhar, caminharemos sem receio algum...

Na alegria e na tristeza, estarás sempre conosco.

Confiantes em Ti, venceremos todos os obstáculos.

Sabemos que nos amas, Senhor - eis o que nos basta.

Somos Teus para sempre!

Livro: Preces e Orações – Médium: Carlos A. Baccelli - Espírito: Irmão José.
Imagem meramente ilustrativa – Fonte: Internet Google.
 

sexta-feira, 9 de fevereiro de 2024

PENSAMENTO DO DIA 09.02.24

“A força de um homem não está na coragem de atacar, mas na capacidade de resistir aos ataques”.

 

Autor: Morihei Ueshiba

Poesia: Sê

Se você não puder ser um pinheiro no topo de uma colina, 
Sê um arbusto no vale - mas sê 
O melhor arbusto à margem do regato.
 
Sê um ramo, se não puder ser uma árvore. 
Se não puderes ser um ramo, sê um pouco de relva 
E dá alegria a um caminho. 

Se não puderes ser uma estrada, 
Sê apenas um senda.
 
Se não puderes ser Sol, sê uma estrela. 
Não é pelo tamanho que terás êxito ou fracasso... 

Mas sê melhor no que quer que sejas! 

Autor: Douglas Malloch 

Imagem meramente ilustrativa – Fonte: Internet Google.
 

quarta-feira, 7 de fevereiro de 2024

PENSAMENTO DO DIA 07.02.24

“A sociedade não é mais do que o desenvolvimento da família: se o homem sai da família corrupto, corrupto entrará na sociedade”.

 

Autor: Henri Lacordaire

15 Os Laços de Família são Fortalecidos pela Reencarnação e Rompidos pela Unicidade da Existência

O EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO

Cap. 4 – Ninguém Pode Ver o Reino de Deus, Se Não Nascer de Novo

18 – Os laços de família não são destruídos pela reencarnação, como pensam certas pessoas. Pelo contrário, são fortalecidos e reapertados. O princípio oposto é que os destrói.

Os Espíritos formam, no espaço, grupos ou famílias, unidos pela afeição, pela simpatia e a semelhança de inclinações. Esses Espíritos, felizes de estarem juntos, procuram-se. A encarnação só os separa momentaneamente, pois que, uma vez retornando a erraticidade, eles se reencontram, como amigos na volta de uma viagem. Muitas vezes eles seguem juntos na encarnação, reunindo-se numa mesma família ou num mesmo círculo, e trabalham juntos para o seu progresso comum. Se uns estão encarnados e outros não, continuarão unidos pelo pensamento. Os que estão livres velam pelos que estão cativos, os mais adiantados procurando fazer progredir os retardatários. Após cada existência terão dado mais um passo na senda da perfeição.

Cada vez menos apegados à matéria, seu afeto é mais vivo, por isso mesmo que mais purificado, não perturbado pelo egoísmo nem obscurecido pelas paixões. Assim, eles poderiam percorrer um número ilimitado de existências corporais, sem que nenhum acidente perturbe sua afeição comum.

Estenda-se bem que se trata aqui da verdadeira afeição espiritual, de alma para alma, a única que sobrevive à destruição do corpo, pois os seres que se unem na Terra apenas pelos sentidos, não têm nenhum motivo para se preocuparem no mundo dos Espíritos. Só são duráveis as afeições espirituais. As afeições carnais extinguem-se com a causa que as provocou; ora, essa causa deixa de existir no mundo dos Espíritos, enquanto a alma sempre existe. Quanto às pessoas que se unem somente por interesse, nada são realmente uma para outra: a morte as separa na Terra e no Céu.

19 – A união e a afeição entre parentes indicam a simpatia anterior que as aproximou. Por isso, diz-se de uma pessoa cujo caráter, cujos gostos e inclinações nada têm de comum com os dos parentes, que ela não pertence à família. Dizendo isso, enuncia-se uma verdade maior do que se pensa. Deus permite essas encarnações de Espíritos antipáticos ou estranhos nas famílias, com a dupla finalidade de servirem de provas para uns e de meio de progresso para outros. Os maus se melhoram pouco a pouco, ao contato dos bons e pelas atenções que deles recebem, seu caráter se abranda, seus costumes se depuram, as antipatias desaparecem. É assim que se produz a fusão das diversas categorias de Espíritos, como se faz na Terra entre a raças e os povos.

20 – O medo do aumento indefinido da parentela, em consequência da reencarnação, é um medo egoísta, provando que não se possui uma capacidade de amor suficientemente ampla, para abranger um grande número de pessoas. Um pai que tem numerosos filhos, por acaso os amaria menos do que se tivesse apenas um? Mas que os egoístas se tranquilizem, pois esse medo não tem fundamento. Do fato de ter um homem dez encarnações, não se segue que tenha de encontrar no mundo dos Espíritos dez mães, dez esposas e um número proporcional de filhos e de novos parentes. Ele sempre encontrará os mesmos que foram objetos de sua afeição, que lhe estiveram ligados na Terra por diversas maneiras, e talvez pelas mesmas maneiras.

21 – Vejamos agora as consequências da doutrina anti-reencarnacionista. Essa doutrina exclui necessariamente a preexistência da alma, e as almas sendo criadas ao mesmo tempo em que os corpos, não existe entre elas nenhuma ligação anterior. São, pois, completamente estranhas umas às outras. O pai é estranho para o filho, e a união das famílias fica assim reduzida unicamente à filiação corporal, sem nenhuma ligação espiritual. Não haverá, portanto nenhum motivo de vanglória por se ter entre os antepassados algumas personagens ilustres. Com a reencarnação, antepassados e descendentes podem ser conhecidos, ter vivido juntos, podem se ter amado, e mais tarde se reunirem de novo para estreitar os seus laços de simpatia.

22 – Isso no tocante ao passado. Quanto ao futuro, segundo os dogmas fundamentais que decorrem do princípio anti-reencarnacionista, a sorte das almas está irrevogavelmente fixada após uma única existência. Essa fixação definitiva da sorte implica a negação de todo o progresso, pois se há algum progresso, não pode haver fixação definitiva da sorte. Segundo tenham elas bem ou mal vivido, vão imediatamente para a morada dos bem-aventurados ou para o inferno eterno. Ficam assim imediatamente separadas para sempre, sem esperanças de jamais se reunirem, de tal maneira que pais, mães e filhos, maridos e esposas, irmãos e amigos, não têm nunca a certeza de se reverem: é a mais absoluta ruptura dos laços de família.

Com a reencarnação, e o progresso que lhe é consequente, todos os que se amam se encontram na terra e no espaço, e juntos gravitam para Deus. Se há os que fracassam no caminho, retardam o seu adiantamento e a sua felicidade. Mas nem por isso as esperanças estão perdidas. Ajudados, encorajados e amparados pelos que os amam, sairão um dia do atoleiro em que caíram. Com a reencarnação, enfim, há perpétua solidariedade entre os encarnados e os desencarnados, do que resulta o estreitamento dos laços de afeição.

23. Em resumo, quatro alternativas se apresentam ao homem, para o seu futuro de além-túmulo: 

1º) o nada, segundo a doutrina materialista; 

2º) a absorção no todo universal, segundo a doutrina panteísta; 

3º) a conservação da individualidade, com fixação definitiva da sorte, segundo a doutrina da Igreja;  

4º) a conservação da individualidade, com o progresso infinito, segundo a doutrina espírita. 

De acordo com as duas primeiras, os laços de família são rompidos pela morte, e não há nenhuma esperança de se reencontrarem; com a terceira, há possibilidade de se reverem, contanto que esteja no mesmo meio, podendo esse meio ser o inferno ou o paraíso; com a pluralidade das existências, que é inseparável do progresso gradual, existe a certeza da continuidade das relações entre os que se amam, e é isso o que constitui a verdadeira família.

Imagem meramente ilustrativa – Fonte: Internet Google.
 

segunda-feira, 5 de fevereiro de 2024

PENSAMENTO DO DIA 05.02.24

“Os seres humanos que se apegam demasiado aos valores materiais são obrigados a reencarnar incessantemente, até compreenderem que SER é mais importante que TER.”

 

Autor: Buda 563-483 A.C.

Estória: O Intruso

Alberto era uma criança muito feliz. Tinha apenas quatro anos e sentia-se o centro do Universo. Rodeado pelo amor de quantos conviviam com ele, bastava que manifestasse um desejo e logo os pais se apressavam em satisfazê-lo.

O quarto de Alberto, decorado especialmente para ele, era cheio de brinquedos.

Certo dia a mamãe informou, com lindo e doce sorriso:

— Alberto, você vai ganhar um irmãozinho!

O menino sentiu que o mundo desabava sobre sua cabecinha. Não sabia bem o que era isso, mas percebeu que sua vida ia ser invadida por um estranho. Ouvindo a mãe referir-se ao intruso com amor, dentro dele acendeu-se uma luz de alerta que parecia dizer:

— PERIGO! PERIGO! PERIGO!...

Com o passar dos dias, suas suspeitas se confirmaram. Um dia a mamãe convidou:

— Vamos sair e comprar roupinhas para o bebê?

E lá foram eles percorrer as lojas e escolher roupinhas e presentes para o intruso.

E dali por diante era sempre assim:

— Temos que comprar móveis para o quarto do bebê!

— O bebê vai precisar de uma banheira!

— Que tal comprar ursinhos de pelúcia para enfeitar o quarto do bebê?

Que tal comprar isso, que tal comprar aquilo... Era sempre assim.

E não parou por aí. Um dia a mamãe chamou Alberto e perguntou com delicadeza:

— Filhinho, quer trocar de quarto?

— Por quê?

— Porque eu e seu pai achamos que será melhor montar o quarto do bebê ali.

— Por quê?

— Você ficará com um quarto maior e mais bonito. Você se incomoda?

Alberto não se incomodou e mudou de quarto. Mas só por fora. Por dentro, a cada dia gostava menos desse “irmãozinho” que nem chegara e já fazia tanta confusão em sua vida.

A barriga da mamãe começou a aumentar, e ela falava com carinho:

— Veja, Alberto, o nenê está se mexendo. Coloque a mão na minha barriga e sinta.

— Não. Não quero.

— Então venha almoçar, meu filho.

— Não.

— Por que não quer comer?

— Porque não gosto dessa comida.

E Alberto, num repente, empurrou o prato que caiu ao chão em mil pedaços, espalhando comida para todo lado.

Ele mostrava-se irritado, nervoso, e a mãe perguntou:

— Por que fez isso? De uns tempos para cá, você está ficando insuportável, meu filho. Está manhoso e chorão, coisa que nunca foi. Se continuar assim, vai levar umas boas palmadas no bumbum.

Alguns meses depois, a mãe foi para a maternidade, e Alberto ficou a sentir-se sozinho e abandonado, em casa. Na verdade, ficou com a vovó, enquanto o pai acompanhava a mamãe até o hospital.

Quando sua mãe voltou, trazia um embrulho nos braços. Alberto, saudoso, correu para abraçá-la, gritando de alegria:

— Mamãe! Senti muito a sua falta! Que bom que você voltou!

Em vez de abraçá-lo com carinho, ela disse:

— Cuidado, meu filho! Não faça barulho. Vai acordar o bebê. Veja, Alberto, é seu irmãozinho! Não é lindo?

O garoto contemplou o pequeno rosto vermelho que saía do meio das roupas e deu sua opinião:

— Não. Ele é feio. Muito feio.

Se Alberto achava que antes o bebê ocupava muito o tempo e as atenções da mãe, agora então nem se fala! Ele desejava ficar junto da mãe, mas o colo dela estava sempre ocupado. Lidava o dia inteiro com o bebê. Dava de mamar, trocava as fraldas, dava banho, fazia dormir.

Nem durante a noite “aquela coisinha” dava sossego. Ninguém mais dormia naquela casa. O intruso chorava o tempo todo.

E as visitas? Gente que nunca tinha aparecido na sua casa, agora vinha visitar e trazer presentes. Sabem para quem? Para o bebê, é claro!

Cada vez mais Alberto sentia-se infeliz e descontente. E cheio de raiva, também.

Enquanto a mãe conversava com as amigas, ele aproximava-se do bebê fingindo abraçá-lo. Apertava suas bochechas. No fundo, gostaria mesmo é de machucar aquele intruso.

— Veja como ele gosta do irmãozinho! Não sai de cima dele! — dizia a mãe, convicta.

— Alberto está com ciúmes porque perdeu o colo!

O menino olhou para a mulher que tinha dito aquelas palavras, fez uma careta e saiu da sala, emburrado.

Ele não sabia o que fazer. A cada dia o “inimigo” ganhava mais espaço e ele era deixado de lado.

A mamãe, percebendo o que estava acontecendo com Alberto, tomou-o no colo com muito carinho e disse:

— Meu filho, nós o amamos muito. Não é porque ganhamos um outro bebê que deixamos de amar você. Os pais amam os filhos da mesma maneira e com o mesmo amor. Deus, que é Pai de todas as criaturas, nos deu a vida e nos colocou em famílias para que pudéssemos viver juntos nos ajudando mutuamente e aprendendo uns com os outros. Seu irmãozinho é um espírito que o Papai do Céu mandou para que nós cuidássemos dele, protegendo-o e educando-o de forma a se conduzir bem na vida. Entendeu? Você não precisa ficar com ciúmes dele. O que acontece é que, no momento, ele precisa mais de mim. Como você, quando era bebê!

Alberto ficou mais tranquilo depois dessa conversa e, com o passar do tempo, foi prestando mais atenção no bebê, até que, um dia, ele sorriu! Aquela coisinha feia e desengonçada, abriu um lindo sorriso.

Foi tão inesperado que deixou Alberto surpreso e encantado.

— Mamãe! Veja, ele sorriu para mim. O bebê é meu amigo!

— Viu? Ele gosta de você, meu filho. O primeiro sorriso dele foi para você!

A partir desse dia, Alberto passou a ver o irmão com outros olhos. Já não o achava tão feio. Até que era engraçadinho!

A mãe agora tinha mais tempo para Alberto e, sempre que necessário, pedia sua ajuda para cuidar do bebê, enquanto fazia os serviços domésticos.

Sentindo-se mais seguro e feliz, Alberto esperava ansiosamente que o irmãozinho crescesse para poderem brincar juntos.

Afinal, o bebê não era mais um intruso. Era seu amigo!

Autoria: Célia Xavier Camargo
Imagem meramente ilustrativa – Fonte: Internet Google.
 

sexta-feira, 2 de fevereiro de 2024

PENSAMENTO DO DIA 02.02.24

“A bondade em palavras cria confiança; a bondade em pensamento cria profundidade; a bondade em dádiva cria amor”.

 

Autor: Lao Tsé

Biografia: JOSÉ ALVES DE OLIVEIRA

1912 – 1992

Desencarnou em 10 de agosto de 1992 na cidade de Valença, RJ, e nasceu em Portugal, em 05 de setembro de 1912.

Trabalhou no jornal Mundo Espírita, a convite de seu fundador, Henrique Andrade, enquanto era editado no Rio de Janeiro. Colaborou com vários outros noticiosos espíritas.

Algumas casas espíritas tiveram a sua colaboração, como: Centro Espírita 18 de Abril, com Deolindo Amorim, Grupo da Fraternidade Irmã Scheila com Ruth Santana; ABRAJEE e Liga Espírita do Brasil.

Foi efetivo participante de vários Congressos e deixou algumas obras de sua autoria.

Fonte do texto: Biografias Espíritas – Imagem meramente ilustrativa(não tenho como comprovar se a imagem é realmente do homenageado) - Fonte: Internet Google.