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quarta-feira, 7 de abril de 2010


O EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO

Cap. 5 – Bem Aventurados Os Aflitos

Esquecimento do Passado

11 – É em vão que se aponta o esquecimento como um obstáculo ao aproveitamento da experiência das existências anteriores. Se Deus considerou conveniente lançar um véu sobre o passado, é que isso deve ser útil. Com efeito, a lembrança do passado traria inconvenientes muito graves. Em certos casos, poderia humilhar-nos estranhamente, ou então exaltar o nosso orgulho, e por isso mesmo dificultar o exercício do nosso livre arbítrio. De qualquer maneira, traria perturbações inevitáveis às relações sociais.

O Espírito renasce freqüentemente no mesmo meio em que viveu, e se encontra em relação com as mesmas pessoas, a fim de reparar o mal que lhes tenha feito. Se nelas reconhecesse as mesmas que havia odiado, talvez o ódio reaparecesse. De qualquer modo, ficaria humilhado perante aquelas pessoas que tivesse ofendido.

Deus nos deu, para nos melhorarmos, justamente o que necessitamos e nos é suficiente: a voz da consciência e as tendências instintivas; e nos tira o que poderia prejudicar-nos.

O homem traz, ao nascer, aquilo que adquiriu. Ele nasce exatamente como se fez. Cada existência é para ele um novo ponto de partida.

Pouco lhe importa saber o que foi: se estiver sendo punido, é porque fez o mal, e suas más tendências atuais indicam o que lhe resta corrigir em si mesmo. É sobre isso que ele deve concentrar toda a sua atenção, pois daquilo que foi completamente corrigido já não restam sinais. As boas resoluções que tomou são a voz da consciência, que o adverte do bem e do mal e lhe dá a força de resistir às más tentações.

De resto, esse esquecimento só existe durante a vida corpórea. Voltando à vida espiritual, o Espírito reencontra a lembrança do passado. Trata-se, portanto, apenas de uma interrupção momentânea, como a que temos na própria vida terrena, durante o sono, e que não nos impede de lembrar, no outro dia, o que fizemos na véspera e nos dias anteriores.

Da mesma maneira, não é somente após a morte que o Espírito recobra a lembrança do passado. Pode dizer-se que ele nunca a perde, pois a experiência prova que, encarnado, durante o sono do corpo, ele goza de certa liberdade e tem consciência de seus atos anteriores. Então, ele sabe por que sofre, e que sofre justamente. A lembrança só se apaga durante a vida exterior de relação. A falta de uma lembrança precisa, que poderia ser-lhe penosa e prejudicial às suas relações sociais, permite-lhe haurir novas forças nesses momentos de emancipação da alma, se ele souber aproveitá-los.

terça-feira, 6 de abril de 2010


Ação da Amizade


A amizade é o sentimento que imanta as almas unas às outras, gerando alegria e bem-estar.

A amizade é suave expressão do ser humano que necessita intercambiar as forças da emoção sob os estímulos do entendimento fraternal.

Inspiradora de coragem e de abnegação, a amizade enfloresce as almas, abençoando-as com resistências para as lutas.

Há, no mundo moderno, muita falta de amizade!

O egoísmo afasta as pessoas e as isola.

A amizade as aproxima e irmana.

O medo agride as almas e infelicita.

A amizade apazigua e alegra os indivíduos.

A desconfiança desarmoniza as vidas e a amizade equilibra as mentes, dulcificando os corações.

Na área dos amores de profundidade, a presença da amizade é fundamental.

Ela nasce de uma expressão de simpatia, e firma-se com as raízes do afeto seguro, fincadas nas terras da alma.

Quando outras emoções se estiolam no vaivém dos choques, a amizade perdura, companheira devotada dos homens que se estimam.

Se a amizade fugisse da Terra, a vida espiritual dos seres se esfacelaria.

Ela é meiga e paciente, vigilante e ativa.

Discreta, apaga-se, para que brilhe aquele a quem se afeiçoa.

Sustenta na fraqueza e liberta nos momentos de dor.

A amizade é fácil de ser vitalizada.

Cultivá-la, constitui um dever de todo aquele que pensa e aspira, porquanto, ninguém logra êxito, se avança com aridez na alam ou indiferente ao elevo da sua fluidez.

Quando os impulsos sexuais do amor, nos nubentes, passam, a amizade fica.

Quando a desilusão apaga o fogo dos desejos nos grandes romances, se existe amizade, não se rompem os liames da união.

A amizade de Jesus pelos discípulos e pelas multidões dá-nos, até hoje, a dimensão do que é o amor na sua essência mais pura, demonstrando que ela é o passo inicial para essa conquista superior que é meta de todas as vidas e mandamento maior da Lei Divina.


Livro: Momentos de Esperança – Médium: Divaldo Pereira Franco - Espírito: Joanna de Ângelis.

segunda-feira, 5 de abril de 2010


APARÊNCIAS


Não acuse o irmão que parece mais abastado. Talvez seja simples escravo de compromissos.

Não condene o companheiro guindado à autoridade. É provável seja ele mero devedor da multidão.

Não inveje aquele que administra, enquanto você obedece. Muitas vezes, é um torturado.

Não menospreze o colega conduzido a maior destaque. A responsabilidade que lhe pesa nos ombros pode ser um tormento incessante.

Não censure a mulher que se apresenta suntuosamente. O luxo, provavelmente, lhe constitui amarga provação.

Não critique as pessoas gentis que parecem insinceras, à primeira vista. Possivelmente, estarão evitando enormes crimes ou grandes desânimos.

Não se agaste com o amigo mal-humorado. Você não lhe conhece todas as dificuldades íntimas.

Não se aborreça com a pessoa de conversação ainda fútil. Você também era assim quando lhe faltava experiência.

Não murmure contra os jovens menos responsáveis. Ajude-os, quanto estiver ao seu alcance, recordando que você já foi leviano para muita gente.

Não seja intolerante em situação alguma. O relógio bate, incessante, e você será surpreendido por inúmeros problemas difíceis em seu caminho e no caminho daqueles que você ama.


Livro: Agenda Cristã – Médium: Chico Xavier – Espírito: André Luiz.

domingo, 4 de abril de 2010


NO PASSEIO MATINAL


Dionísio, o moleiro, muito cedo partiu em companhia do filhinho, na direção de grande milharal.

A manhã se fizera linda.

Os montes próximos pareciam vestidos em gaze esvoaçante.

As folhas da erva, guardando, ainda, o orvalho noturno, assemelhavam-se a caprichoso tecido verde, enfeitado de pérolas. Flores vermelhas, aqui e ali, davam a idéia de jóias espalhadas no chão.

As árvores, muito grandes, à beira da estrada, despertavam, de leve, à passagem do vento.

O Sol aparecia brilhante, revestindo a paisagem numa coroa resplandecente.

Reinaldo, o pequeno guiado pela mão paterna, seguia num deslumbramento. Não sabia o que mais admirar: se o lençol de neblina muito alva, se o horizonte inflamado de luz. Em dado momento, perguntou feliz:

— Papai, de quem é todo este mundo?

— Tudo pertence ao Criador, meu filho —esclareceu o moleiro, satisfeito —; o Sol, o ar, as águas, as árvores e as flores, tudo, tudo, é obra d’Ele, nosso Pai e Senhor.

— Para que tudo isto? — continuou o petiz contente.

— A fim de recebermos esta escola divina, que é a Terra.

— Escola?

— Sim, filho — tornou o genitor paciente —, aqui devemos aprender, no trabalho, a amar-nos uns aos outros, aprimorando sentimentos, quanto devemos aperfeiçoar o solo que pisamos, transformando colinas, planícies e pedras em cidades, fazendas, estábulos, pomares, milharais e jardins.

Reinaldo não entendeu de pronto, o que significava “aprimorar sentimentos”; contudo, sabia perfeitamente o que vinha a ser a remoção dum monte empedrado. Surpreso, voltou a indagar:

— Então, papai, somos obrigados a trabalhar tanto assim? Como será possível modificar este mundo tão grande?

O moleiro pensou alguns instantes e observou:

— Meu filho, já ouvi dizer que uma andorinha vagueava só, quando notou que um incêndio lavrava em seu campo predileto, O fogo consumia plantas e ninhos. Em vão, gritou por socorro. Reconhecendo que ninguém lhe escutava as súplicas, pôs-se rápida para o córrego não distante, mergulhando as pequenas asas na água fria e límpida; daí, voltava para a zona incendiada, sacudindo as asas molhadas sobre as chamas devoradoras, procurando apagá-las. Repetia a operação, já por muitas vezes, quando se aproximou um gavião preguiçoso, indagando-lhe com ironia: — “Você, em verdade, acredita combater um incêndio tão grande com algumas gotas d’água?“ A avezinha prestativa, porém, respondeu, calma: — “É provável que eu não possa fazer a obra toda; entretanto, sou imensamente feliz cumprindo o meu dever.

O moleiro fez uma pausa e interrogou o filho:

— Não acredita você que podemos imitar semelhante exemplo? Se todos procedessem como a andorinha operosa e vigilante, em pouco tempo toda a Terra estaria transformada num paraíso.

O menino calou-se, entendendo a extensão do ensinamento e, no íntimo, contemplando a beleza do quadro matinal, desde as margens do caminho até a montanha distante, prometeu a si mesmo que procuraria cumprir no mundo todas as obrigações que lhe coubessem na obra sublime do Infinito Bem.


Livro: Alvorada Cristã – Médium: Chico Xavier - Espírito: Néio Lúcio.

sábado, 3 de abril de 2010

Hoje, eu tive o prazer de publicar na coluna “Grandes Nomes do Espiritismo” a biografia de EDGARD ARMOND, cuja historia de vida espírita se mistura com a história da Federação Espírita do Estado de São Paulo; casa que eu presto humilde colaboração a mais de dezoito anos no colegiado de médiuns juntamente com o “Espírito Edgard Armond”; biografia esta, com relato detalhado e interessante a todos espíritas.

TROVAS DE AVISO



Duas regras infalíveis

Na santa escola do bem:

Quem não estuda não sabe,

Quem não trabalha não tem.



Alegria de uma casa

Tem este preço comum:

Um tanto de caridade

Da parte de cada um.



Livro: Antologia da Criança – Médium: Chico Xavier – Espírito: Múcio Teixeira.





PRECE



Meu Senhor, Sábio dos Sábios,

Pai de toda a Criação,

Põe a doçura em meus lábios

E a fé no meu coração.



Sol de amor que me conduz

Na vida em que me agasalho,

Enche os meus olhos de luz

E as minhas mãos de trabalho.



Dá-me forças no caminho,

Para lutar e vencer,

Transformando todo espinho

Em flores do meu dever.



Pai, não Te esqueças de mim,

Nas bênçãos da compaixão,

Guarda-me em Teu coração

De paz e de amor sem fim.



Livro: Antologia da Criança – Médium: Chico Xavier – Espírito: João de Deus.

sexta-feira, 2 de abril de 2010



CHICO XAVIER


Dados pessoais:
Nome: Francisco Cândido Xavier
Nascimento: 2 de abril de 1910, na cidade de Pedro Leopoldo, Minas Gerais
Homem: médium espírita
Desencarne: 30 de junho de 2002, em Uberaba, Minas Gerais.


PASSAGENS INTERESSANTES

A vida de Chico Xavier é entremeada de muitos fatos, entre os quais, relatamos:
1º) para auxiliar um cego que tinha sofrido uma queda, precisou da colaboração de 2 prostitutas, que depois mudaram de vida em virtude de suas preces;
2º) relata o episódio do avião, que em pleno vôo começou a fazer peripécias no espaço e, ele como os demais tripulantes, começaram a gritar no que Emmanuel retruca: "Se tiver de morrer, morra com educação";
3º) sua vizinha roubava-lhe as verduras. Pede auxílio à sua mãe, já desencarnada. Esta aconselha-o, quando todos saírem, a entregar a chave da casa para a vizinha tomar conta. Conseqüência: acabou o furto.



Francisco Cândido Xavier nasceu no dia 2 de abril de 1910, na cidade de Pedro Leopoldo, Minas Gerais, começando o seu longo sofrimento desde os primeiros anos de sua existência. Quando tinha 5 anos de idade sua mãe veio a falecer. De família numerosa e poucas posses, seu pai achou por bem distribuir os filhos entre os parentes. Na diáspora da família, Chico vai para a casa da madrinha, dona Maria Rita de Cássia, uma mulher extremamente maldosa que, entre outras, dava-lhe uma surra todo o dia, enfiava o garfo em sua barriga e, certa vez, obrigou-o a lamber a ferida de um outro menino adotivo.

O fenômeno mediúnico é o marco fundamental de sua existência. Hoje, tem mais de 400 obras psicografadas, que transformadas em tempo, perfazem aproximadamente 11 anos de transe mediúnico. Sua atividade mediúnica começou desde garoto, isto é, desde os 5 anos de idade, quando já conversava com sua mãe desencarnada. Dela recebia uma série de conselhos que o ajudaram a suportar todos os revezes e dissabores de sua infância sofrida junto à sua madrinha. Educado no catolicismo, não foi muito fácil a aceitação dos parentes e amigos sobre o desenvolvimento de sua mediunidade.


O Espírito Emmanuel é o seu guia protetor. Esse espírito, como a maioria dos Espíritas sabe, foi Públio Lêntulus, senador romano da Antigüidade. Diz-se também que ele teve uma reencarnação no Brasil como Padre Manoel da Nóbrega. É por intermédio de Emmanuel que o Chico Xavier escreveu a maioria de seus livros. Além disso, guia-o, inclusive, no aprimoramento do idioma português, para melhor expressar a Doutrina dos Espíritos. Confessa isso no programa Pinga Fogo, levado ao ar pela antiga TV Tupi, em 1971.

Emmanuel, o grande protetor do Brasil, cujas obras evangélicas constituem o 5º Evangelho, dá sempre orientações ao médium Chico Xavier. Fala-lhe sobre a disciplina, a porta estreita e o caminho reto. Diz que as limitações físicas não devem ser consideradas como obstáculos, mas um grande incentivo à pratica da mediunidade, pois quem poderia afirmar que a riqueza, a saúde, a comodidade e outras facilidades não lhe tirariam a devida concentração e meditação para o trabalho mediúnico?

Todo o espírita deveria conhecer a biografia de Chico Xavier, pois, quer queiramos ou não, a sua mediunidade é responsável pela maioria de nossas idéias acerca do Espiritismo.


CHICO XAVIER

BIBLIOGRAFIA COMPLETA


N° - TÍTULO - AUTOR ESPIRITUAL - ANO

1 PARNASO DE ALÉM TÚMULO ESPÍRITOS DIVERSOS 1932
2 CARTAS DE UMA MORTA MARIA JOÃO DE DEUS 1932
3 PALAVRAS DO INFINITO ESPÍRITOS DIVERSOS 1936
4 CRÔNICAS DE ALÉM-TÚMULO HUMBERTO DE CAMPOS 1936
5 EMMANUEL EMMANUEL 1938
6 BRASIL, CORAÇÃO DO MUNDO, PÁTRIA DO EVANGELHO HUMBERTO DE CAMPOS 1938
7 LIRA IMORTAL ESPÍRITOS DIVERSOS 1938
8 A CAMINHO DA LUZ EMMANUEL 1938
9 NOVAS MENSAGENS HUMBERTO DE CAMPOS 1940
10 HÁ DOIS MIL ANOS EMMANUEL 1939
11 50 ANOS DEPOIS EMMANUEL 1940
12 CARTAS DO EVANGELHO CASIMIRO CUNHA 1941
13 O CONSOLADOR EMMANUEL 1942
14 BOA NOVA EMMANUEL 1942
15 PAULO E ESTEVÃO HUMBERTO DE CAMPOS 1943
16 RENÚNCIA CASIMIRO CUNHA 1944
17 REPORTAGENS DE ALÉM-TÚMULO HUMBERTO DE CAMPOS 1943
18 CARTILHA DA NATUREZA CASIMIRO CUNHA 1944
19 NOSSO LAR ANDRÉ LUIZ 1944
20 OS MENSAGEIROS ANDRÉ LUIZ 1944
21 MISSIONÁRIOS DA LUZ ANDRÉ LUIZ 1945
22 COLETÂNEA DO ALÉM ESPÍRITOS DIVERSOS 1945
23 LÁZARO REDIVIVO IRMÃO X 1945
24 OBREIROS DA VIDA ETERNA ANDRÉ LUIZ 1946
25 O CAMINHO OCULTO VENERANDA 1947
26 OS FILHOS DO GRANDE REI VENERANDA 1947
27 MENSAGEM DO PEQUENO MORTO NEIO LÚCIO 1947
28 HISTÓRIA DE MARICOTA CASIMIRO CUNHA 1947
29 JARDIM DA INFÂNCIA JOÃO DE DEUS 1947
30 VOLTA BOCAGE MANUEL M.B. DU BOCAGE 1947
31 NO MUNDO MAIOR ANDRÉ LUIZ 1948
32 AGENDA CRISTÃ ANDRÉ LUIZ 1948
33 LUZ ACIMA IRMÃO X 1948
34 VOLTEI IRMÃO JACOB 1949
35 ALVORADA CRISTÃ NEIO LÚCIO 1948
36 CAMINHO, VERDADE E VIDA EMMANUEL 1949
37 LIBERTAÇÃO ANDRÉ LUIZ 1949
38 JESUS NO LAR NEIO LÚCIO 1950
39 PÃO NOSSO EMMANUEL 1950
40 NOSSO LIVRO ESPÍRITOS DIVERSOS 1950
41 PONTOS E CONTOS IRMÃO X 1951
42 FALANDO A TERRA ESPÍRITOS DIVERSOS 1951
43 PÁGINAS DO CORAÇÃO IRMÃ CANDOCA 1951
44 VINHA DE LUZ EMMANUEL 1952
45 PÉROLAS DO ALÉM EMMANUEL 1952
46 ROTEIRO EMMANUEL 1952
47 PAI NOSSO MEIMEI 1952
48 CARTAS DO CORAÇÃO ESPÍRITOS DIVERSOS 1952
49 GOSTAS DE LUZ CASIMIRO CUNHA 1952
50 AVE, CRISTO ! EMMANUEL 1953
51 ENTRE A TERRA E O CÉU ANDRÉ LUIZ 1954
52 PALAVRAS DE EMMANUEL EMMANUEL 1957
53 NOS DOMÍNIOS DA MEDIUNIDADE ANDRÉ LUIZ 1958
54 INSTRUÇÕES PSICOFÔNICAS ESPÍRITOS DIVERSOS 1956
55 FONTE VIVA EMMANUEL 1956
56 AÇÃO E REAÇÃO ANDRÉ LUIZ 1957
57 VOZES DO GRANDE ALÉM ESPÍRITOS DIVERSOS 1957
58 CONTOS E APÓLOGOS IRMÃO X 1958
59 PENSAMENTO E VIDA EMMANUEL 1958
60 EVOLUÇÃO EM DOIS MUNDOS ANDRÉ LUIZ 1959
61 MECANISMOS DA MEDIUNIDADE ANDRÉ LUIZ 1960
62 EVANGELHO EM CASA MEIMEI 1960
63 A VIDA ESCREVE HILÁRIO SILVA 1960
64 RELIGIÃO DOS ESPÍRITOS EMANNUEL 1961
65 ALMAS EM DESFILE HILÁRIO SALVA 1961
66 SEARA DOS MÉDIUNS EMMANUEL 1961
67 JUCA LAMBISCA CASIMIRO CUNHA 1961
68 O ESPÍRITO DA VERDADE ESPÍRITOS DIVERSOS 1962
69 JUSTIÇA DIVINA EMMANUEL 1962
70 CARTILHA DO BEM MEIMEI 1962
71 RELICÁRIO DE LUZ ESPÍRITOS DIVERSOS 1962
72 TIMBOLÃO CASIMIRO CUNHA 1962
73 ANTOLOGIA DOS IMORTAIS ESPÍRITOS DIVERSOS 1963
74 IDEAL ESPÍRITA ESPÍRITOS DIVERSOS 1963
75 LEIS DE AMOR EMMANUEL 1963
76 OPINIÃO ESPÍRITA EMMANUEL / ANDRÉ LUIZ 1963
77 SEXO E DESTINO ANDRÉ LUIZ 1963
78 DESOBSESSÃO ANDRÉ LUIZ 1964
79 CONTOS DESTA E DOUTRA VIDA IRMÃO X 1964
80 LIVRO DA ESPERANÇA EMMANUEL 1964
81 DICIONÁRIO DA ALMA ESPÍRITOS DIVERSOS 1965
82 TROVADORES DO ALÉM ESPÍRITOS DIVERSOS 1965
83 PALAVRAS DE VIDA ETERNA EMMANUEL 1964
84 ESTUDE E VIVA EMMANUEL / ANDRÉ LUIZ 1965
85 O ESPÍRITO DE CORNÉLIO PIRES CORNÉLIO PIRES 1965
86 ENTRE IRMÃOS DE OUTRAS TERRAS ESPÍRITOS DIVERSOS 1966
87 CARTAS E CRÔNICAS IRMÃO X 1966
88 ANTOLOGIA MEDIÚNICA DO NATAL ESPÍRITOS DIVERSOS 1967
89 CAMINHO ESPÍRITA ESPÍRITOS DIVERSOS 1967
90 ENCONTRO MARCADO EMMANUEL 1967
91 NO PORTAL DA LUZ EMMANUEL 1967
92 TROVAS DO OUTRO MUNDO ESPÍRITOS DIVERSOS 1968
93 E A VIDA CONTINUA ... ANDRÉ LUIZ 1968
94 LUZ NO LAR ESPÍRITOS DIVERSOS 1968
95 A LUZ DA ORAÇÃO ESPÍRITOS DIVERSOS 1969
96 ORVALHO DE LUZ ESPÍRITOS DIVERSOS 1969
97 PASSOS DA VIDA ESPÍRITOS DIVERSOS 1969
98 ESTANTES DA VIDA IRMÃO X 1969
99 ALMA E CORAÇÃO EMMANUEL 1969
100 POETAS REDIVIVOS ESPÍRITOS DIVERSOS 1969
101 IDÉIAS E ILUSTRAÇÕES ESPÍRITOS DIVERSOS 1970
102 PAZ E RENOVAÇÃO ESPÍRITOS DIVERSOS 1970
103 VIDA E SEXO EMMANUEL 1970
104 MAIS LUZ BATUÍRA 1970
105 CORREIO FRATERNO ESPÍRITOS DIVERSOS 1970
106 TROVAS DO MAIS ALÉM ESPÍRITOS DIVERSOS 1971
107 BENÇÃO DE PAZ EMMANUEL 1971
108 MÃE ESPÍRITOS DIVERSOS 1971
109 ANTOLOGIA DA ESPIRITUALIDADE MARIA DOLORES 1971
110 RUMO CERTO EMMANUEL 1971
111 PINGA FOGO (PRIMEIRA) ESPÍRITOS DIVERSOS 1971
112 CORAGEM ESPÍRITOS DIVERSOS 1971
113 SINAL VERDE ANDRÉ LUIZ 1971
114 ENTREVISTAS EMMANUEL 1971
115 CHICO XAVIER DOS HIPPIES AOS PROBLEMAS DO MUNDO ESPÍRITOS DIVERSOS 1972
116 ATRAVÉS DOS TEMPOS ESPÍRITOS DIVERSOS 1972
117 MÃOS UNIDAS EMMANUEL 1972
118 TAÇA DE LUZ ESPÍRITOS DIVERSOS 1972
119 CHICO XAVIER PEDE LICENÇA ESPÍRITOS DIVERSOS 1972
120 MÃOS MARCADAS ESPÍRITOS DIVERSOS 1972
121 NATAL DE SABINA FRANCISCA CLOTILDE 1972
122 ESCRÍNIO DE LUZ EMMANUEL 1973
123 SEGUE-ME EMMANUEL 1973
124 ENCONTRO DE PAZ ESPÍRITOS DIVERSOS 1973
125 NA ERA DO ESPÍRITO ESPÍRITOS DIVERSOS 1973
126 ROSAS COM AMOR ESPÍRITOS DIVERSOS 1973
127 BEZERRA, CHICO E VOCÊ BEZERRA DE MENEZES 1973
128 ASTRONAUTAS DO ALÉM ESPÍRITOS DIVERSOS 1974
129 ENTRE DUAS VIDAS ESPÍRITOS DIVERSOS 1974
130 RETRATOS DA VIDA CORNÉLIO ´PIRES 1974
131 DIÁLOGO DOS VIVOS ESPÍRITOS DIVERSOS 1974
132 CALENDÁRIO ESPÍRITA ESPÍRITOS DIVERSOS 1974
133 INSTRUMENTOS DO TEMPO EMMANUEL 1974
134 RESPOSTAS DA VIDA ANDRÉ LUIZ 1975
135 JOVENS NO ALÉM ESPÍRITOS DIVERSOS 1975
136 CONVERSA FIRME CORNÉLIO PIRES 1975
137 A TERRA E O SEMEADOR EMMANUEL 1975
138 CHÃO DE FLORES ESPÍRITOS DIVERSOS 1975
139 CAMINHOS DE VOLTA ESPÍRITOS DIVERSOS 1975
140 O ESPERANTO COMO REVELAÇÃO FRANCISCO V. LORENZ 1976
141 BUSCA E ACHARÁS EMMANUEL / ANDRÉ 1976
142 AMANHECE ESPÍRITOS DIVERSOS 1976
143 RECANTO DE PAZ ESPÍRITOS DIVERSOS 1976
144 DEUS SEMPRE EMMANUEL 1976
145 SOMOS SEIS ESPÍRITOS DIVERSOS 1976
146 TINTINO O ESPETÁCULO CONTINUA FRANCISCA CLOTILDE 1976
147 AUTA DE SOUZA AUTA DE SOUZA 1976
148 CRIANÇAS NO ALÉM MARCOS 1977
149 BAÚ DE CASOS CORNÉLIO PIRES 1977
150 AMIZADE MEIMEI 1977
151 COMPANHEIRO EMMANUEL 1977
152 MARIA DOLORES MARIA DOLORES 1977
153 MOMENTOS DE OURO ESPÍRITOS DIVERSOS 1977
154 AMOR E LUZ EMMANUEL / ESP. 1977
155 COISAS DESTE MUNDO CORNÉLIO PIRES 1977
156 CHICO XAVIER EM GOIÂNIA EMMANUEL 1977
157 LUZ BENDITA EMMANUEL / ESP. 1977
158 AMOR SEM ADEUS WALTER PERRONE 1978
159 RECADOS DO ALÉM EMMANUEL 1978
160 ENXUGANDO LÁGRIMAS ESPÍRITOS DIVERSOS 1978
161 CORAÇÃO E VIDA MARIA DOLORES 1978
162 CARIDADE ESPÍRITOS DIVERSOS 1978
163 ASSIM VENCERÁS EMMANUEL 1978
164 FALOU E DISSE AUGUSTO CEZAR 1978
165 SOMENTE AMOR MARIA 1978
166 INSPIRAÇÃO EMMANUEL 1979
167 TEMPO DE LUZ ESPÍRITOS DIVERSOS 1979
168 ENCONTROS NO TEMPO ESPÍRITOS DIVERSOS 1979
169 MARCAS DO CAMINHO ESPÍRITOS DIVERSOS 1979
170 JANELA PARA A VIDA ESPÍRITOS DIVERSOS 1979
171 AMIGO EMMANUEL 1979
172 CALMA EMMANUEL 1979
173 CLARAMENTE VIVOS ESPÍRITOS DIVERSOS 1979
174 ANTOLOGIA DA CRIANÇA ESPÍRITOS DIVERSOS 1979
175 CEIFA DE LUZ EMMANUEL 1979
176 SINAIS DE RUMO ESPÍRITOS DIVERSOS 1980
177 VIDA EM VIDA ESPÍRITOS DIVERSOS 1980
178 GAVETA DE ESPERANÇA LAURINHO 1980
179 ALGO MAIS EMMANUEL 1980
180 LIVRO DE REPOSTAS EMMANUEL 1980
181 URGÊNCIA EMMANUEL 1980
182 IRMÃ VERA CRUZ EMMANUEL 1980
183 A VIDA CONTA MARIA DOLORES 1980
184 MOMENTOS DE PAZ EMMANUEL 1980
185 PRONTO SOCORRO EMMANUEL 1980
186 DEUS AGUARDA MEIMEI 1980
187 IRMÃO EMMANUEL 1980
188 NOTÍCIAS DO ALÉM ESPÍRITOS DIVERSOS 1980
189 VIDA NO ALÉM ESPÍRITOS DIVERSOS 1980
190 FELIZ REGRESSO ESPÍRITOS DIVERSOS 1981
191 CAMINHOS EMMANUEL 1981
192 AULAS DA VIDA ESPÍRITOS DIVERSOS 1981
193 AUGUSTO VIVE AUGUSTO CEZAR 1981
194 VIAJORES DA LUZ ESPÍRITOS DIVERSOS 1981
195 ELES VOLTARAM ESPÍRITOS DIVERSOS 1981
196 RUMOS DA VIDA ESPÍRITOS DIVERSOS 1981
197 FAMÍLIA ESPÍRITOS DIVERSOS 1981
198 INTERVALOS EMMANUEL 1981
199 LINHA DUZENTOS EMMANUEL 1981
200 ATENÇÃO EMMANUEL 1981
201 PAZ E ALEGRIA ESPÍRITOS DIVERSOS 1981
202 VIVENDO SEMPRE ESPÍRITOS DIVERSOS 1981
203 SEARA DA FÉ ESPÍRITOS DIVERSOS 1982
204 NASCER E RENASCER EMMANUEL 1982
205 QUEM SÃO ESPÍRITOS DIVERSOS 1982
206 MAIS VIDA ESPÍRITOS DIVERSOS 1982
207 REECONTROS ESPÍRITOS DIVERSOS 1982
208 FILHOS VOLTANDO ESPÍRITOS DIVERSOS 1982
209 SENTINELAS DA ALMA MEIMEI 1982
210 PALAVRAS DO CORAÇÃO MEIMEI 1982
211 ADEUS SOLIDÃO ESPÍRITOS DIVERSOS 1982
212 PRAÇA DA AMIZADE ESPÍRITOS DIVERSOS 1982
213 GABRIEL GABRIEL 1982
214 ENTES QUERIDOS ESPÍRITOS DIVERSOS 1982
215 LEALDADE MAURÍCIO G. HENRIQUE 1982
216 SEGUINDO JUNTOS ESPÍRITOS DIVERSOS 1982
217 ENDEREÇOS DA PAZ ANDRÉ LUIZ 1982
218 MATERIAL DE CONSTRUÇÃO EMMANUEL 1983
219 PRESENÇA DE LAURINHO LAURINHO 1983
220 ESTAMOS NO ALÉM ESPÍRITOS DIVERSOS 1983
221 VENCERAM ESPÍRITOS DIVERSOS 1983
222 NINGUÉM MORRE ESPÍRITOS DIVERSOS 1983
223 PACIÊNCIA EMMANUEL 1983
224 DIÁRIO DE BENÇÃOS CRISTIANE 1983
225 ANTENAS DE LUZ LAURINHO 1983
226 RECADOS DA VIDA ESPÍRITOS DIVERSOS 1983
227 MENSAGENS QUE CONFORTAM RICARDO TADEU 1983
228 MAIS PERTO EMMANUEL 1983
229 CAMINHOS DO AMOR MARIA DOLORES 1983
230 CORREIO DO ALÉM ESPÍRITOS DIVERSOS 1983
231 OS DOIS MAIORES AMORES ESPÍRITOS DIVERSOS 1983
232 VIDA NOSSA VIDA ESPÍRITOS DIVERSOS 1983
233 PAZ EMMANUEL 1983
234 ENTENDER CONVERSANDO EMMANUEL 1984
235 TEMPO E AMOR ESPÍRITOS DIVERSOS 1984
236 QUANDO SE PRETENDE FALAR DA VIDA ROBERTO MUSZAKAT 1984
237 HUMORISMO NO ALÉM MARIA DOLORES 1984
238 TOCANDO O BARCO EMMANUEL 1984
239 CONVIVÊNCIA EMMANUEL 1984
240 SORRIR E PENSAR ESPÍRITOS DIVERSOS 1984
241 CONFIA E SEGUE EMMANUEL 1984
242 ALMA E VIDA MARIA DOLORES 1984
243 RETORNARAM CONTANDO ESPÍRITOS DIVERSOS 1984
244 PRESENÇA DE LUZ AUGUSTO CEZAR NETTO 1984
245 AGORA É O TEMPO EMMANUEL 1984
246 HORAS DE LUZ ESPÍRITOS DIVERSOS 1984
247 HOJE EMMANUEL 1984
248 FÉ ESPÍRITOS DIVERSOS 1984
249 BASTÃO DE ARRIMO WILLIAN 1984
250 NOVAMENTE EM CASA ESPÍRITOS DIVERSOS 1984
251 VIAJOR EMMANUEL 1985
252 LOJA DE ALEGRIA JAIR PRESENTE 1985
253 ESPERANÇA E VIDA ESPÍRITOS DIVERSOS 1985
254 ESPERA SERVINDO EMMANUEL 1985
255 NESTE INSTANTE EMMANUEL 1985
256 EDUCANDÁRIO DE LUZ ESPÍRITOS DIVERSOS 1985
257 TÃO FÁCIL ESPÍRITOS DIVERSOS 1985
258 AMOR E SAUDADE ESPÍRITOS DIVERSOS 1985
259 CARAVANA DE AMOR ESPÍRITOS DIVERSOS 1985
260 JÓIA EMMANUEL 1985
261 BAZAR DA VIDA JAIR PRESENTE 1985
262 MONTE ACIMA EMMANUEL 1985
263 VIAJARAM MAIS CEDO ESPÍRITOS DIVERSOS 1985
264 JUNTOS VENCEREMOS ESPÍRITOS DIVERSOS 1985
265 NÓS EMMANUEL 1985
266 FESTA DE PAZ ESPÍRITOS DIVERSOS 1986
267 DINHEIRO EMMANUEL 1986
268 MEDIUNIDADE E SINTONIA EMMANUEL 1986
269 LUZ E VIDA EMMANUEL 1986
270 AGÊNCIA DE NOTÍCIAS JAIR PRESENTE 1986
271 CRER E AGIR EMMANUEL / IRMÃO JOSÉ 1986
272 ABRIGO EMMANUEL 1986
273 O ESSENCIAL EMMANUEL 1986
274 APELOS CRISTÃOS BEZERRA DE MENEZES 1986
275 RECONFORTO EMMANUEL 1986
276 PONTO DE ENCONTRO JAIR PRESENTE 1986
277 APOSTILAS DA VIDA ANDRÉ LUIZ 1986
278 CANAIS DA VIDA EMMANUEL 1986
279 JESUS EM NÓS EMMANUEL 1987
280 ESTRELAS NO CHÃO ESPÍRITOS DIVERSOS 1987
281 VOZES DA OUTRA MARGEM ESPÍRITOS DIVERSOS 1987
282 ESTRADAS E DESTINOS ESPÍRITOS DIVERSOS 1987
283 VISÃO NOVA ESPÍRITOS DIVERSOS 1987
284 RESGATE E AMOR TIAMINHO 1987
285 VITÓRIA ESPÍRITOS DIVERSOS 1987
286 SEMENTES DE LUZ ESPÍRITOS DIVERSOS 1987
287 INTERCÂMBIO DO BEM ESPÍRITOS DIVERSOS 1987
288 TENDE BOM ÂNIMO ESPÍRITOS DIVERSOS 1987
289 DOUTRINA E VIDA ESPÍRITOS DIVERSOS 1987
290 ESPERANÇA E ALEGRIA ESPÍRITOS DIVERSOS 1987
291 FONTE DE PAZ ESPÍRITOS DIVERSOS 1987
292 TREVO DE IDÉIAS EMMANUEL 1987
293 HORA CERTA EMMANUEL 1987
294 AÇÃO E CAMINHO EMMANUEL / ANDRÉ 1987
295 PALAVRAS DA CORAGEM ESPÍRITOS DIVERSOS 1987
296 TEMAS DA VIDA ESPÍRITOS DIVERSOS 1987
297 BRILHE VOSSA LUZ ESPÍRITOS DIVERSOS 1987
298 ESCULTORES DE ALMAS ESPÍRITOS DIVERSOS 1987
299 PLANTÃO DA PAZ EMMANUEL 1988
300 VIDA ALÉM DA VIDA LINEU DE PAULA LEÃO 1988
301 LAR-OFICINA, ESPERANÇA E TRABALHO ESPÍRITOS DIVERSOS 1988
302 CURA ESPÍRITOS DIVERSOS 1988
303 PALCO ILUMINADO JAIR PRESENTE 1988
304 COMANDOS DO AMOR ESPÍRITOS DIVERSOS 1988
305 ROSEIRAL DE LUZ ESPÍRITOS DIVERSOS 1988
306 RELATOS DA VIDA IRMÃO X 1988
307 ALVORADA DO REINO EMMANUEL 1988
308 PÁGINAS DE FÉ ESPÍRITOS DIVERSOS 1988
309 GRATIDÃO E PAZ ESPÍRITOS DIVERSOS 1988
310 ASSEMBLÉIA DE LUZ ESPÍRITOS DIVERSOS 1988
311 CORAÇÕES RENOVADOS ESPÍRITOS DIVERSOS 1988
312 CONSTRUÇÃO DO AMOR EMMANUEL 1988
313 IRMÃOS UNIDOS ESPÍRITOS DIVERSOS 1988
314 ESCOLA NO ALÉM CLÁUDIA P. GALASSE 1988
315 INDULGÊNCIA EMMANUEL 1989
316 FOTOS DA VIDA AUGUSTO CEZAR NETTO 1989
317 CONFIA E SERVE F. C. XAVIER/C. A. BACELLI 1989
318 ACEITAÇÃO E VIDA MARGARIDA SOARES 1989
319 DOUTRINA E APLICAÇÃO ESPÍRITOS DIVERSOS 1989
320 SERVIDORES NO ALÉM ESPÍRITOS DIVERSOS 1989
321 REFÚGIO EMMANUEL 1989
322 HISTÓRIAS E ANOTAÇÕES IRMÃO X 1989
323 FÉ, PAZ E AMOR EMMANUEL 1989
324 SEMEADOR EM TEMPOS NOVOS EMMANUEL 1989
325 RAPIDINHO JAIR PRESENTE 1989
326 PORTO DE ALEGRIA ESPÍRITOS DIVERSOS 1990
327 SENTINELAS DA LUZ ESPÍRITOS DIVERSOS 1990
328 PERANTE JESUS EMMANUEL 1990
329 PÉTALAS DA PRIMAVERA ESPÍRITOS DIVERSOS 1990
330 DOUTRINA DE LUZ EMMANUEL 1990
331 A SEMENTE DE MOSTARDA EMMANUEL 1990
332 TRILHA DE LUZ ESPÍRITOS DIVERSOS 1990
333 ALMA E LUZ EMMANUEL 1990
334 EXCURSÃO DE PAZ ESPÍRITOS DIVERSOS 1990
335 HARMONIZAÇÃO EMMANUEL 1990
336 VEREDA DE LUZ ESPÍRITOS DIVERSOS 1990
337 MORADIAS DE LUZ ESPÍRITOS DIVERSOS 1990
338 ANTE O FUTURO ESPÍRITOS DIVERSOS 1990
339 CONTINUIDADE ESPÍRITOS DIVERSOS 1990
340 DÁDIVAS DE AMOR MARIA DOLORES 1990
341 A VERDADE RESPONDE EMMANUEL / ANDRÉ LUIZ 1990
342 FULGOR NO ENTARDECER ESPÍRITOS DIVERSOS 1991
343 AÇÃO, VIDA E LUZ ESPÍRITOS DIVERSOS 1991
344 ASSUNTOS DA VIDA E DA MORTE ESPÍRITOS DIVERSOS 1991
345 CARMELO GRISI, ELE MESMO CARMELO GRISI 1991
346 NOVO MUNDO F.C.X./ENTREVISTAS 1992
347 LUZ NO CAMINHO EMMANUEL 1992
348 PÉROLAS DE LUZ EMMANUEL 1992
349 LEVANTAR E SEGUIR EMMANUEL 1992
350 CENTELHAS EMMANUEL 1992
351 ESTAMOS VIVOS F.C.X./BARBOSA/DIVERSOS 1993
352 TESOURO DE ALEGRIA ESPÍRITOS DIVERSOS 1993
353 SEMENTE EMMANUEL 1993
354 MENTORES E SEAREIROS ESPÍRITOS DIVERSOS 1993
355 REVELAÇÃO JAIR PRESENTE 1993
356 O LIGEIRINHO EMMANUEL 1993
357 BENÇÃOS DE AMOR ESPÍRITOS DIVERSOS 1993
358 TEMPO E NÓS EMMANUEL/ANDRÉ LUIZ 1993
359 COMPAIXÃO EMMANUEL 1993
360 GOTAS DE PAZ EMMANUEL 1993
361 MIGALHA EMMANUEL 1993
362 A VOLTA ESPÍRITOS DIVERSOS 1993
363 AS PALAVRAS CANTAM CARLOS AUGUSTO 1993
364 ESPERANÇA E LUZ ESPÍRITOS DIVERSOS 1993
365 PREITO DE AMOR ESPÍRITOS DIVERSOS 1993
366 ABENÇOA SEMPRE ESPÍRITOS DIVERSOS 1993
367 PÁSSAROS HUMANOS ESPÍRITOS DIVERSOS 1994
368 VIVEREMOS SEMPRE ESPÍRITOS DIVERSOS 1994
369 DÁDIVAS ESPIRITUAIS ESPÍRITOS DIVERSOS 1994
370 UNIÃO EM JESUS ESPÍRITOS DIVERSOS 1994
371 MOMENTO EMMANUEL 1994
372 VIDA E CAMINHO ESPÍRITOS DIVERSOS 1994
373 ANTOLOGIA DA PAZ ESPÍRITOS DIVERSOS 1994
374 PINGO DE LUZ CARLOS AUGUSTO 1995
375 RENASCIMENTO ESPIRITUAL ESPÍRITOS DIVERSOS 1995
376 ANTOLOGIA DA CARIDADE ESPÍRITOS DIVERSOS 1995
377 NOTAS DO MAIS ALÉM ESPÍRITOS DIVERSOS 1995
378 INDICAÇÕES DO CAMINHO CARLOS AUGUSTO 1995
379 RECADOS DA VIDA MAIOR ESPÍRITOS DIVERSOS 1995
380 PALAVRAS DE CHICO XAVIER EMMANUEL 1995
381 ANOTAÇÕES DA MEDIUNIDADE EMMANUEL 1995
382 PLANTÃO DE RESPOSTAS PINGA FOGO II 1995
383 ELENCO DE FAMILIARES ESPÍRITOS DIVERSOS 1995
384 ANTOLOGIA DA JUVENTUDE ESPÍRITOS DIVERSOS 1995
385 ANTOLOGIA DA AMIZADE EMMANUEL 1995
386 SÍNTESES DOUTRINÁRIAS ESPÍRITOS DIVERSOS 1995
387 ANTOLOGIA DA ESPERANÇA ESPÍRITOS DIVERSOS 1995
388 DOUTRINA ESCOLA ESPÍRITOS DIVERSOS 1996
389 SAUDAÇÃO DO NATAL ESPÍRITOS DIVERSOS 1996
390 PAZ E AMOR CORNÉLIO PIRES 1996
391 ALMA DO POVO CORNÉLIO PIRES 1996
392 PAZ E LIBERTAÇÃO ESPÍRITOS DIVERSOS 1996
393 NOVOS HORIZONTES ESPÍRITOS DIVERSOS 1996
394 OFERTA DE AMIGO CORNÉLIO PIRES 1996
395 DEGRAUS DA VIDA CORNÉLIO PIRES 1996
396 ANTOLOGIA DO CAMINHO ESPÍRITOS DIVERSOS 1997
397 TOQUES DA VIDA CORNÉLIO PIRES 1997
398 TROVAS DO CORAÇÃO CORNÉLIO PIRES 1997
399 SENDA PARA DEUS ESPÍRITOS DIVERSOS 1997
400 TRAÇOS DE CHICO XAVIER ESPÍRITOS DIVERSOS 1997
401 PEDAÇOS DA VIDA CORNÉLIO PIRES 1997
402 CAMINHOS DA FÉ CORNÉLIO PIRES 1997
403 CAMINHOS DA VIDA CORNÉLIO PIRES 1997
404 PÉTALAS DA VIDA CORNÉLIO PIRES 1997
405 CAMINHO ILUMINADO EMMANUEL 1998
406 AGENDA DE LUZ ESPÍRITOS DIVERSOS 1998
407 ESCADA DE LUZ AUTORES DIVERSOS 1999
408 CANTEIRO DE IDÉIAS AUTORES DIVERSOS 1999
409 TROVAS DA VIDA CORNÉLIO PIRES 1999

quinta-feira, 1 de abril de 2010


A EXEMPLO DO CRISTO


"Ele bem sabia o que havia no homem." - JOÃO. 2:25


Sim, Jesus não ignorava o que existia no homem, mas nunca se deixou impressionar negativamente.

Sabia que a usura morava com Zaqueu, contudo, trouxe-o da sovinice para a benemerência.

Não desconhecia que Madalena era possuída pelos gênios do mal, entretanto, renovou-a para o amor puro.

Reconheceu a vaidade intelectual de Nicodemos, mas deu-lhe novas concepções da grandeza e da excelsitude da vida.

Identificou a fraqueza de Simão Pedro, todavia, pouco a pouco instala no coração do discípulo a fortaleza espiritual que faria dele o sustentáculo do Cristianismo nascente.

Vê as dúvidas de Tomé, sem desampará-lo.

Conhece a sombra que habita em Judas, sem negar-lhe o culto da afeição.

Jesus preocupou-se, acima de tudo, em proporcionar a cada alma uma visão mais ampla da vida e em quinhoar cada espírito com eficientes recursos de renovação para o bem.

Não condenes, pois, o próximo porque nele observes a inferioridade e a imperfeição.

A exemplo do Cristo; ajuda quanto possas.

O Amigo Divino sabe o que existe em nós...

Ele não desconhece a nossa pesada e escura bagagem do pretérito, nas dificuldades do nosso presente, recheado de hesitações e de erros, mas nem por isso deixa de estender-nos amorosamente as mãos.


Livro Fonte Viva, lição 109 – Médium: Chico Xavier – Espírito: Emmanuel.

quarta-feira, 31 de março de 2010


O EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO

Cap. 13 – Que a Mão Esquerda Não Saiba o Que Faz a Direita

Os Infortúnios Ocultos

4 – Nas grades calamidades, a caridade se agita, e vêem-se generosos impulsos para reparar os desastres. Mas, ao lado desses desastres gerais, há milhares de desastres particulares, que passam desapercebidos, de pessoas que jazem num miserável catre, sem se queixarem. São esses os infortúnios discretos e ocultos, que a verdadeira generosidade sabe descobrir, sem esperar que venham pedir assistência.

Quem é aquela senhora de ar distinto, de trajes simples, mas bem cuidados, seguida de uma jovem que também se veste modestamente? Entra numa casa de aspecto miserável, onde sem dúvida é conhecida, pois à porta é saudada com respeito. Para onde vai? Sobe até a água furtada: lá vive uma mãe de família, rodeada pelos filhos pequenos. À sua chegada, a alegria brilha naqueles rostos emagrecidos. É que ela vem acalmar todas as suas dores. Traz o necessário, acompanhado de suaves e consoladoras palavras, que fazem aceitar a ajuda sem constrangimentos, pois esses infortunados não são profissionais de mendicância. O pai se encontra no hospital, e durante esse tempo à mãe não pode suprir as necessidades.

Graças a ela, essas pobres crianças não sofrerão nem frio nem fome; irão à escola suficientemente agasalhados e no seio da mãe não faltará o leite para os menorzinhos. Se uma entre elas adoece, não lhe repugnará prestar-lhe os cuidados materiais. Dali seguirá para o hospital, levará ao pai algum consolo e tranqüilizá-lo quanto à sorte da família. Na esquina, uma carruagem a espera, verdadeiro depósito de tudo o que vai levar aos protegidos, que visita sucessivamente. Não lhes pergunta pela crença nem pelas opiniões, porque, para ela, todos os homens são irmãos e filhos de Deus. Finda a visita, ela diz a si mesma: Comecei bem o meu dia. Qual é o seu nome? Onde mora? Ninguém o sabe. Para os infelizes, tem um nome que não revela a ninguém, mas é o anjo da consolação. E, à noite, um concerto de bênçãos se eleva por ela ao Criador: católicos, judeus, protestantes, todos a bendizem.

Por que se veste tão simplesmente? Para não ferir a miséria com o seu luxo. Por que se faz acompanhar da filha adolescente? Para lhe ensinar como se deve praticar a beneficência. A filha também quer fazer a caridade, mas a mãe lhe diz: “Que podes dar, minha filha, se nada tens de teu? Se te entrego alguma coisa para dares aos outros, que mérito terás? Serei eu, na verdade, quem farei a caridade, e tu quem terás o mérito? Isso não é justo. Quando formos visitar os doentes, ajudar-me-ás a cuidar deles, pois dar-lhes cuidados é dar alguma coisa. Isso não te parece suficiente? Nada mais simples: aprende a fazer costuras úteis, e assim confeccionarás roupinhas para essas crianças, podendo dar-lhes alguma coisa de ti mesma”. É assim que esta mãe verdadeiramente cristã vai formando sua filha na prática das virtudes ensinadas pelo Cristo. É espírita? Que importa?


Para o meio em que vive, é a mulher do mundo, pois sua posição o exige; mas ignoram o que ela faz, mesmo porque não lhe interessa outra aprovação que a de Deus e da sua própria consciência. Um dia, porém, uma circunstância imprevista leva à sua casa uma de suas protegidas, para lhe oferecer trabalhos manuais. “Psiu! — diz-lhe ela. Não contes a ninguém!” Assim falava Jesus.


terça-feira, 30 de março de 2010


Obstáculos


Obstáculos são, por si, movimentos de renovação e progresso.

O que possa parecer fracasso ou desencanto é preparação de um mundo novo.

Estejamos convencidos de que nunca é tarde para que alguém seja feliz e que o Reino de Deus está dentro de nós. E com semelhante luz, ser-nos-á possível esquecer quaisquer provocações e vencê-las, situando-nos, desde agora, a caminho da Vida Superior.

A felicidade que pode realmente não existir na Terra, enquanto a Terra padecer a dolorosa influenciação de um só gemido de sofrimento, pode existir na alma humana, quando a criatura compreender que a felicidade verdadeira é sempre aquela que conseguimos criar para a felicidade do próximo.

Lembra-te da casa nobre começando nos alicerces e não te desmandes na pressa, a fim de que a tua existência se ajuste à gloriosa sinfonia da vida.

Protege o próprio lar contra a perturbação e a desarmonia, mas se a tua ação surte efeito, aceita a casa em que vives por tua escola de regeneração e de amor.

Atende ao bem, conquanto as dificuldades que encontres para isso.

Sem dúvida é imperioso te guardes no pensamento positivo da confiança em Deus e em ti mesmo.

À maneira de viajante na travessia do rio da vida, que será de ti, se não controlas o leme do teu barco, orientando-lhe os movimentos em rumo certo?


Livro: Caminho Iluminado – Médium: Chico Xavier – Espírito: Emmanuel.

segunda-feira, 29 de março de 2010


PRODUZIMOS


“Permanecei em mim e eu permanecerei em vós. Como não pode o ramo produzir fruto de si mesmo, se não permanecer na videira, assim nem vós o podeis dar, se não permanecerdes em mim.” – Jesus. (JOÃO, 15:4,)

Produzimos.

Tudo o que é alguma coisa produz algo.

Elementos considerados desprezíveis estão fazendo isso ou aquilo.

Pedras produzem aspereza.

Espinhos produzem lacerações.

Lama produz sujidade.

Martelo produz golpes.

Entretanto, se produzimos para o bem, esses mesmos recursos, em nossas mãos, vêem-se promovidos a instrumentos valiosos, porquanto, pedras ajudam nas construções, espinhos de natureza técnica podem colaborar no serviço cirúrgico, lama devidamente tratada é terra de sementeira, e martelo controlado é auxiliar prestimoso.

Cada criatura, desse modo, produz conforme os agentes em que se inspira.

Os seres mais lastimáveis, ainda que não queiram, estão produzindo sempre.

O delinqüente produz o desequilíbrio.

O viciado produz o desregramento.

O preguiçoso produz a miséria.

O pessimista produz o desânimo.

Onde estiveres, estás produzindo, de acordo com as influências a que te afeiçoas, e atuando mecanicamente sobre todos aqueles que se afeiçoam ao teu medo de ser.

Todos produzimos, inevitavelmente.

Aprendizes do Evangelho, na escola espírita-cristã, recordemos, pois, a lição do Cristo: “Permanecerei convosco se permanecerdes em mim”.


Livro: Palavras de Vida Eterna, lição 103 – Médium: Chico Xavier – Espírito: Emmanuel.

domingo, 28 de março de 2010


A SENTENÇA CRISTÃ


Um juiz cristão, rigoroso nas aplicações da lei humana, mas fiel no devotamento ao Evangelho, encontrando-se em meio duma sociedade corrompida e perversa, orou, implorando a presença de Jesus.

Tantas sentenças condenatórias, deveria proferir diariamente, que se lhe endurecera o coração.

Atormentado, porém, entre a confiança que consagrava ao Divino Mestre e as acusações que se acreditava compelido a formular, rogou, certa noite, ao Senhor, lhe esclarecesse o espírito angustiado.

Efetivamente, sonhou que Jesus vinha desfazer-lhe as dúvidas aflitivas. Ajoelhou-se aos pés do Amoroso Amigo e perguntou:

- Mestre, que normas adotar perante um homicida? Não estará logicamente incurso nas penas legais?

O Cristo sorriu, de leve, e respondeu:

- Sim, o criminoso está condenado a receber remédio corretivo, por doente da alma.

O juiz considerou estranha a resposta; contudo, prosseguiu indagando:

- Como agir, ante o delinqüente rude, Senhor?

- Está condenado a valer-se de nosso auxílio, através da educação pelo amor paciente e construtivo - explicou Jesus, bondoso e calmo.

- Mestre, e que corrigenda aplicar ao preguiçoso?

- Está condenado a manejar a enxada ou a picareta, conquistando o pão com o suor do rosto.

- Que farei da mulher pervertida? - interrogou o jurista, surpreso.

- Está condenada a beneficiar-se de nosso amparo fraterno, a fim de que se reerga para a elevação do trabalho e para a dignidade humana.

- Senhor, como julgar o ignorante?

- Está condenado aos bons livros.

- E o fanático?

- Está condenado a ser ouvido e interpretado com tolerância e caridade, até que aprenda a libertar a própria alma.

- Mestre, e que diretrizes adotar, ante um ladrão?

- Está condenado à oficina e à escola, sob vigilância benéfica.

- E se o ladrão é um assassino?

- Está condenado ao hospício, onde se lhe cure a mente envenenada.

O magistrado passou a meditar gravemente e lembrou-se de que deveria modificar todas as peças do tribunal, substituindo a discriminação de castigos diversos por remédio, serviço, fraternidade e educação.

Todavia, não se sentindo bem com a própria consciência, endereçou ao Senhor suplicante olhar, e perguntou, depois de longos instantes:

- Mestre, e de mim mesmo, que farei?

Jesus sorriu, ainda uma vez, e disse, sereno:

- O cristão está condenado a compreender e ajudar, amar e perdoar, educar e construir, distribuir tarefas edificantes e bênçãos de luz renovadora, onde estiver.

Nesse momento, o juiz acordou em lágrimas e, de posse da sublime lição que recebera, reconheceu que, dali em diante, seria outro homem.


Livro: Alvorada Cristã – Médium: Chico Xavier – Espírito: Néio Lúcio.

sábado, 27 de março de 2010


Oração da Vida

A vida é uma oportunidade. Aproveite-a.

A vida é uma beleza. Admire-a.

A vida é um sonho. Faça que se torne realidade.

A vida é um desafio. Enfrente-o.

A vida é um dever. Cumpra-o.

A vida é preciosa. Cuide dela.

A vida é riqueza. Conserve-a.

A vida é um mistério. Explore-o.

A vida é promessa. Tenha esperança.

A vida é tristeza. Supere.

A vida é um hino. Cante-o.

A vida é um combate. Vença.

A vida é uma aventura. Conduza-a.

A vida é felicidade. Mereça-a.

A vida é vida. Defenda-a.


Madre Tereza de Calcutá

AJUDA-ME A SER FELIZ!

Jesus amado; sei que vivo em um mundo de provas e expiações e onde a felicidade não é possível senão por breves momentos...

Na dificuldade do dia a dia, percebo o quanto eu me esforço para alcançá-la, lançando mão, para isso, de todos os recursos possíveis, de todas as armas, de todos os ardis, sempre em vão...

A felicidade, Senhor, chega aos pedaços, sem avisar e se vai inteira, sem adeus, sem se importar com o que eu faço para retê-la no coração!...

Nunca consigo alcançá-la, do modo como eu gostaria.

Por isso, peço-lhe, Jesus, me ajude a ser feliz conforme tua orientação e não conforme meus desejos...

Mostre-me onde está a felicidade e dê-me forças para conquistá-la; diga-me o que devo fazer para ser feliz nesta vida e de que modo devo proceder para afastar o tédio, a tristeza e o desencanto que não deixam meu coração em paz...

Apenas sei que não posso prosseguir assim, entre a luz e a sombra, sem sentir prazer maior no que faço, sem encantar-me com quase nada, sem sorrir, sem experimentar emoções maiores e melhores, sem ser eu mesmo em momento algum...

Pressinto em mim, Jesus, que posso muito mais do que tenho feito; que sou capaz de amar infinitamente, de sorrir e contagiar, de ter e conquistar, de encantar e me encantar, de ser alguém capaz de amar e ser amado e só por isso, dar e receber felicidade.


Mas preciso de auxílio, de sua mão para o primeiro passo.

Ajuda-me a ser feliz, Senhor!

Abre-me o coração à simplicidade e à caridade; faz-me dócil ao teu comando, que é sempre o meu melhor bem, e me ampara o entendimento ainda tão frágil...

Mostre-me onde está a felicidade real e desvia meus olhos do poder das fortunas, da tentação dos corpos, do vício das paixões, das artimanhas do consumismo, da ilusão do mundo...

Ampara-me, Jesus amado, para que eu possa experimentar desde já, senão a felicidade que desejo, ao menos a paz e o contentamento que percebo inalteráveis naqueles que te seguem, e que assim o são porque aceitam a felicidade que Tu lhes dás!...

Assim seja!


Psicografia do Instituto André Luiz, em 26.10.2002

sexta-feira, 26 de março de 2010


BENEVOLÊNCIA


Traduzindo benevolência por fator de equilíbrio, nas relações humanas, vale confrontar as atitudes infelizes com os obstáculos que afligem o espírito, na caminhada terrestre.

Aprendamos sinonímia de ordem moral, no dicionário da Natureza:

Crítica destrutiva – labareda sonora.

Azedume – estrada barrenta.

Irritação – atoleiro comprido.

Indiferença – garoa gelada.

Cólera – desastre à vista.

Calúnia - estocada mortal.

Sarcasmo – pedrada a esmo.

Injúria – espinho infecto.

Queixa repetida – tiririca renitente.

Conversa desnecessária – vento inútil.

Preconceito – fruto bichado.

Gabolice – poeira grossa.

Lisonja – veneno doce.

Engrossamento – armadilha pronta.

Aspereza – casca espinhosa.

Pornografia – pântano aberto.

Despeito – serpente oculta.

Melindre – verme dourado.

Inveja – larva em pencas.

Pessimismo - chuva de fel.

Espiritualmente, somos filtros do que somos.

Cada pessoa recebe aquilo que distribui.

Se esperamos pela indulgência alheia, consignemos as manifestações que nos pareçam indesejáveis e, evitando-as com segurança, saberemos cultivar a benevolência, no trato com o próximo, para que a benevolência se nos faça auxílio incessante, através dos outros.


Livro: Brilhe Vossa Luz – Médium: Chico Xavier – Espírito: Emmanuel.

quinta-feira, 25 de março de 2010


Amigos Distantes

Ter um bom amigo é um dos maiores prazeres da vida. Contudo, ser bom amigo é um dos mais nobres e mais difíceis compromissos.

Nos dias que vivemos, parece que esse compromisso vai se tornando mais raro.

Crescemos ao lado de alguém, ou nos conhecemos no decorrer da vida, parecendo às vezes que esta amizade vem de outras vidas.

Então, um dia, motivos profissionais, familiares ou outros, nos remetem a outras paragens, muito distantes dos amigos.

Os anos passam, as tarefas se multiplicam, a vida nos envolve com tantas coisas, e o tempo vai se tornando sempre mais curto para os amigos... Tão distantes.

Por isso, algumas dicas podem ser colocadas em prática, a fim de não se perder essa preciosidade que se chama amizade.

Primeiro: marque encontros.

A freqüência com que você poderá fazer isso dependerá de tempo, distância, finanças e muitos outros fatores.

Contudo, se não for possível sempre, procure estar pessoalmente presente ao menos de vez em quando.

Segundo: invista na empresa de telefonia.

O telefone pode se tornar uma linha viva de comunicação entre amigos que estão longe um do outro.

Terceiro: use a tecnologia.

Utilize o SMS, o computador para enviar mensagens. Mande e-mails, mas não fique copiando e-mails enormes da internet, mensagens de outros.

Escreva você mesmo, com suas palavras. Isso vale muito mais.
Mensagens retiradas da internet são recebidas às dezenas, duplicadas ou triplicadas. Não têm o mesmo valor.

O seu e-mail será único e é isso que importa para a amizade.

Quarto: envie fotos
.
Este é um modo excelente do amigo saber como estamos. Faça cópias de fotos suas, em diferentes lugares, em diversas situações e mande, vez ou outra, aos amigos.

Não esqueça de escrever uma notinha no verso. Reconhecer sua letra será sempre emocionante.

Quinto: combinem para encontrar-se.

Encontrem-se em algum lugar, marque um almoço, um breve café, mesmo que seja rápido; renovará a amizade.

Coloquem o papo em dia. Recordem bons momentos e produzam outros tantos para recordar no futuro.

Sexto: pelo menos diga “oi”.

Se você estiver muito ocupado, atolado em papéis e obrigações, sem tempo para respirar;

Se achar que não tem condições de escrever ou telefonar, mesmo assim separe cinco minutos para escrever num cartão postal “oi, tudo bem?”.

Ou então, apanhe o telefone e pergunte: “tudo bem, aí? Estou com saudades”.

Mantenha as linhas de comunicação abertas.

Sétimo: ore pelos seus amigos.

A oração estabelece linhas de comunicação invisíveis, ao tempo em que, igualmente, estará rogando a proteção dos céus ao amigo que, por vezes, está passando por situação dolorosa.

Ore sempre e com fidelidade. Recomende seus amigos a Deus, aos bons espíritos.

É possível que você não consiga seguir todos esses itens, mas tente, começando ao menos com um deles.

Porque o único meio de conservar um amigo é ser amigo.

Invista na bolsa de valores da amizade, todos os dias. Os lucros sempre serão compensadores.

Lembre-se: amigo verdadeiro é aquele que compartilha todas as tristezas e as alegrias.

Seja amigo!

O amigo alegre é como um dia de sol, que lança seu brilho em tudo à volta.

Seja um dia de sol, todos os dias.


Fonte: M. Espírita

quarta-feira, 24 de março de 2010


O EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO

Cap. 9 - Bem Aventurados os Mansos e Pacíficos

I - A Afabilidade e a Doçura

LÁZARO - Paris, 1861


6 – A benevolência para com os semelhantes, fruto do amor ao próximo, produz a afabilidade e a doçura, que são a sua manifestação. Entretanto, nem sempre se deve fiar nas aparências, pois a educação e o traquejo do mundo podem dar o verniz dessas qualidades. Quantos há, cuja fingida bonomia é apenas uma máscara para uso externo, uma roupagem cujo corte bem calculado disfarça as deformidades ocultas! O mundo está cheio de pessoas que trazem o sorriso nos lábios e o veneno no coração; que são doces, contanto que ninguém as moleste, mas que mordem à menor contrariedade; cuja língua, doirada quando falam face a face, se transforma em dardo venenoso, quando falam por trás.

A essa classe pertencem ainda esses homens que são benignos fora de casa, mas tiranos domésticos, que fazem a família e os subordinados suportarem o peso do seu orgulho e do seu despotismo, como para compensar o constrangimento a que se submetem lá fora. Não ousando impor sua autoridade aos estranhos, que os colocariam no seu lugar, querem pelo menos ser temidos pelos que não podem resistir-lhes. Sua vaidade se satisfaz com o poderem dizer: “Aqui eu mando e sou obedecido”, sem pensar que poderiam acrescentar, com mais razão: “E sou detestado”.

Não basta que os lábios destilem leite e mel, pois se o coração nada tem com isso, trata-se de hipocrisia. Aquele cuja afabilidade e doçura não são fingidas, jamais se desmente. É o mesmo para o mundo ou na intimidade, e sabe que se podem enganar os homens pelas aparências, não podem enganar a Deus.

terça-feira, 23 de março de 2010


A Paz Em Você


A palavra paz costuma estar nos discursos de todas as pessoas.

Seja o político influente, o religioso, a mãe de família, o patrão ou o empregado, todos afirmam desejar a paz.

Contudo, é comum a percepção de que a paz é algo que se produz no exterior e por obra de outros.

Deseja-se a paz à custa de atos alheios.

Se ela não se faz presente, entende-se que a culpa é de terceiros.

Culpa-se o governo pelos estrépitos das ruas.

Culpam-se os políticos pela cultura de desonestidade que prejudica a tranqüilidade.

Sempre são os outros os responsáveis.

Entretanto, toda realização legítima e duradoura começa no indivíduo.

As idéias surgem nas mentes de alguns, alastram-se, convertem-se em atos e gradualmente tomam corpo no meio social.

Toda conquista positiva perfaz esse caminho para se converter de idéia de poucos em realidade de muitos.

Com a paz não pode ser diferente.

Mas, em relação a ela, ainda há uma peculiaridade.

A genuína pacificação se opera no íntimo do ser.

O exterior tumultuado pode constituir um desafio à preservação da harmonia interior.

Ocorre que o silêncio do mundo não induz à paz interna.

Em geral, quem tem a consciência pesada busca se agitar bastante, a fim de não se deter na própria realidade.

Como algo interno, a paz legítima é uma construção pessoal e intransferível.

Ninguém se pacifica à custa do semelhante.

Um ser iluminado pode dar exemplos, conselhos e lições.

Contudo, pacificar-se é um processo de dignificação, que só o próprio interessado pode realizar.

Ele pressupõe a compreensão de que atos indignos sempre têm tristes conseqüências.

Ninguém adquire plenitude interior sem agir com dignidade e sem dominar seus pensamentos e sentimentos.

A entrega ao crepitar das paixões apenas complica a existência.

Os gozos mundanos são momentâneos, ao passo que a lembrança do que se fez dura bastante.

Não há como viver em paz e desfrutar de vantagens indevidas, prejudicar os semelhantes e fazer o que a consciência reprova.

O requisito básico da paz é a tranqüilidade de consciência.

Para isso, é preciso tornar-se senhor da própria vontade.

Hábitos de longa data não somem em um repente.

Enquanto eles são dominados, a vontade precisa ser firme.

Para não viver torturado por desejos ilícitos, também se impõe deter o olhar no que de belo há no mundo.

Sem angústia, mas com a firme intenção de corrigir-se aos poucos, direcionar a própria atenção e o próprio querer para atividades dignas.

Devagar, surge o prazer de ser trabalhador, digno e bondoso.

Como resultado, faz-se a paz no íntimo do ser.


Fonte: M. Espírita.

segunda-feira, 22 de março de 2010


Não Desistir Jamais

Você já pensou em abandonar algum compromisso, alguma atividade antes de acabá-la, só porque estava difícil demais?

Já se viu desistindo de resolver um grande problema, porque ele se mostrou maior do que você estava disposto a solucionar?

Talvez muitos de nós já tenhamos passado por alguma dessas situações. O de desistir de algo, de algum intento, de algo previamente planejado.

Algumas vezes o motivo é o cansaço, outros o desestímulo, ainda pode ser a falta de perspectiva... Seja qual for a causa, o resultado é sempre o mesmo: tarefa inacabada, tarefa adiada.

Nosso livre-arbítrio nos permite tal ação, mas a resposta da vida será sempre a mesma: em algum momento, nos encontraremos novamente com o compromisso, a fim de concluí-lo.

Quanto mais importante for o compromisso adiado, mais tormentos e dificuldades, e mais energia vai-nos exigir para a sua continuidade.

Será sempre mais trabalhoso retomar o compromisso mais tarde pois, ao abandoná-lo, ele não se extingue, apenas continua lá, do mesmo tamanho e tão desafiador como sempre.

Desses compromissos que, algumas vezes pensamos em adiar, abandonar, fugir, sem dúvida, o maior deles é a própria vida.

Você já se deu conta de que viver é um grande compromisso de nós para conosco mesmo e para com Deus?

Ninguém vive por acaso, por obra do acaso e de maneira aleatória.

A vida de cada um de nós é experiência de extrema importância em nossa história de Espíritos imortais.

A cada vida, um planejamento, uma programação, sob a tutela e os cuidados da Providência Divina, para que tudo ocorra da melhor maneira possível.

Dessa forma, é natural que, para nossa vida, também estejam programados embates, desafios, alguns dissabores... São os resultados do ontem refletindo no hoje.

Mas todas as experiências que a vida nos oportuniza são para aprendizado, nada ao acaso, nada tempo perdido.

Por isso, evadir-se da vida pelo caminho infeliz do suicídio é opção insensata dos que imaginam que todos os nossos problemas se solucionarão ao darmos as costas para eles.

Os problemas não só continuarão, como estarão aguardando nossas ações para sua solução, em momento oportuno.

É ilusão imaginar que a morte irá trazer a solução dos problemas. Pelos caminhos tristes do suicídio, ela nos trará apenas a decepção para quem se iludiu, imaginando que a vida acaba com a morte do corpo, esquecendo-se que a alma permanece.

Os nossos problemas são os mais adequados para a nossa estrutura emocional e para nossas capacidades.

Ninguém no mundo está abandonado. Deus, como Pai amantíssimo, cuida de cada um de nós, com um desvelo que poucas vezes nos damos conta.

Se algum dia tal idéia infeliz lhe passou pela cabeça, liberte-se dessa infame ilusão, pois que, por esses caminhos, a morte nada lhe trará a não ser a certeza de que tudo o que você quer abandonar hoje, terá que ser retomado mais tarde, sob a injunção de maiores dificuldades e dores.

Sem dúvida, o dia de hoje, o momento atual, é o mais adequado, favorável e feliz para a solução dos seus problemas.

Fonte: M. Espírita.

domingo, 21 de março de 2010


A CONTA DA VIDA


Quando Levindo completou vinte e um anos, a Mãezinha recebeu-lhe os amigos, festejou a data e solenizou o acontecimento com grande alegria.

No íntimo, no entanto, a bondosa senhora estava triste, preocupada.

O filho, até à maioridade, não tolerava qualquer disciplina. Vivia ociosamente, desperdiçando o tempo e negando-se ao trabalho. Aprendera as primeiras letras, a preço de muita dedicação materna, e lutava contra todos os planos de ação digna.

Recusava bons conselhos e inclinava-se, francamente, para o desfiladeiro do vício.

Nessa noite, todavia, a abnegada Mãe orou, mais fervorosa, suplicando a Jesus o encaminhasse à elevação moral. Confiou-o ao Céu, com lágrimas, convencida de que o Mestre Divino lhe ampararia a vida jovem.

As orações da devotada criatura foram ouvidas, no Alto, porque Levindo, logo depois de arrebatado pelas asas do sono, sonhou que era procurado por um mensageiro espiritual, a exibir largo documento na mão.

Intrigado, o rapaz perguntou-lhe a que devia a surpresa da semelhante visita.

O emissário fitou nele os grandes olhos e respondeu:

- Meu amigo, venho trazer-te a conta dos seres sacrificados, até agora, em teu proveito.

- Até hoje, para sustentar-te a existência, morreram, aproximadamente, 2.000 aves, 10 bovinos, 50 suínos, 20 carneiros e 3.000 peixes diversos. Nada menos de 60.000 vidas do reino vegetal foram consumidos pela tua, relacionando-se as do arroz, do milho, do feijão, do trigo, das várias raízes e legumes. Em média calculada, bebeste 3.000 litros de leite, gastaste 7.000 ovos e comeste 10.000 frutas. Tens explorado fartamente as famílias de seres do ar e das águas, de galinheiros e estábulos, pocilgas e redis. O preço dos teus dias nas hortas e pomares vale por uma devastação. Além disto, não relacionamos aqui os sacrifícios maternos, os recursos e doações de teu pai, os obséquios dos amigos e as atenções de vários benfeitores que te rodeiam. Em troca, que fizeste de útil? Não restituíste ainda à Natureza a mínima parcela de teu débito imenso. Acreditas, porventura, que o centro do mundo repousa em tuas necessidades individuais e que viverás sem conta nos domínios da Criação? Produze algo de bom, marcando a tua passagem pela Terra. Lembra-te de que a própria erva se encontra em serviço divino. Não permitas que a ociosidade te paralise o coração e desfigure o espírito!...

O moço, espantado, passou a ver o desfile dos animais que havia devorado e, sob forte espanto, acordou...

Amanhecera.

O sol de ouro como que cantava em toda parte um hino glorioso ao trabalho pacífico.

Levindo escapou da cama, correu até à genitora e exclamou:

- Mãezinha, arranje-me serviço! Arranje-me serviço!...

- Oh! meu filho – disse a senhora num transporte de júbilo -, que alegria! Como estou contente!... Que aconteceu?

E o rapaz, preocupado, informou:

- Nesta noite passada, eu vi a conta da vida.

Daí em diante, converteu-se Levindo num homem honrado e útil.



Livro: Alvorada Cristã – Médium: Chico Xavier – Espírito: Néio Lúcio.

sábado, 20 de março de 2010


Súplica ao Mestre


Jesus, Divino e amado Mestre,

Tu que ao mundo trouxeste

Os ensinamentos da caridade,

Do Amor e do Perdão,

Nesta hora de aflição

Rogamos-te compaixão

Para toda a humanidade,

Pois, só com a tua luza,

Querido Mestre Jesus,

Poderemos encontrar

Paz e felicidade.


Jesus, Divino e amado Mestre,

Tu que a este mundo vieste

Trazer do Pai a Verdade,

Ajuda-nos, por caridade,

Carregar a nossa cruz,

Pois, sem o teu auxílio.

Ó amado Mestre Jesus,

Jamais sairemos

Deste reparado exílio

Com um pouco mais de luz.


Jesus, Divino e amado Mestre,

Tu que presidiste a formação

Deste muito terrestre,

E aos filhos deste

Teu próprio coração,

Vem nestes momentos

De grande atribulação

Trazer consolação

Para nossos sofrimentos.


Jesus, Divino e amado Mestre,

Que a tua luz penetre

Em nosso entendimento,

E que possamos propagar

E também exemplificar,

De todo o coração,

Teu grande ensinamento

Do Amor e do Perdão.


Que assim seja.


Autor Desconhecido

COM JESUS E COM KARDEC


O espírita antigamente,
Nas visões em que me interno,
Fosse na rua ou no lar
Era muito mais fraterno.


Os templos eram humildes
Construções de alvenaria.
Sob a luz da mesma fé,
Tudo vibrava harmonia.


Cultivava-se o respeito
Pela Codificação.
Hoje dizem que Kardec
Necessita revisão.


Nos artigos dos jornais,
Sempre se tinha o que ler.
Agora é o ataque mútuo,
Provocando-se a valer...


Até mesmo para o passe
Inventaram que a Doutrina é livre
E vão prescrevendo as normas...


Aos caminhos de quem serve,
Chega a crítica mais cedo
E, por isso, de ser médium
Muita gente anda com medo.


Eu sei que lendo os meus versos
Ainda alguém vai falar:
-“Foi algum obsessor
Que tomou o seu lugar...”


De fato, os tempos são outros.
O progresso é natural.
Mas não percamos de vista
A pureza original.


Recordando, meus amigos,
O que houve ao Cristianismo,
Procuremos trabalhar
Deixando tanto modismo.


Aqui paro e vou cantando
Na estrada que me conduz:
Sou um “espírita de ontem”,
Com Kardec e com Jesus.


Eurícledes Formiga

sexta-feira, 19 de março de 2010


BUSCANDO A FELICIDADE

A felicidade pode realmente não existir na Terra, enquanto a Terra padecer a dolorosa influenciação de um só gemido de sofrimento, pode existir na alma humana, quando a criatura compreender que a felicidade verdadeira é sempre aquela que conseguimos criar para a felicidade do próximo.

O primeiro passo, porém, para a aquisição de semelhante riqueza é o nosso entendimento das leis que nos regem, para que o egoísmo e a ambição não nos assaltem a vida.

O negociante que armazena toneladas de arroz, com o propósito de lucro fácil, não poderá ingeri-lo, senão na quantidade de alguns gramas por refeição.

O dono da fábrica de tecidos, interessado em reter o agasalho devido a milhões, não vestirá senão um costume exclusivo para resguardar-se contra a intempérie.

E o proprietário de extensas vilas, que delibera locupletar-se com o suor dos próprios irmãos, não poderá habitar senão uma casa só e ocupar, dentro dela, um só aposento para o seu próprio repouso.

Tudo na existência está subordinado a princípios que não podemos desrespeitar sem dano para nós mesmos, e, por esse motivo, a felicidade pura e simples é aquela que sabe retirar da vida os seus dons preciosos sem qualquer insulto ao direito ou à necessidade dos semelhantes.

Assim, pois, tudo aquilo que amontoamos, no mundo, em torno de nós, a pretexto de desfrutar privilégios e favores com prejuízo dos outros, redunda sempre em perigosa ilusão a envenenar-nos o espírito.

Felicidade é como qualquer recurso que só adquire valor quando em circulação em benefício de todos.

Em razão disso, saibamos dar do que somos e a distribuir daquilo que retemos, em favor dos que nos partilham a marcha, porque somente a felicidade que se divide é aquela que realmente se multiplica para ser nossa alegria e nossa luz, aqui e além, hoje e sempre.


Livro: Inspiração – Médium: Chico Xavier – Espírito: Emmanuel.

quinta-feira, 18 de março de 2010


SIGA FELIZ


Viva em paz com a sua consciência.


Sempre que você se compare com alguém, evite orgulho e desprezo, reconhecendo que em todos os lugares existem criaturas, acima ou abaixo de sua posição.


Consagre-se ao trabalho que abraçou realizando com ele o melhor que você possa, no apoio ao bem comum.


Trate o seu corpo na condição de primoroso instrumento, ao qual se deve a maior atenção no desempenho da própria tarefa.


Ainda que se veja sob graves ofensas, não guarde ressentimento, observando que somos todos, espíritos em evolução na Terra, suscetíveis de errar.


Cultive sinceridade com bondade para que a franqueza agressiva não lhe estrague belos momentos no mundo.


Procure companhias que lhe possam doar melhoria de espírito e nobreza de sentimentos.


Converse humanizando ou elevando aquilo que se fala.


Não exija da vida aquilo que a vida ainda não lhe deu, mas siga em frente no esforço de merecer a realização dos seus ideais.


E, trabalhando e servindo sempre você obterá prodígios, no tempo, com a bênção de Deus.


Livro: Momentos de Ouro – Médium: Chico Xavier – Espírito: André Luiz.

quarta-feira, 17 de março de 2010


O EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO

Cap. 5 – Bem Aventurados Os Aflitos

III - A Felicidade Não É Deste Mundo

20 – Não sou feliz! A felicidade não foi feita para mim! Exclama geralmente o homem, em toda as posições sociais. Isto prova, meus caros filhos, melhor que todos os raciocínios possíveis, a verdade desta máxima do Eclesiastes: “A felicidade não é deste mundo”. Com efeito, nem a fortuna, nem o poder, nem mesmo a juventude em flor, são condições essenciais da felicidade. Digo mais: nem mesmo a reunião dessas três condições, tão cobiçadas, pois que ouvimos constantemente, no seio das classes privilegiadas, pessoas de todas as idades lamentarem amargamente a sua condição de existência.


Diante disso, é inconcebível que as classes trabalhadoras invejem com tanta cobiça a posição dos favorecidos da fortuna. Neste mundo, seja quem for, cada qual tem a sua parte de trabalho e de miséria, seu quinhão de sofrimento e desengano. Pelo que é fácil chegar-se à conclusão de que a Terra é um lugar de provas e de expiações.


Assim, pois, os que pregam que a Terra é a única morada do homem, e que somente nela, e numa única existência, lhe é permitido alcançar o mais elevado grau de felicidade que a sua natureza comporta, iludem-se e enganam aqueles que os ouvem. Basta lembrar que está demonstrado, por uma experiência multissecular, que este globo só excepcionalmente reúne as condições necessárias à felicidade completa do indivíduo.


Num sentido geral, pode afirmar-se que a felicidade é uma utopia, a cuja perseguição se lançam as gerações, sucessivamente, sem jamais a alcançarem. Porque, se o homem sábio é uma raridade neste mundo, o homem realmente feliz não se encontra com maior facilidade.


Aquilo em que consiste a felicidade terrena é de tal maneira efêmera para quem não se guiar pela sabedoria, que por um ano, um mês, uma semana de completa satisfação, todo o resto da existência se passa numa seqüência de amarguras e decepções. E notai, meus caros filhos que estou falando dos felizes da Terra, desses que são invejados pelas massas populares.


Conseqüentemente, se a morada terrena se destina a provas e expiações, é forçoso admitir que existem, além, moradas mais favorecidas, em que o Espírito do homem, ainda prisioneiro de um corpo material, desfruta em sua plenitude as alegrias inerentes à vida humana. Foi por isso que Deus semeou, no vosso turbilhão, esses belos planetas superiores para os quais os vossos esforços e as vossas tendências vos farão um dia gravitar, quando estiverdes suficientemente purificados e aperfeiçoados.


Não obstante, não se deduza das minhas palavras que a Terra esteja sempre destinada a servir de penitenciária. Não, por certo! Porque, do progresso realizado podeis facilmente deduzir o que será o progresso futuro, e das melhoras sociais já conquistadas, as novas e mais fecundas melhoras que virão. Essa é a tarefa imensa que deve ser realizada pela nova doutrina que os Espíritos vos revelaram.


Assim, pois, meus queridos filhos, que uma santa emulação vos anime, e que cada um dentre vós se despoje energicamente do homem velho.


Entregai-vos inteiramente à vulgarização desse Espiritismo, que já deu início à vossa própria regeneração. É um dever fazer vossos irmãos participarem dos raios dessa luz sagrada. À obra, portanto, meus caros filhos! Que nesta reunião solene, todos os vossos corações se voltem para esse alvo grandioso, de preparar para as futuras gerações um mundo em que felicidade não seja mais uma palavra vã.

FRANÇOIS NICOLAS MADELAINE - Cardeal Morlot, Paris, 1863


terça-feira, 16 de março de 2010


REGRAS DE FELICIDADE


Lembre-se de que os outros são pessoas que você pode auxiliar, ainda hoje, e das quais talvez amanhã mesmo você precisará de auxílio.

Todo solo responde não somente conforme a plantação, mas também segundo os cuidados que recebe.

Aqueles que renteiam conosco nas mesmas trilhas evolutivas assemelham-se a nós, carregando qualidades adquiridas e deficiências que estão buscando liquidar e esquecer.

Reflita nos arranhões mentais que você experimenta quando alguém se reporta irrefletidamente aos seus problemas e aprenda a respeitar os problemas alheios.

Pensemos no bem e falemos no bem, destacando o lado bom dos acontecimentos, pessoas e coisas.

Toda vez que agimos contra o bem, criamos oportunidades para a influência do mal.

Mostremos o melhor sorriso - o sorriso que nos nasça do coração - sempre que entrarmos em contato com os outros.

Ninguém estima transitar sobre tapetes de espinhos.

Evitemos discussões.

Diálogo, na essência, é intercâmbio.

Se você tem algo de bom a realizar, não se atrase nisso.

Hoje é o tempo de fazer o melhor.

Estime a tarefa dos outros, prestigiando-a com o seu entusiasmo e louvor na construção do bem.

Criar alegria e segurança nos outros é aumentar o nosso rendimento de paz e felicidade.

Não contrarie os pontos de vista dos seus interlocutores.

Podemos ter luz em casa sem apagar a lâmpada dos vizinhos.

Você é uma instituição com objetivos próprios dentro da Vida, a Grande Instituição de Deus.

Os amigos são seus clientes e se você procura ajudá-los, eles igualmente ajudarão você.

Se você sofreu derrotas e contratempos, apenas se deterá se quiser.

A Divina Providência jamais nos cerra as portas do trabalho e, se passamos ontem por fracassos e dificuldades em nossas realizações, o Sol a cada novo dia nos convida a recomeçar.


Livro: Na era do Espírito – Médium: Chico Xavier – Espírito: André Luiz.