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quarta-feira, 13 de julho de 2011

O EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO


Cap. 13 – Que a Mão Esquerda Não Saiba o Que Faz a Direita


A Beneficência (2)


CÁRITAS - Martirizado em Roma, Lyon, 1861


13 – Chamo-me Caridade, sou o caminho principal que conduz a Deus; segui-me, porque eu sou a meta a que vós todos deveis visar.
Fiz nesta manhã o meu passeio habitual, e com o coração magoado venho dizer-vos: Oh, meus amigos, quantas misérias, quantas lágrimas, e quanto tendes de fazer para secá-las todas! Inutilmente tentei consolar as pobres mães, dizendo-lhes ao ouvido: Coragem!


Há corações bondosos que velam por vós, que não vos abandonarão; paciência! Deus existe, e vós sois as suas amadas, as suas eleitas.


Elas pareciam ouvir-me e voltavam para mim os seus grandes olhos assustados. Eu lia em seus pobres semblantes que o corpo, esse tirano do Espírito, tinha fome, e que, se as minhas palavras lhes tranqüilizam um pouco o coração, não lhes saciavam o estômago.


Então eu repetia: Coragem! Coragem! E uma pobre mãe, muito jovem, que amamentava uma criancinha, tomou-a nos braços e ergueu-a no espaço vazio, como para me rogar que protegesse aquele pobre e pequeno ser, que só encontrava num seio estéril alimento insuficiente.


Mais adiante, meus amigos, vi pobres velhos sem trabalho e logo sem abrigo, atormentados por todos os sofrimentos da necessidade, e envergonhados de sua miséria, não se atrevendo, eles que jamais mendigaram, a implorar a piedade dos passantes. Coração empolgado de compaixão, eu, que nada tenho, me fiz mendiga para eles, e vou para toda parte estimular a beneficência, inspirar bons pensamentos aos corações generosos e compassivos. Eis por que venho até vós, meus amigos, e vos digo: Lá em baixo há infelizes cuja cesta está sem pão, a lareira sem fogo, o leito sem cobertas.


Não vos digo o que deveis fazer, deixo a iniciativa aos vossos bons corações; pois se eu vos ditasse a linha de conduta, não teríeis o mérito de vossas boas ações. Eu vos digo somente: Sou a caridade e vos estendo as mãos pelos vossos irmãos sofredores.


Mas, se peço, também dou, e muito; eu vos convido para um grande festim e ofereço a árvore em que vós todos podereis saciar-vos. Vede como é bela, como está carregada de flores e de frutos! Ide, ide, colhei, tomai todos os frutos dessa bela árvore que se chama beneficência. Em lugar dos ramos que lhe arrancardes, porei todas as boas ações que fizerdes e levarei a árvore a Deus, para que Ele a carregue de novo, porque a beneficência é inesgotável.


Segui-me, pois, meus amigos, a fim de que eu vos possa contar entre os que se alistam sob a minha bandeira. Sede intrépidos: eu vos conduzirei pela via da salvação, porque eu sou a Caridade!

terça-feira, 12 de julho de 2011

TESTEMUNHO DOMÉSTICO


“Por isso, enquanto tivermos oportunidade, façamos o bem a todos, mas principalmente aos da família da fé” - Paulo. (Gálatas, 6:10).


Decerto que o apóstolo Paulo, em nos recomendando carinho especial para com a família da nossa fé, mantinha em vista a obrigação inarredável da assistência imediata aos que convivem conosco.


Se não formos úteis e compreensivos, afáveis e devotados, junto de alguns companheiros, como testemunhar a vivência das lições de Jesus, diante da Humanidade?


Admitimos, porém, à luz da Doutrina Espírita, que o aviso apostólico se reveste de significação mais profunda.


É que, entre os nossos domésticos, estão particularmente os laços de existências passadas, muitos deles reclamando reajuste e limpeza.


Na equipe dos familiares do dia a dia formam, comumente, aqueles Espíritos que, por força de nossos compromissos do pretérito, nos fiscalizam, criticam, advertem e experimentam.


Sempre fácil dar boa impressão a quem não prive intimamente conosco. Num gesto ou numa frase, arrancamos, de improviso, o aplauso ou a admiração de quantos nos encontram exclusivamente na paisagem escovada dos atos sociais.


Diante dos amigos que se despedem de nós, depois de uma solenidade ou de qualquer encontro formal, nada difícil cairmos desastradamente sob a hipnose de lisonja com que se pretende exagerar as nossas virtudes de superfície.


Examinemos, contudo, as nossas conquistas morais, demonstrando-as perante aqueles que nos conhecem os pontos fracos.


Não nos iludamos.


Façamos o bem a todos, mas provemos, a nós mesmos, se já somos bons, fazendo o bem, a cavaleiro de todos os embaraços, diante daqueles que diariamente nos acompanham a vida, policiando o nosso comportamento entre o bem e o mal.


Livro: Palavras de Vida Eterna – Médium: Chico Xavier – Espírito: Emmanuel.
Fonte da imagem: Internet

segunda-feira, 11 de julho de 2011

PERANTE O TEMPO


Em nenhuma condição, malbaratar o tempo com polêmicas e conversações estéreis, ocupações fantasistas e demasiado divertimento.


Desperdiçar tempo é esbanjar patrimônio divino.


Autodisciplinar-se em todos os cometimentos a que se proponha, revestindo-se do necessário discernimento.


“Fazer muito” nem sempre traduz “fazer bem”.


Fugir de chorar o passado, esforçando-se por reparar toda ação menos correta.


O passado é a raiz do presente, mas o presente é a raiz do futuro.


Afastar aflições descabidas com referência ao porvir, executando honestamente os deveres que o mundo lhe designa no minuto que passa.


O “amanhã” germinará das sementes do “hoje”.


Quanto possível, plasmar as resoluções do bem no momento em que surjam, de vez que, posteriormente, o campo da experiência pode modificar-se inteiramente.


Ajuda menos, quem tarde serve.


Ainda que assoberbado de realizações e tarefas, jamais descurar o bem que possa fazer em favor dos outros.


Quando procuramos o bem, o próprio bem nos ensina a encontrar o “tempo de auxiliar”.


“Ainda não é chegado o meu tempo, mas o vosso tempo sempre está pronto.” — Jesus. (JOÃO, 7:6.)


Ditado Pelo Espírito: André Luiz – Psicografia: Waldo Vieira.
Fonte da imagem: Internet

domingo, 10 de julho de 2011

NA DIREÇÃO DO BEM


O senhor tudo criou na direção do bem.


Todas as criaturas, por isto, são chamadas a produzir proveitosamente.


A erva tenra sustenta os animais.


A fonte oculta socorre o inseto humilde.


A árvore é abençoada companheira dos homens.


A flor produzirá fruto.


O fruto dar-nos-á mesa farta.


O rio distribui as águas.


A chuva lava o céu e sacia a terra sedenta.


A pedra faz o alicerce de nossa casa.


A boa palavra revela o bom caminho.


Como desconhecer os santos propósitos da vida, se a natureza que a sustenta reflete os sábios desígnios da Providência?


Grande escola para o nosso espírito, a Terra é um livro gigantesco em que podemos ler a mensagem de amor universal que o Pai celeste nos envia.


Desde a gota de orvalho que alimenta o cacto espinhoso, à luz do sol que brilha no alto para todos os seres, podemos sentir o apelo da Infinita Sabedoria ao serviço de cooperação na felicidade, na paz e na alegria dos semelhantes.


Todo homem e toda mulher nascem no mundo para tarefas santificantes, segundo a Divina Lei.


Com alegria, o bom administrador governa os interesses do povo.


Com alegria, o bom lavrador ara o solo e protege a sementeira.


O homem que semeia no chão, garantindo a subsistência das criaturas, é irmão daquele que dirige o pensamento das nações para o conhecimento divino.


A mulher que recebe homenagens pelas suas virtudes públicas é irmã daquela que, na intimidade do lar, se sacrifica pela criancinha doente.


Deus conhece as pessoas pelo que produzem, assim como nós conhecemos as árvores pelos frutos que nos estendem.


Em razão disto, os homens bons são amados e respeitados.


A presença deles atrai o carinho e a veneração dos semelhantes. Os maus, todavia, são portadores de ações e palavras indesejáveis e toda gente lhes evita o convívio, tanto quanto nos afastamos das plantas espinhosas e ingratas.


O homem bom compreende que a vida lhe pede a bênção do serviço e levanta-se cada manhã, pensando: “Que belo dia para trabalhar”.


O mau, porém, ergue-se de mau humor. Não sabe sorrir para os que o cercam e costuma exclamar: “Dia terrível! Que destino cruel! Detesto o trabalho e odeio a vida!”.


Um homem, qual esse, precisa de auxílio dos homens bons, porque em não se dedicando ao serviço digno será realmente muito infeliz.


Livro: Alvorada Cristã – Médium: Chico Xavier – Espírito: Néio Lúcio.
Fonte da imagem: Internet

sábado, 9 de julho de 2011

Bilhete Fraterno


Meu amigo, prossigamos


No trabalho, dia a dia,


Procurando com Jesus


A verdadeira alegria.




Se no caminho despontam


Problemas a resolver,


Perseveremos no bem


Cumprindo o nosso dever.




A dor faz parte da vida...


Ninguém vive sem lutar,


Mas é feliz quem já sabe


Esquecer e perdoar.




Incompreensões? Dissabores?


Não desistas de servir


Silencia e segue em frente


Na construção do porvir.




Amanhã, após a noite,


Que a morte impõe aos teus passos,


Encontrarás, redivivo,


O Cristo a estender-te os braços!


Médium: Chico Xavier – Espírito: Casimiro Cunha.
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sexta-feira, 8 de julho de 2011

OBEDIÊNCIA E EDUCAÇÃO


Enumeremos alguns símbolos extremamente simples da natureza, mas profundamente reais para nos auxiliarem o raciocínio na escola da experiência.


A semente que se resigna à solidão, no claustro da terra, é aquela que germina para enriquecimento do campo; e a que não passa por semelhante processo renovador, de modo geral, se encaminha para os misteres do adubo.


A planta que resiste à tempestade, adaptando-se construtivamente ao clima em que foi situada, é a que se esmalta de utilidades e flores, frutos e ninhos, na sustentação das criaturas; aquela, porém, que não tolera as vicissitudes do tempo, desce à própria desagregação, antes de haver cumprido a tarefa para que fora indicada.


E assim ser-nos-á possível prosseguir lembrando no educandário da vida:


Solo que agüenta arado e trator, enxada e pisoteio é o que produz em consonância com as necessidades da multidão; pedra que escora o edifício é a que obedece aos projetos do construtor;


Fio que comunica a força elétrica para benefício do reconforto é aquele que permanece no esquema de serviço em que foi colocado;


Violino que irradia a bênção da música será sempre aquele que demonstra firmeza na função a que foi chamado, sem se sobrepor aos planos do artista.


Acontece o mesmo, no reino do Espírito.


Reconhecemos que não será justo comparar o homem a objetos e seres considerados de condição inferior.


O homem é a inteligência que já chegou à Razão e, por isso, é ele o mordomo responsável da vida, mas se não obedece, voluntariamente, em favor do bem de todos, conscientizando as próprias atitudes e aceitando os deveres que se lhe atribuem, ainda mesmo com sacrifício pessoal, a felicidade do Mundo vai se tornando cada vez mais distante e o aprimoramento individual cada vez menos possível.


Livro Inspiração – Médium: Chico Xavier – Espírito: Emmanuel.
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quinta-feira, 7 de julho de 2011

RESISTÊNCIA AO MAL


"Eu, porém, vos digo que não resistais ao mal." - Jesus. (MATEUS, 5:39.)


Os expoentes da má fé costumam interpretar falsamente as palavras do Mestre, com relação à resistência ao mal.


Não determinava Jesus que os aprendizes se entregassem, inermes, às correntes destruidoras.


Aconselhava a que nenhum discípulo retribuísse violência por violência.


Enfrentar a crueldade com armas semelhantes seria perpetuar o ódio e a desregrada ambição no mundo.


O bem é o único dissolvente do mal, em todos os setores, revelando forças diferentes.


Em razão disso, a atitude requisitada pelo crime jamais será a indiferença e, sim, a do bem ativo, enérgico, renovador, vigilante e operoso.


Em todas as épocas, os homens perpetraram erros graves, tentando reprimir a maldade, filha da ignorância, com a maldade, filha do cálculo. E as medidas infelizes, grande número de vezes, foram concretizadas em nome do próprio Cristo.


Guerras, revoluções, assassínios, perseguições foram movimentados pelo homem, que assim presume cooperar com o Céu. No entanto, os empreendimentos sombrios nada mais fizeram que acentuar a catástrofe da separação e da discórdia. Semelhantes revides sempre constituem pruridos de hegemonia indébita do sectarismo pernicioso nos partidos políticos, nas escolas filosóficas e nas seitas religiosas, mas nunca determinação de Jesus.


Reconhecendo, antecipadamente, que a miopia espiritual das criaturas lhe desfiguraria as palavras, o Mestre reforçou a conceituação, asseverando: "Eu, porém, vos digo..."


O plano inferior adota padrões de resistência, reclamando "olho por olho, dente por dente"...


Jesus, todavia, nos aconselha a defesa do perdão setenta vezes sete, em cada ofensa, com a bondade diligente, transformadora e sem fim.


Livro: Vinha de Luz – Médium: Chico Xavier – Espírito: Emmanuel.
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quarta-feira, 6 de julho de 2011

O EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO


Cap. 8 – Bem Aventurados os Puros de Coração


Bem Aventurados Os Que Têm Os Olhos Fechados


Vianney - Cura de Ars, Paris, 1863


20 – Meus bons amigos, porque me chamastes? Para que eu imponha as mãos sobre esta pobre sofredora que está aqui, e a cure? Ah, que sofrimento, bom Deus! Perdeu a vista, e as trevas se fizeram para ela. Pobre criança! Que ore e espere. Eu não sei fazer milagres, eu, sem à vontade do bom Deus. Todas as curas que obtive, e que conheceis, não se atribuais senão Aquele que é o Pai de todos nós.


Nas vossas aflições, voltai sempre os vossos olhos para o céu, e dizei, do fundo do vosso coração: “Meu Pai, curai-me, mas fazei que a minha alma doente seja curada antes das enfermidades do corpo; que minha carne seja castigada, se necessário, para que a minha alma se eleve para vós com a brancura que possuía quando a criastes”. Após esta prece, meus bons amigos, que o bom Deus sempre ouvirá, a força e a coragem vos serão dadas, e talvez também a cura que temerosamente pedistes como recompensa da vossa abnegação.


Mas desde que aqui me encontro, numa assembléia em que se trata, sobretudo de estudar, eu vos direi que os que estão privados da vista deviam considerar-se como os bem-aventurados da expiação.


Lembrai-vos de que o Cristo disse que era necessário arrancar o vosso olho, se ele fosse mau, e que mais valia atirá-lo ao fogo que ser a causa da vossa perdição. Ah, quantos existem sobre a Terra que um dia maldirão, nas trevas, por terem visto a luz! Oh, sim, como são felizes os que, na expiação, foram punidos pelos olhos! Seu olho não será causa de escândalo e de queda, e eles podem viver completamente a vida das almas, podem ver mais do que vós que tendes boa visão.


Quando Deus me permite abrir as pálpebras de algum desses pobres sofredores e devolvê-los à luz, digo a mim mesmo: Alma querida, por que não conheces todas as delícias do Espírito, que vive de contemplação e de amor? Então não pediríeis para ver as imagens menos puras e menos suaves, que aquelas que podes entrever na tua cegueira.


Oh, sim, bem-aventurado o cego que quer viver com Deus! Mais feliz do que vós que estais aqui, ele sente a felicidade, pode tocá-la, vê as almas e pode lançar-se com elas nas esferas espirituais, que nem mesmo os predestinados da vossa Terra conseguem ver. O olho aberto está sempre pronto a fazer a alma cair; o olho fechado, pelo contrário, está sempre pronto a fazê-la subir até Deus. Crede-me, meus bons e queridos amigos, a cegueira dos olhos é quase sempre a verdadeira luz do coração, enquanto a vista é quase sempre o anjo tenebroso que conduz à morte.


E agora algumas palavras para ti, minha pobre sofredora: espera e tem coragem! Se eu te dissesse: Minha filha, teus olhos vão abrir-se, como ficarias alegre! E quem sabe se esta alegria não te perderia?


Tem confiança no bom Deus, que fez a felicidade e permite a tristeza! Farei tudo o que me for permitido em teu favor; mas, por tua vez, ora, e sobretudo, pensa em tudo o que venho de dizer-te.
Antes de me afastar, vós todos que estais aqui, recebei a minha benção.


21 – NOTA: Quando uma aflição não é a conseqüência dos atos da vida presente, é necessário procurar a sua causa numa vida anterior. Isso que chamamos caprichos da sorte nada mais são que os efeitos da justiça de Deus. Ele não aplica punições arbitrárias, pois quer sempre que entre a falta e a pena exista correlação. Se, na sua bondade, lança um véu sobre os nossos atos passados, entretanto nos aponta o caminho a dizer: “Quem matou pela espada, pela espada perecerá”, palavras que podemos traduzir assim: “Somos sempre punidos naquilo em que pecamos”. Se, pois, alguém é afligido com a perda da visão, é que a vista foi para ele uma causa de queda.


Talvez também tenha sido causa da perda da vista para outro; pode alguém ter ficado cego pelo excesso de trabalho que lhe impôs, ou ainda em conseqüência de maus tratos, de falta de cuidados, etc., e então sofre agora a pena de talião. Ele mesmo, no seu arrependimento, pode ter escolhido esta expiação, aplicando a si próprio estas palavras de Jesus: “Se vosso olho for motivo de escândalo, arrancai-o”.

terça-feira, 5 de julho de 2011

Hoje foi postada a biografia do mês de Julho de 2011 na coluna "Grandes Nomes do Espiritismo" em homenagem a Militão Pacheco.
RUSGAS DOMÉSTICAS


De pequena rusga doméstica pode nascer extensa caudal de rixas e aversões.


Aprender a ouvir sem contradizer, para aclarar qualquer ponto obscuro em momento adequado, é sinal evidente de compreensão e sabedoria.


Auxilia à criança, não apenas a sorrir, mas também a se educar.


Respeitar os parentes do coração, que se nos ligam nas experiências terrestres, é valioso preservativo contra desajustes positivamente desnecessários.


Evita criticar essa ou aquela minudência menos agradável no ambiente caseiro, cooperando em silêncio para que os senões desapareçam.


Nada censures, colaborando para que os problemas sejam resolvidos sem alterações e reproches.


Silenciar sobre questões nevrálgicas em família impede a explosão de conversas ofensivas ou inúteis.


Não revivas os mal entendidos de ontem ou de qualquer fase do passado, para que faltas e erros no lar sejam realmente esquecidas.


Aprendamos a não gritar e sim conversemos.


Não te esqueças: a união começa de casa, mas a calma geral começa em ti mesmo.


Livro: Calma – Médium: Chico Xavier – Espírito: Emmanuel.
Fonte da imagem: Internet

sexta-feira, 24 de junho de 2011

Caros amigos deste blog,

Por motivo de viagem as postagens serão retomadas a partir de 05.07.2011 no seguinte formato:


2ª, 3ª, 5ª e 6ª feira postagem de matérias diversas espíritas.

4ª feira postagem de uma página do Evangelho Segundo o Espiritismo.

Sábado postagem de poesia e troca da prece da semana.

Domingo postagem de uma história ou
estória de fundo espírita.

Todo início de mês postagem de uma nova biografia espírita e troca da imagem do blog.


Paz, alegria e felicidade a todos.


Carlos Varoli

terça-feira, 21 de junho de 2011

JESUS EM CASA


O lar é o santuário em que a bondade de Deus te situa. Dentro dele, nos fios da consangüinidade, recebes o teu primeiro mandato de serviço cristão.


É aí que te avistas com o adversário de ontem, convertido em parente próximo, e que retomas o contato de afeições queridas que o tempo não apagou...


O mundo é a grande ribalta dos teus ideais e convicções, mas o lar é o espelho para os testemunhos de tua fé.


Não olvides a necessidade de Cristo no cenáculo de amor em que te refugias.


Escolhes alguns minutos por semana e reúne-te com os laços domésticos que te possam acompanhar no cultivo da lição de Jesus.


Quanto seja possível, na mesma noite e no mesmo horário, faze teu círculo íntimo de meditação e de estudo.


Depois da prece com que nos cabe agradecer ao Senhor o pão da alma , abre as páginas do Evangelho e lê, em voz alta, algum dos seus trechos de verdade e consolo para o que receberás a inspiração dos Amigos Espirituais que te assistem.


Não é necessário a leitura por mais de dez minutos.


Em seguida, na intimidade da palavra livre e sincera, todos os companheiros devem expor suas dúvidas, seus temores e dificuldades sentimentais.


Através da conversação edificante, emissários da Esfera Superior distribuirão idéias e forças, em nome do Cristo, para que horizontes novos iluminem o espírito de cada um.


Aprenderás que semelhante prática vale por visita de nossos corações ao Eterno Benfeitor, que nos tomará o esforço por trilho de acesso à Sua Divina Luz, transformando-nos o culto da Boa Nova em fonte de bênçãos, dissolvendo em nosso campo de trabalho todas as sombras da discórdia e da ignorância, do desequilíbrio e da irritação.


Dizes-te amigo de Cristo, afirmas-te seguidor de Cristo e clamas, com razão, que Cristo é o caminho redentor da Terra, mas não te esqueças de erigir-lhe assento constante a mesa do próprio lar, para que a luz do Evangelho se te faça vida e alegria no coração.


Livro: Família – Médium: Chico Xavier – Espírito: Emmanuel.
Fonte da imagem: Internet

segunda-feira, 20 de junho de 2011

OBSTÁCULOS (4)


Diante dos obstáculos, fazer o melhor e seguir para a frente.


Sempre desapontamos alguém e sempre alguém nos desaponta.


Assim como nem todos podem habitar o mesmo sítio, nem todos conseguem partilhar as mesmas idéias.


Nunca explodir, gritar, irar-se ou desanimar e sim trabalhar.


Depois de um problema, aguardar outros.


O erro ensina o caminho do acerto e o fracasso mostra o caminho da segurança.


Toda realização é feita pouco a pouco.


Nos dias de catástrofe, nada de cólera ou de acusação contra alguém, e sim a obrigação clara de repormos o comboio do serviço nos trilhos adequados e seguir adiante.


Quem procura o bem, decerto que há de sofrer as arremetidas do mal.


Plantar o bem, através de tudo e de todos, por todos os meios lícitos ao nosso alcance, compreendendo que, se em matéria de colheita Deus pede tempo ao homem, o homem deve entregar o tempo a Deus.


Livro: Sinal Verde – Médium: Chico Xavier – Espírito: André Luiz.
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domingo, 19 de junho de 2011

O JUIZ RETO


Ao tribunal de Eliaquim bem Jefté, juiz respeitável e sábio, compareceu o negociante Jonatan bem Cafar arrastando Zorobabel, miserável mendigo.


-Este homem – clamou o comerciante, furioso – impingiu-me um logro de vastas proporções! Vendeu-me um colar de pérolas falsas, por cinco peças de ouro, asseverando que valiam cinco mil. Comprei as jóias, crendo haver realizado excelente negócio, descobrindo, afinal, que o preço delas é inferior a dois ovos cozidos. Reclamei diretamente contra o mistificador, mas este vagabundo já me gastou o rico dinheiro. Exijo para ele as penas da justiça! É ladrão reles e condenável!...


O magistrado, porém, que cultuava a Justiça Suprema, recomendou que o acusado se pronunciasse por sua vez:


-Grande juiz – disse ele, timidamente -, reconheço haver transgredido os regulamentos que nos regem. Entretanto, tenho meus dois filhos estirados na cama e debalde procuro trabalho digno, pois mo recusam sempre, a pretexto de minha idade e de minha pobre apresentação. Realmente, enganei o meu próximo e sou criminoso, mas prometo resgatar meu débito logo que puder.


O juiz meditou longamente e sentenciou:


-Para Zorobabel, o mendigo, cinco bastonadas entre quatro paredes, a fim de que aprenda a sofrer honestamente, sem assalto á bolsa dos semelhantes, e, para Jonatan, o mercador, vinte bastonadas, na praça pública, de modo a não mais abusar dos humildes.


O negociante protestou, revoltado:


-Que ouço?! Sou vítima de um ladrão e devo pagar por faltas que não cometi? Iniqüidade! Iniqüidade!...


O magistrado, todavia, bateu forte com um martelo sobre a mesa, chamando a atenção dos presentes, e esclareceu em voz alta:


-Jonatan bem Cafar, a justiça verdadeira não reside na Terra para examinar as aparências. Zorobabel, o vagabundo, chefe de uma família infeliz, furtou-te cinco peças de ouro, no propósito de socorrer os filhos desventurados, porém, tu, por tua vez, tentaste roubar dele, valendo-te do infortúnio que o persegue, apoderando-te de um objeto que acreditaste valer cinco mil peças de ouro ao preço irrisório de cinco. Quem é mais nocivo à sociedade, perante Deus: o mísero esfomeado que rouba um pão, a fim de matar a fome dos filhos, ou o homem já atendido pela Bondade do Eterno, com os dons da fortuna e da habilidade, que absorve para si uma padaria inteira, a fim de abusar, calculadamente, da alheia inteligência? Quem furta por necessidade pode ser um louco, mas quem acumula riquezas, indefinidamente, sem movimenta-las no trabalho construtivo ou na prática do bem, com absoluta despreocupação pelas angústias dos pobres, muita vez passará por inteligente e sagaz, aos olhos daqueles que, no mundo, adormeceram no egoísmo e na ambição desmedida, mas é malfeitor diante do Todo Poderoso que nos julgará a todos, no momento oportuno.


E, sob a vigilância de guardas robustos, Zorobabel tomou cinco bastonadas em sala de portas lacradas, para aprender a sofrer sem roubar, e Jonatan apanhou vinte, na via pública, de modo a não mais explorar, sem escrúpulos, a miséria, a simplicidade e a confiança do povo.


Livro: Alvorada Cristã – Médium: Chico Xavier – Espírito: Néio Lúcio.
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sábado, 18 de junho de 2011

Chico Xavier


Chico, tu és amor
Bondade e gratidão
Queria muito ser como tu
E agradeço de coração.


És o balaustre do Espiritismo
Nesta terra de ódio e dor
E com teu ensinamento
Saberemos carregar nossa cruz.


O amor vem de ti
Como o sol a nos aquecer
Preciso desta “Luz”
Para encontrar “Jesus”.


Sendo tu o amor e a paz
Que tanto tento encontrar
Peço nas minhas preces
Para Jesus sempre te acompanhar.


Se cada um fizesse
Um pouco do que faz o senhor
Esta seria uma terra
Cheia de paz e amor.


A alegria que eu tenho
Nesta hora de louvor
Em falar um pouco de ti
Que és Luz e amor.


Que Deus te dê tudo
Paz, alegria e amor
Para que continues
Esse trabalho do Senhor.


O amor que espalhas
Enche todos os corações
Pois és o mensageiro
Enviado pelo Senhor.


Com a graça de Jesus
Eu ficaria o dia inteiro
Para falar de ti
Pois és um dos maiores obreiros.


Orlando Carreon

sexta-feira, 17 de junho de 2011

OBSESSÃO


Certamente que você deve olhar para a frente, onde novas descobertas descerram horizonte ilimitados, e não para trás.


Tudo afirma o poder da máquina. Dispõem os homens, agora, de invenções, a fim de acompanhar a resolução científica, mas em todo o mundo, à nossa volta, há uma grande escuridão espiritual. Em toda parte, podemos observar a frustração, a dúvida, a aflição e o medo do futuro.


Muitos parecem hoje novos ricos e novos pobres na verdade espiritual. A Ciência está iluminando aspectos exteriores da vida, enquanto crises de ansiedade a estão danificando por dentro. O mundo nos parece imenso aprendizado sob a investida de perigosos inimigos da alma.


Que pode ser feito sobre isso? Devemos continuar sentados e aplaudir? Quando nego ajuda ao meu irmão, nego-a a mim mesmo.


Teremos de penetrar mais nesse problema, porque estamos imersos nele.


Aqui e ali, devemos desviar-nos do nosso caminho para ajudar o semelhante desencorajado e abandonado.


Depois da morte, no mundo espiritual, compreendemos isso. E você?


Você e eu podemos estar firmes com a verdade, mas nenhum de nós está livre de culpa. Falhamos mais freqüentemente do que pensamos.


Em outras palavras, caímos facilmente na fraqueza, no egoísmo, na intolerância, na crueldade, ou na impaciência. Sempre que isso acontece, espíritos obsessores exercem sua influência sobre você. A insanidade pode eclodir. Então você deve orar, a fim de encontrar um meio prático de libertar-se. Acima de tudo, coopere. Busque o Bem.


Você pode ajudar os outros, porque nunca está só. Sempre que se precisa de ajuda, Deus está por perto. O espírito inferior deve tornar-se homem verdadeiro, antes de ser anjo. Todos esses chamados demônios são seres humanos. Que possamos abençoá-los e dar-lhes mais amor.


Livro: Entre Irmãos de Outras Terras – Médiuns: Chico Xavier e Waldo Vieira – Espírito: Ernest O’Brien.
Nova Iorque – E.U.A. – l5 de julho de 1965.


Mensagem Recebida em Inglês, tradução de Hermínio C. de Miranda.
Fonte da imagem: Internet.

quinta-feira, 16 de junho de 2011

MAL E BEM


Acautela-te em pedir o favor do bem, porque muitas vezes a concessão que se nos afigura bem nosso pode ser efetivamente o mal que arruína os outros.


Muitos solicitam excessiva fartura em casa, esquecendo que o bem aparente da mesa lauta é o mal da penúria entre os próprios vizinhos.


Criaturas numerosas reclamam a bolsa farta, com absoluta despreocupação das necessidades alheias, olvidando que os bens acumulados em seu nome produzem males sem conta na economia daqueles que lhes respiram a experiência.


Lembra-te de que há bens fugazes que geram males de longo curso, tanto quanto existem males passageiros que asseguram bens sagrados e duradouros.


A alegria ruidosa e insensata é um bem que, não raro, determina desastres de conseqüências imprevisíveis, enquanto a dor paciente e humilde gera bênçãos de sublimada expressão.


Muitos ferem os outros, com a desculpa de preservar o bem próprio, criando largo cortejo de males em derredor de si mesmos, quando apenas os que sabem receber no âmago do peito os golpes do mal é que penetram, tranqüilos, na seara dos bens que a vida entesoura a benefício dos que sabem vencer, vencendo, antes de tudo, a si próprios.


Não te enganes, desta forma, no câmbio ilusório da fortuna e da carência, do prazer e da lágrima, da consideração e do menosprezo, ao jogo das aparências terrestres.


Recorda que a abastança de hoje pode ser a penúria de amanhã e que o domínio de agora pode ser derrocada depois.


Sobretudo, não troques o mal da provação transitória pelo bem da fuga desassisada, com plena deserção do campo de luta, em que a Lei te situa os passos, porque somente ao preço da tolerância e abnegação, nos males da sombra presente, é que conseguirás, com justiça, entrar na posse dos bens que te esperam ao sol do grande futuro.


Livro: Semeador Em Tempos Novos – Médium: Chico Xavier – Espírito: Emmanuel.
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quarta-feira, 15 de junho de 2011

O EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO


Cap. 7 - Bem Aventurados os Pobres de Espírito


Mistérios Ocultos Aos Sábios E Prudentes


7 – Naquele tempo, respondendo, disse Jesus: Graças te dou a ti, Pai, Senhor do Céu e da Terra, porque escondeste estas coisas aos sábios e prudentes, e as revelaste aos simples e pequeninos. (Mateus, XI: 25).


8 – Pode parecer estranho que Jesus renda graças a Deus por haver revelado essas coisas aos simples e pequeninos, que são os pobres de espírito, ocultando-as aos sábios e prudentes, mais aptos, aparentemente, a compreendê-las. É que precisamos entender pelos primeiros os humildes, os que se humilham diante de Deus e não se consideram superiores aos outros; e, pelos segundos, os orgulhosos, envaidecidos com o seu saber mundano, que se julgam prudentes, pois que eles negam a Deus, tratando-o de igual para igual, quando não o rejeitam. Isso porque, na antiguidade, sábio era sinônimo de sabichão. Assim, Deus lhes deixa a busca dos segredos da Terra, e revela os do Céu aos humildes, que se inclinam perante Ele.


9 – O mesmo acontece hoje com as grandes verdades reveladas pelo Espiritismo. Certos incrédulos se admiram de que os Espíritos se esforcem tão pouco para os convencer. É que eles se ocupam dos que buscam a luz com boa-fé e humildade. De preferência aos que julgam possuir toda a luz e parecem pensar que Deus deveria ficar muito feliz de os conduzir a Ele, provando-lhes a sua existência.


O poder de Deus se revela nas pequenas como nas grandes coisas. Ele não põe a luz sob o alqueire, mas a derrama por toda à parte; cegos são os que não a vêem. Deus não quer abrir-lhes os olhos à força, pois que eles gostam de os ter fechados. Chegará a sua vez, mas antes é necessário que sintam as angústias das trevas, e reconheçam Deus, e não o acaso, na mão que lhes fere o orgulho.


Para vencer a incredulidade, ele emprega os meios que lhe convém, segundo os indivíduos. Não é a incredulidade que lhe há de prescrever o que deve fazer, ou que lhe vai dizer: Se quiserdes me convencer, é necessário que faças isto ou aquilo, neste momento e não naquele, porque este é que me convém.


Não se admirem, pois, os incrédulos; se Deus e os Espíritos, que são os agentes da sua vontade, não se submetem às suas exigências.


Perguntem o que diriam, se o último dos seus servos lhes quisessem fazer imposições. Deus impõe condições, não se submete a elas. Ouve com bondade os que o procuram humildemente, e não os que se julgam mais do que Ele.


10 – Deus, dir-se-á, não poderia tocá-los pessoalmente por meio de prodígios evidentes, perante os quais o mais incrédulo teria de curvar-se?


Sem dúvida que o poderia, mas, nesse caso, onde estaria o seu mérito; e ademais, de que serviria isso? Não os vemos diariamente recusar a evidência, e até mesmo dizer: Ainda que o visse, não acreditaria, pois sei que é impossível? Se eles se recusam a reconhecer a verdade, é porque o seu espírito ainda não está maduro para a compreender, nem o seu coração para a sentir.


O orgulho é a venda que lhes tapa os olhos. Que adianta apresentar a luz a um cego? Seria preciso, pois, curar primeiro a causa do mal; eis porque, como hábil médico, Ele castiga primeiramente o orgulho. Não abandona os filhos perdidos, pois sabe que, cedo ou tarde, seus olhos se abrirão; mas quer que o façam de vontade própria. E então, vencidos pelos tormentos da incredulidade, atirar-se-ão por si mesmo em seus braços, e como o filho pródigo lhe pedirão perdão.

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terça-feira, 14 de junho de 2011

NOSSA CASA


A mente é a casa onde cada um de nós reside, segundo as nossas próprias concepções.


A imaginação é o arquiteto de nosso verdadeiro domicílio.


Se julgarmos que o ouro é o material adequado à nossa construção, cedo sofremos a ventania destruidora ou enregelante da ambição e da inveja, do remorso e do tédio, que costuma envolver a fortuna, em seu castelo de imprevidência.


Se supomos que o poder humano deve ser o agasalho de nosso Espírito, somos apressadamente defrontados pela desilusão que habitualmente coroa a fronte das criaturas enganadas pelos desvarios da autoridade.


Se encontramos alegria na crítica ou na perversidade, naturalmente nos demoramos no cárcere escuro da maledicência ou do crime.


Moramos, em espírito, onde projetamos nosso pensamento.


Respiramos o bem ou o mal, de acordo com as nossas preferências na vida.


Na Terra, muitas vezes temos a máscara física emoldurada em honrarias e esplendores, conservando-nos intimamente em deploráveis cubículos de padecimentos e trevas.


Só o trabalho incessante no bem pode oferecer-nos a milagrosa química do amor para a sublimação de nosso lar interno.


Por isso mesmo, disse Jesus: - “Meu Pai trabalha até hoje e eu trabalho também”


Idealizemos mais luz para o nosso caminho.


Abracemos o serviço infatigável aos nossos semelhantes e a nossa experiência, de alicerces na Terra, culminará feliz e vitoriosa, nos esplendores do Céu.


Livro: Coragem – Médium: Chico Xavier – Espírito: Emmanuel.
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